Anvisa authorizes new medication for adults with frequent migraines

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta terça-feira (8) um novo medicamento para o tratamento da enxaqueca. Trata-se do Aquipta, nome comercial do atogepanto, indicado para adultos que apresentam pelo menos quatro episódios mensais da doença.

Segundo a Anvisa, o medicamento atua bloqueando uma via envolvida na transmissão da dor e também ajuda a prevenir o surgimento das crises. O registro foi solicitado pela ABBVIE Farmacêutica, conforme resolução publicada no Diário Oficial da União (DOU).

De acordo com os estudos analisados, o atogepanto demonstrou capacidade de reduzir de forma significativa o número de dias mensais com enxaqueca. Para a agência, a aprovação amplia as alternativas terapêuticas disponíveis, especialmente porque parte dos tratamentos preventivos já existentes não age diretamente nos mecanismos fisiopatológicos da doença.

A enxaqueca é uma condição marcada por crises recorrentes de dor de cabeça de intensidade moderada a grave, geralmente acompanhadas de náuseas, vômitos e sensibilidade à luz e ao som. A doença afeta cerca de 15% da população mundial e tem impacto relevante na qualidade de vida dos pacientes.

New medications may combat muscle loss for the elderly, sedentary, diabetics, and cancer patients

Mais de 40 substâncias estão atualmente em desenvolvimento com o objetivo de preservar ou recuperar músculos perdidos em situações como envelhecimento, sedentarismo, diabetes, câncer e emagrecimento acentuado. Entre os grupos que podem ser beneficiados estão pacientes que apresentaram perda de massa magra durante tratamentos com canetas emagrecedoras.

Entre os medicamentos em estágio mais avançado estão o apitegromab, o bimagrumab e o trevogrumab. Uma das principais linhas de pesquisa envolve o bloqueio da miostatina e da activina, proteínas responsáveis por limitar o crescimento muscular. A proposta é reduzir parcialmente essa ação inibidora para favorecer a preservação ou a recuperação da massa muscular.

Grande parte dos candidatos mais avançados é composta por anticorpos monoclonais administrados por injeção. Como essas substâncias são proteínas de grande tamanho, a administração por via oral não seria adequada. Dessa forma, caso sejam aprovadas, algumas dessas terapias poderão chegar ao mercado em dispositivos semelhantes a canetas aplicadoras.

Apesar do avanço das pesquisas, os resultados ainda precisam ser avaliados com cautela. Quando utilizados isoladamente, esses produtos ainda não demonstraram aumento significativo de massa magra. Em associação com agonistas de GLP-1, GIP e glucagon, porém, mostraram potencial para diminuir a perda muscular durante o processo de emagrecimento, embora novos estudos ainda sejam necessários.

O apitegromab e o bimagrumab já alcançaram a fase 3 de desenvolvimento. Caso recebam autorização nos Estados Unidos, as primeiras opções poderão chegar ao Brasil entre 2028 e 2029. Uma eventual aprovação, no entanto, não significa que esses medicamentos serão autorizados para ganho muscular com finalidade estética ou para aumento de performance.

Outras estratégias também estão sendo investigadas. Entre elas aparece o L-BAIBA, molécula liberada durante a prática de exercícios e envolvida na remodelação muscular, além da terapia gênica com folistatina, proteína que pode bloquear a ação da miostatina e da activina.

Os tratamentos em estudo também apresentam possíveis efeitos adversos. Entre os eventos relatados estão espasmos, contrações involuntárias, diarreia, acne e erupções cutâneas. A inibição excessiva da miostatina pode ainda provocar impactos negativos sobre o metabolismo, os tendões e a própria função muscular.

Um dos principais desafios permanece sendo a diferença entre aumentar o volume muscular e efetivamente recuperar força e funcionalidade. Até o momento, nenhum medicamento consegue reproduzir as adaptações neurais, metabólicas e funcionais proporcionadas pelo exercício físico.

Sertanejo singer Marcelo Gasparini died victim of Acute Myeloid Leukemia; can the disease be prevented?

