Ribeirão Preto terá dia especial de vacinação neste sábado (25)

A Prefeitura de Ribeirão Preto realiza neste sábado (25) uma ação especial de vacinação em nove unidades da rede municipal de saúde. O atendimento será das 8h às 16h30, sem necessidade de agendamento, e contará com todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Imunização. Para receber as doses, é necessário apresentar um documento oficial com foto e, se possível, a caderneta de vacinação.

Participam da campanha a UBDS Castelo Branco, as UBSs de Bonfim Paulista, Campos Elíseos, Ribeirão Verde, Parque Ribeirão, Vila Recreio, Jardim João Rossi e Cristo Redentor, além do CSE Jardim Aeroporto. A vacinação estará aberta a toda a população, independentemente do bairro de residência, permitindo que cada pessoa procure a unidade participante de sua preferência.

A ação tem como objetivo atualizar a situação vacinal dos moradores, principalmente de crianças e adolescentes com até 19 anos, além de ampliar a cobertura das vacinas contra HPV, meningite, sarampo e outras doenças. A Secretaria Municipal da Saúde também pretende intensificar a busca por pessoas que estejam com doses atrasadas e reforçar a proteção coletiva no município.

Durante a campanha, haverá atenção especial à vacinação contra o sarampo e a Influenza. Ribeirão Preto não registra casos de sarampo desde 2020, mas o aumento das viagens durante as férias eleva o risco de entrada da doença na cidade. A vacina tríplice viral protege contra sarampo, caxumba e rubéola, enquanto a imunização contra a gripe ajuda a reduzir casos graves, internações e mortes provocadas por vírus respiratórios.

Novo medicamento para linfoma não Hodgkin é aprovado pela Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do Columvi (glofitamabe), medicamento desenvolvido pela Roche para o tratamento de um tipo agressivo de câncer do sistema linfático. A autorização foi publicada nesta segunda-feira (20) no Diário Oficial da União. O novo medicamento será utilizado em combinação com gencitabina e oxaliplatina.

O Columvi é indicado para pacientes adultos com linfoma difuso de grandes células B recidivante, quando a doença retorna, ou refratário, quando não responde aos tratamentos iniciais. A terapia também pode ser recomendada para pacientes que não possuem condições clínicas para realizar o transplante autólogo de células-tronco, procedimento que utiliza células do próprio paciente.

Segundo a Anvisa, a aprovação do Columvi amplia as opções de tratamento para pacientes com câncer hematológico agressivo. O medicamento é um anticorpo biespecífico capaz de direcionar células do sistema imunológico contra as células tumorais. O linfoma difuso de grandes células B é o subtipo mais comum de linfoma não Hodgkin agressivo e apresenta crescimento rápido. No Brasil, a estimativa é de aproximadamente 4 mil novos diagnósticos por ano.

O tratamento é administrado por via intravenosa, pode ser realizado sem internação e possui duração fixa de aproximadamente 8,3 meses, dividida em 12 ciclos. De acordo com estudo clínico divulgado pela Roche, o novo esquema reduziu em 41% o risco de morte e em 63% o risco de progressão da doença. A remissão completa foi registrada em 50,3% dos pacientes tratados, contra 22% no grupo que recebeu a terapia tradicional.

Senado aprova penas maiores em crimes contra professores, médicos e enfermeiros

O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (15) o Projeto de Lei 2.672/2025, que aumenta as penas para crimes cometidos contra profissionais da saúde e da educação durante o exercício de suas funções. A proposta abrange vítimas como professores, educadores, médicos, enfermeiros e demais trabalhadores das duas áreas.

O texto endurece as punições para delitos como lesão corporal, ameaça, constrangimento ilegal, incitação ao crime, desacato, calúnia, difamação, injúria e homicídio. O projeto é de autoria do ex-deputado federal Goulart e recebeu parecer favorável no Senado do relator, senador Dr. Hiran (PP-RR).

Ao defender a aprovação da medida, Dr. Hiran afirmou que profissionais que trabalham em escolas, hospitais e Unidades de Pronto Atendimento frequentemente são vítimas de diferentes tipos de agressão. Segundo o senador, esses trabalhadores acabam recebendo a insatisfação da população diante das falhas nos serviços públicos de saúde e educação.

Entre as mudanças previstas, a pena para lesão corporal comum passa de três meses a um ano de detenção para dois a cinco anos de reclusão. Nos casos de lesão corporal grave, que podem resultar em aborto, deformidade permanente ou morte, a punição prevista para o crime poderá ser aumentada de um terço a dois terços.

