Unimed Ribeirão Preto está entre os 50 planos de saúde que mais se destacam no País

A Unimed Ribeirão Preto ocupa a 34ª posição entre as 50 maiores operadoras de planos de saúde do país no ranking setorial do anuário Valor 1000, do jornal Valor Econômico. A cooperativa avançou quatro posições em relação à edição anterior, quando atingiu a 38ª colocação – posição que retrata sua força regional.

O Valor 1000 é elaborado pelo jornal Valor Econômico, em parceria com a Serasa Experian e a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP). O anuário reúne as maiores empresas brasileiras e apresenta classificações por setor. Na área de planos de saúde, a lista considera dados econômicos e financeiros das operadoras. Nesta edição, 35 das 50 empresas classificadas pertencem ao Sistema Unimed. Ao todo, 670 operadoras ativas na ANS fazem parte do estudo.

Para o diretor-geral e CEO da Unimed Ribeirão Preto, Julio Cesar Paim, a presença entre as maiores operadoras do país representa uma referência externa sobre a dimensão e a solidez da cooperativa. “Estar entre as 50 maiores operadoras é um reconhecimento importante da solidez que construímos ao longo destes 55 anos. Esse resultado mostra a dimensão da nossa operação e a capacidade de manter uma estrutura sustentável para atender nossos beneficiários, investir em serviços e seguir evoluindo. Para nós, solidez também significa ter condições de sustentar esse compromisso a longo prazo, com responsabilidade na gestão e atenção permanente às necessidades das pessoas”.

Estrutura própria

A dimensão da Unimed Ribeirão Preto pode ser observada na estrutura que sustenta sua operação. Hoje, são 173 mil pessoas cuidadas diariamente, com mais de 4 mil atendimentos realizados por dia – o equivalente a cerca de um atendimento a cada 20 segundos. A cooperativa está presente em 15 municípios, reúne mais de 1.000 médicos cooperados, conta com mais de 2.500 colaboradores diretos e mais de 700 prestadores indiretos.

A evolução no ranking ocorre em um contexto de ampliação e consolidação da estrutura da cooperativa. Ao longo de sua trajetória, a Unimed Ribeirão Preto passou a reunir diferentes serviços de atendimento e diagnóstico, formando uma rede que permite ao beneficiário acessar diferentes etapas do cuidado dentro da própria estrutura da cooperativa ou por meio da rede credenciada.

A estrutura própria inclui o Hospital Unimed e Maternidade, Hospital São Paulo, Unimed 24 Horas, Laboratório, Centro de Diagnóstico por Imagem, Farmácia, Núcleo de Atenção à Saúde (NAS), Espaço Viver Bem, Saúde Ocupacional (DSO), Centro de Reabilitação Adulto e Infantil, Espaço Bem Te Ver e o Serviços de Atenção à Saúde Alto da Semar (CAS), em Sertãozinho e Santa Rosa de Viterbo.

Além do ranking

O resultado do Valor 1000 também pode ser observado em conjunto com outras avaliações às quais a Unimed Ribeirão Preto é submetida. A cooperativa mantém a classificação Ouro no Programa de Acreditação de Operadoras da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), avaliação que considera aspectos relacionados à gestão e à assistência. Em outra frente, segue anualmente mantendo a nota máxima no Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS), indicador oficial da ANS que avalia as operadoras em diferentes dimensões, incluindo qualidade da atenção à saúde, garantia de acesso, sustentabilidade e gestão de processos.

As duas avaliações têm objetivos e critérios distintos do Valor 1000, mas, em conjunto, oferecem diferentes perspectivas sobre a atuação da cooperativa: enquanto o ranking do Valor Econômico considera dados econômicos e financeiros, os indicadores e a acreditação da ANS analisam aspectos assistenciais, operacionais e de gestão.

Trajetória de 55 anos

Além de uma posição no ranking, a presença no Valor 1000 integra um conjunto de indicadores que acompanham a trajetória da cooperativa. Segundo o diretor-presidente da Unimed Ribeirão Preto, Nelson Hisamo Sato Junior, o avanço de quatro posições em relação ao ano anterior mostra uma evolução dentro de um mercado formado por grandes operadoras nacionais e comprova a presença da Unimed Ribeirão Preto entre as empresas de maior porte do segmento. “Chegar aos 55 anos entre as maiores operadoras do país é resultado de uma história construída com trabalho, responsabilidade e capacidade de acompanhar as transformações do setor”. Para ele, o desafio da cooperativa é olhar para esse resultado não como um ponto de chegada, mas como parte de uma trajetória que continua. “Seguimos investindo em estrutura, pessoas, tecnologia e novos modelos de cuidado para que a cooperativa permaneça sólida e preparada para o futuro”, conclui.

Fiocruz alerta para aumento de casos graves de covid-19 e síndrome respiratória no Brasil

O número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) voltou a crescer no Brasil durante os meses de setembro e outubro, incluindo registros associados a infecções graves pelo coronavírus. O cenário foi identificado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por meio do boletim InfoGripe, que acompanha a evolução dos vírus respiratórios no país.

De acordo com o levantamento mais recente, há sinais de aumento dos casos graves de covid-19 em cinco unidades da Federação: Mato Grosso, Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Apesar da tendência de crescimento, a Fiocruz destaca que, no Distrito Federal, em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Santa Catarina, a incidência de SRAG causada pela covid-19 permanece em patamares muito baixos.

O boletim também aponta que Roraima, Sergipe e Santa Catarina apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, embora não haja indicação de crescimento na tendência de longo prazo. Entre as capitais brasileiras, Aracaju e João Pessoa registram níveis de atividade da síndrome em alerta, risco ou alto risco, acompanhados de tendência de aumento.

Rinovírus lidera registros de infecções respiratórias

Os dados epidemiológicos das quatro últimas semanas mostram que o rinovírus foi responsável pela maior proporção de resultados positivos entre os casos de SRAG, com 50,1%. Na sequência aparecem o vírus sincicial respiratório (10,1%), a covid-19 (8,5%), a influenza B (4,7%) e a influenza A (4,2%).

Entre os óbitos associados aos casos positivos para vírus respiratórios no mesmo período, a covid-19 representou 24,1% dos registros. A influenza B respondeu por 12,7%, enquanto o rinovírus correspondeu a 43%, o vírus sincicial respiratório a 3,8% e a influenza A a 1,3%.

Brasil registra mais de 171 mil casos de SRAG em 2026

Ao longo de 2026, foram notificados 171.369 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave no Brasil. Desse total, 91.420 (53,3%) tiveram confirmação laboratorial para algum vírus respiratório, enquanto 62.823 (36,7%) apresentaram resultado negativo. Outros 7.457 registros (4,4%) ainda aguardavam resultado dos exames.

O levantamento da Fiocruz também aponta diferenças na distribuição dos casos graves conforme a faixa etária. Nas últimas oito semanas epidemiológicas, crianças de até dois anos concentraram os maiores índices de incidência de SRAG. Já em relação à mortalidade, a população com 65 anos ou mais foi a mais afetada.