A Leucemia Mieloide Aguda (LMA) é um câncer de evolução rápida que se origina na medula óssea e provoca a produção descontrolada de células sanguíneas anormais. Apesar dos avanços no conhecimento sobre a doença, não existe uma forma capaz de prevenir a maioria dos casos. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), grande parte das pessoas que desenvolvem leucemia não apresenta fatores de risco conhecidos que possam ser modificados, o que limita as possibilidades de prevenção direta.

Isso não significa, porém, que todos os riscos sejam inevitáveis. O tabagismo é um dos fatores modificáveis associados à LMA e, segundo a American Cancer Society, é o único fator de estilo de vida com relação comprovada com esse tipo de leucemia. Substâncias cancerígenas presentes na fumaça do cigarro entram na corrente sanguínea e podem atingir células da medula óssea. Por isso, não fumar ou abandonar o cigarro está entre as principais medidas que podem contribuir para reduzir o risco da doença.

Outro ponto de atenção é a exposição ao benzeno, substância associada ao aumento do risco de leucemia e presente em determinados ambientes industriais, derivados de petróleo, gasolina e também na fumaça do cigarro. A radiação ionizante em doses elevadas e determinados tratamentos anteriores com quimioterapia ou radioterapia também estão relacionados a maior risco de desenvolver LMA. No ambiente de trabalho, a prevenção passa principalmente pelo controle ou eliminação da exposição a agentes cancerígenos e pelo cumprimento das medidas de proteção ocupacional. Nos casos em que quimioterapia ou radioterapia são necessárias para tratar outro câncer, entretanto, o INCA ressalta que o benefício do tratamento de uma doença potencialmente fatal normalmente se sobrepõe ao risco futuro de uma leucemia secundária.

Há ainda fatores que não podem ser modificados, como o envelhecimento, determinadas alterações genéticas e síndromes hereditárias, histórico familiar e algumas doenças da medula óssea, entre elas a síndrome mielodisplásica. Ter um ou mais fatores de risco não significa que uma pessoa necessariamente desenvolverá LMA, assim como a doença pode surgir em indivíduos sem fatores conhecidos. Por isso, a principal mensagem dos especialistas é que não existe atualmente uma estratégia capaz de impedir todos os casos, mas evitar o tabaco e reduzir exposições comprovadamente cancerígenas são medidas importantes para diminuir riscos que podem ser controlados

Anvisa orders seizure of products marketed by United Labz

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta terça-feira (1º) a apreensão de todos os produtos da marca United Labz. Com isso, os produtos não podem ser fabricados, armazenados, distribuídos, vendidos, importados, divulgados nem utilizados.

Os itens são fabricados por empresa desconhecida e não possuem registro, notificação ou cadastro na agência reguladora, embora sejam anunciados na internet e amplamente comercializados.

Em seu site, a United Labz se apresenta como uma empresa americana e anuncia canetas emagrecedoras importadas. Os produtos são supostamente à base de Tirzepatida e Retatrutida.

A Tirzepatida é o princípio ativo de medicamentos usados no tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade. Já a Retatrutida ainda está em desenvolvimento clínico e não foi registrada em nenhum país até o momento.

Ciente de que a procura por medicamentos voltados ao tratamento do diabetes e da obesidade está em alta em todo o mundo e o Brasil acompanha o interesse global pelos produtos, a Anvisa reforça o alerta sobre o perigo de consumir produtos de origem desconhecida.

Agência Brasil

Canetas emagrecedoras: pediatras alertam para risco de uso em crianças

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgou uma nota de alerta sobre o uso de medicamentos agonistas do receptor GLP-1, conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”, por crianças e adolescentes sem indicação adequada ou acompanhamento médico.

Segundo a entidade, a utilização inadequada desses medicamentos pode aumentar tanto a frequência quanto a gravidade de efeitos adversos. Entre os riscos apontados estão déficit de crescimento e desenvolvimento, desidratação, alterações eletrolíticas, perda de massa muscular, pancreatite aguda e problemas na vesícula.

A SBP também chama atenção para o uso dessas substâncias com finalidade exclusivamente estética. De acordo com a entidade, esse comportamento pode funcionar como gatilho para transtornos alimentares, como anorexia e bulimia, além de ansiedade e quadros depressivos associados à imagem corporal.

Uso não deve ser motivado apenas por estética

A orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria é de que adolescentes com peso adequado não utilizem esses medicamentos apenas para modificar a aparência ou alcançar determinados padrões estéticos.

A entidade ressalta que os agonistas do receptor GLP-1 possuem indicações específicas, como tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2. Mesmo quando existe diagnóstico dessas doenças, porém, a prescrição não deve ser automática.

Antes de indicar o medicamento, o médico deve considerar a resposta da criança ou do adolescente a tratamentos anteriores, farmacológicos ou não, além da gravidade da doença, existência de comorbidades, possíveis riscos, condições de acompanhamento e expectativas do paciente e da família.

A SBP também recomenda que a expressão “canetas emagrecedoras” seja substituída por “medicamentos para tratar a obesidade”. Segundo a entidade, o termo é mais adequado por reconhecer a obesidade como uma doença crônica e reforçar que o tratamento busca melhorar a saúde e a qualidade de vida, e não apenas promover perda de peso.

Para a Sociedade Brasileira de Pediatria, expressões focadas exclusivamente no emagrecimento podem banalizar o tratamento e ainda aumentar o estigma sobre pessoas com obesidade que necessitam de tratamento medicamentoso.

Entidade alerta contra produtos clandestinos

Outro ponto destacado pela SBP é a contraindicação do uso de produtos sem procedência conhecida ou sem registro sanitário.

A orientação inclui preparações clandestinas, manipuladas ou importadas sem registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Efeitos adversos mais comuns

De acordo com a nota, os efeitos adversos mais frequentes associados a esse tipo de medicamento são gastrointestinais e costumam aparecer principalmente durante o aumento progressivo das doses.

Entre os sintomas estão:

  • náuseas;
  • vômitos;
  • refluxo;
  • azia;
  • diarreia;
  • constipação.

A perda de massa magra também é apontada como um possível risco. Por isso, a recomendação é de acompanhamento médico para eventuais ajustes no tratamento em casos de intolerância.

Entre os eventos classificados como potencialmente graves estão pancreatite, hipoglicemia e colelitíase.

A SBP ressalta que as evidências científicas disponíveis demonstram eficácia e segurança desses medicamentos em adolescentes quando utilizados dentro dos critérios estudados e associados a mudanças no estilo de vida. Para a entidade, o principal problema observado atualmente, especialmente nas redes sociais, está na banalização do uso e não necessariamente no medicamento.

Contraindicações

A Sociedade Brasileira de Pediatria também reforçou situações em que o uso desses medicamentos é contraindicado.

A lista inclui pessoas com hipersensibilidade ao princípio ativo ou a algum componente da fórmula, gestantes, lactantes e pacientes com histórico pessoal ou familiar de carcinoma medular da tireoide ou síndrome de neoplasia endócrina múltipla tipo 2.

Já pacientes com histórico de pancreatite apresentam uma contraindicação considerada relativa, situação que exige avaliação médica individualizada antes de qualquer decisão sobre o tratamento.

Câmara Municipal homenageia Unimed Ribeirão Preto pelos 55 anos de história

A Câmara Municipal de Ribeirão Preto homenageou, nesta segunda-feira (24), a Unimed Ribeirão Preto pelos seus 55 anos de história. O reconhecimento foi formalizado por meio de uma Moção de Congratulações e Aplausos, entregue pelo vereador Danilo Scochi à diretoria executiva da cooperativa, durante encontro realizado no Centro Administrativo da Unimed.

Estiveram no encontro o diretor-presidente da Unimed Ribeirão Preto, Dr. Nelson Hisamo Sato Junior; o diretor vice-presidente, Dr. Fabiano Scandiuzzi; o diretor financeiro, Dr. Moysés de Oliveira Lima Filho; e o diretor geral – CEO, Julio Cesar Paim. A homenagem integra as celebrações pelos 55 anos da Unimed Ribeirão Preto, comemorados ao longo de 2026. Durante o ano, diferentes ações e encontros vêm marcando a trajetória da cooperativa e sua presença na cidade e na região.


Para o Dr. Nelson Hisamo Sato Junior, o reconhecimento da Câmara Municipal representa um momento simbólico dentro das comemorações do aniversário de 55 anos da cooperativa e um reconhecimento à participação da Unimed no desenvolvimento da cidade. “Receber uma Moção de Congratulações e Aplausos, justamente no ano em que celebramos 55 anos, tem um significado muito especial. Essa trajetória foi construída por médicos cooperados, colaboradores, parceiros e por todos aqueles que, ao longo dessas décadas, contribuíram para o desenvolvimento da Unimed Ribeirão Preto. É um reconhecimento que compartilhamos com todos que fazem parte dessa história.”

Sobre a Unimed Ribeirão Preto
Referência em saúde para Ribeirão Preto e região, a Unimed Ribeirão Preto oferece aos seus clientes serviços de qualidade de vida, com ética e uma visão humanizada. Fundada em 1971, a cooperativa  possui serviços próprios para atendimento e também em intercâmbio com as outras Unimeds: Hospital Unimed, Hospital São Paulo, Unimed 24 Horas, Laboratório, Centro de Diagnóstico por Imagem, Farmácia, Núcleo de Atenção à Saúde (NAS), Espaço Viver Bem, Departamento de Saúde Ocupacional (DSO) e Centro de Reabilitação Adulto e Infantil, além de ampla estrutura de hospitais credenciados, pronto atendimentos, unidades laboratoriais,  ambulâncias e o Centro de Atenção à Saúde (CAS), em Sertãozinho e Santa Rosa de Viterbo, garantindo qualidade na assistência médica, hospitalar e de diagnósticos.

Boa noticia; Anvisa aprova segunda caneta de semaglutida genérica do Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a segunda versão genérica de semaglutida em formato de caneta no Brasil. O novo medicamento amplia a concorrência no mercado de tratamentos à base do princípio ativo utilizado em medicamentos para diabetes tipo 2 e também associado ao controle do peso. A aprovação ocorre poucos dias depois do registro do primeiro genérico de semaglutida no país, aumentando a expectativa pela chegada de opções com preços mais acessíveis aos consumidores.

O novo produto foi desenvolvido pela farmacêutica Germed e será comercializado em diferentes apresentações de solução injetável. A semaglutida pertence à classe dos agonistas do receptor de GLP-1 e atua no controle da glicemia e da saciedade. A aprovação pela Anvisa significa que o medicamento passou pela avaliação dos requisitos regulatórios relacionados à qualidade, segurança e eficácia. A chegada de novas versões também aumenta a oferta de tratamentos disponíveis no mercado brasileiro.

A entrada dos genéricos ocorre após o fim da patente da semaglutida no Brasil, abrindo espaço para a produção por outras farmacêuticas. A expectativa é de que o aumento da concorrência contribua para reduzir os preços e facilitar o acesso ao tratamento. Antes de chegar às farmácias, porém, os novos medicamentos ainda precisam passar pela definição de preços e pelas etapas comerciais necessárias para a distribuição. O uso da semaglutida deve seguir indicação médica e as regras de prescrição estabelecidas pela Anvisa.

Vinte tipos de vacinas estarão a disposição da população de Ribeirão e região neste sábado

Unidades básicas de Saúde e postos de vacinação ficarão abertos neste sábado (22) em todo o país para que crianças e adolescentes menores de 15 anos atualizem a caderneta vacinal.  É o Dia D da Campanha de Multivacinação, que começou no início do mês e segue até 1º de setembro.

Estão sendo ofertados 20 tipos de imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação que protegem contra doenças como meningite, tuberculose e cânceres associados à infecção pelo HPV.

Pela primeira vez, a campanha conta com a vacina pneumocócica 20-valente (pneumo 20), incorporada em junho ao calendário. A dose amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo, incluindo pneumonias e meningites, e é indicado para crianças menores de 5 anos.

Até a última quarta-feira (18), o Ministério da Saúde havia distribuído mais de 180 milhões de doses para garantir a vacinação em todo o país ao longo do ano. Vacinas contra a influenza, o sarampo (tríplice viral) e a poliomielite foram as mais aplicadas.

No Dia D, amanhã, as seguintes vacinas poderão ser aplicadas (conforme faixa etária, histórico vacinal e indicação):

– BCG;

– hepatite B;

– penta (DTP/Hib/HB);

– poliomielite (VIP);

– rotavírus humano;

– pneumocócica conjugada 10-valente e 20-valente;

– meningocócica C;

– influenza;

– covid-19;

– febre amarela;

– meningocócica ACWY;

– tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola);

– varicela;

– DTP;

– hepatite A;

– dT;

– HPV4;

– dengue tetravalente.

Sarampo

Diante do aumento de casos de sarampo nas Américas e do registro de casos importados no Brasil, o ministério mantém a estratégia de vacinação indiscriminada contra a doença para pessoas de 6 meses a 59 anos em Guarulhos (SP), São Bernardo do Campo (SP) e na capital paulista.

Dados da pasta mostram que, de 3 a 14 de agosto, mais de 529,8 mil doses da vacina tríplice viral foram aplicadas nos três municípios. Desse total, 87,2 mil doses foram destinadas a crianças de 5 a 11 anos – o equivalente a 16,5% das aplicações.

Dor nas mãos ao usar computador pode indicar lesões causadas por movimentos repetitivos

Passar muitas horas diante do computador faz parte da rotina de milhões de brasileiros, mas o uso contínuo do teclado e do mouse, principalmente sem pausas, pode aumentar a sobrecarga sobre mãos, punhos e dedos. A repetição dos movimentos pode favorecer problemas como tendinites, tenossinovites e síndrome do túnel do carpo, que podem provocar dor, inchaço, formigamento, dormência e perda de força. O assunto ganhou destaque após a influenciadora Viih Tube relatar nas redes sociais uma inflamação no tendão associada às longas horas de trabalho no computador.

Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão (SBCM), Roberto Luiz Sobania, a tendinite afeta os tendões, enquanto a tenossinovite compromete a bainha que envolve essas estruturas. Já a síndrome do túnel do carpo ocorre pela compressão do nervo mediano. Os sintomas podem dificultar atividades simples, como digitar, escrever, segurar objetos ou abrir embalagens. O especialista alerta que dores nas mãos e nos punhos ao final do expediente não devem ser consideradas normais, principalmente quando persistem ou aumentam com a continuidade da sobrecarga.

Para reduzir os riscos, a orientação é fazer pequenas pausas durante a jornada para movimentar mãos e punhos, manter os punhos alinhados durante a digitação e ajustar a altura da cadeira para manter os cotovelos próximos de 90 graus. Também é recomendado evitar apoiar constantemente os punhos na borda da mesa e não insistir no trabalho quando houver dor. Alongamentos leves, quando orientados adequadamente, podem ajudar a diminuir a tensão. A avaliação médica diante dos primeiros sintomas é importante para evitar a evolução do quadro e possibilitar um tratamento mais rápido e adequado.

Anvisa aprova fabricação de caneta emagrecedora genérica e preços devem cair ainda mais

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novas canetas de semaglutida para uso no Brasil, ampliando as opções disponíveis para pacientes. A decisão aumenta a concorrência no mercado e pode contribuir para ampliar o acesso aos medicamentos à base do princípio ativo, conhecido por estar presente em tratamentos para diabetes tipo 2 e também por seus efeitos na redução de peso.

Entre os novos registros está a primeira versão genérica de semaglutida, além de outras opções produzidas por diferentes fabricantes. A aprovação acontece após o fim da proteção de patente relacionada ao princípio ativo e abre espaço para mais empresas produzirem medicamentos semelhantes. Apesar de serem popularmente chamadas de “canetas emagrecedoras”, a indicação aprovada pela Anvisa para esses novos produtos é voltada ao tratamento do diabetes tipo 2, sempre com orientação médica.

A chegada das novas opções pode aumentar a concorrência e, consequentemente, favorecer a oferta e os preços dos medicamentos nas farmácias. A Anvisa, porém, reforça que a semaglutida deve ser utilizada com prescrição e acompanhamento de um profissional de saúde. O registro pela agência também não significa que os medicamentos passam automaticamente a ser oferecidos pelo SUS.