Os crimes contra a honra, como calúnia, difamação e injúria, terão a pena elevada em um terço quando a vítima for profissional da saúde ou da educação. Nos casos de ameaça, também haverá aumento de um terço. Já as penas por incitação ao crime e desacato serão dobradas quando os delitos forem praticados contra trabalhadores dessas categorias no exercício da função.

O constrangimento ilegal cometido contra profissionais da saúde também terá a pena aplicada em dobro, de forma cumulativa. Embora o projeto já tenha sido aprovado anteriormente pela Câmara dos Deputados, o texto sofreu alterações durante a tramitação no Senado e, por isso, retornará à Câmara para uma nova análise.

Vacinas contra covid-19 serão atualizadas contra novas variantes

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou novas regras para a composição das vacinas contra a Covid-19 no Brasil. A atualização, divulgada nesta quinta-feira (9) no Diário Oficial da União, tem como objetivo ampliar a proteção da população diante das novas variantes do coronavírus que circulam no país e manter a eficácia da estratégia nacional de vacinação.

Pelas novas determinações, todas as vacinas contra a Covid-19 deverão ser monovalentes, ou seja, desenvolvidas para gerar resposta imunológica contra uma única linhagem do vírus SARS-CoV-2 em circulação. A Anvisa definiu a variante LP.8.1 como antígeno preferencial para a fabricação dos imunizantes. Também poderão ser utilizadas variantes derivadas da cepa JN.1, como XFG e NB.1.8.1, desde que apresentem respostas amplas e robustas de anticorpos neutralizantes, comprovadas por estudos científicos.

A norma estabelece ainda um período de transição para a adaptação da indústria farmacêutica. Vacinas registradas, produzidas ou já distribuídas antes da publicação da instrução normativa poderão continuar sendo utilizadas por até nove meses. Após esse prazo, esses imunizantes não poderão mais ser aplicados. Segundo a Anvisa, a atualização foi motivada pelo aumento de registros de síndromes gripais associadas à Covid-19, reforçando a necessidade de manter as vacinas alinhadas às variantes mais recentes do vírus.

Anvisa aprova nova indicação terapêutica para medicamento que trata câncer de mama

Nesta segunda-feira (6/7), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma nova indicação terapêutica para o medicamento Enhertu® (trastuzumabe deruxtecana), já registrado no Brasil para câncer de mama.

O medicamento passa a ser indicado para o tratamento auxiliar de pacientes adultos com câncer de mama HER2-positivo (IHC3+ ou ISH+) que apresentam doença invasiva residual após terapia com trastuzumabe, com ou sem pertuzumabe, em associação à quimioterapia baseada em taxanos.

Enhertu® é um conjugado anticorpo–droga direcionado ao receptor HER2, administrado
por via intravenosa, que combina um anticorpo monoclonal anti-HER2 a um potente
agente citotóxico (que causa danos ou morte das células), permitindo a entrega seletiva do medicamento às células do tumor.

O câncer de mama é o tipo de câncer mais frequentemente diagnosticado no mundo e a principal causa de morte por câncer entre mulheres. No Brasil, estima-se a ocorrência de mais de 70 mil novos casos por ano, sendo o câncer de mama a principal causa de mortalidade por câncer nessa população. Entre 10% e 19% dos casos apresentam superexpressão do HER2, subtipo associado a maior agressividade e pior prognóstico.

Mesmo com o uso de terapias modernas usadas antes da cirurgia para retirada do tumor, uma proporção significativa de pacientes não atinge resposta patológica completa, permanecendo com doença residual e alto risco de recorrência. Estima-se que até 25% desses pacientes apresentem recidiva da doença em até 10 anos, destacando uma necessidade médica ainda não plenamente atendida após o procedimento cirúrgico.

A nova indicação se baseou em estudo que demonstrou melhora clinicamente relevante e estatisticamente significativa na sobrevida livre de progressão. Os resultados mostraram redução de 53% no risco de recorrência invasiva ou morte com o uso de Enhertu®. Esse benefício foi consistente em diferentes subgrupos e acompanhado por melhora significativa na sobrevida livre de doença.

Obesidade aumenta risco de câncer, infertilidade e outros problemas urológicos, alerta especialista

O crescimento da obesidade no Brasil tem preocupado especialistas por seus impactos em praticamente todos os sistemas do organismo. Na urologia, o excesso de peso está diretamente associado ao aumento do risco de câncer de próstata e de rim, cálculos renais, alterações urinárias, infertilidade e disfunção erétil.

Dados do Ministério da Saúde mostram que cerca de um terço da população brasileira já vive com algum grau de obesidade, enquanto entre 60% e 68% dos adultos apresentam excesso de peso. A pesquisa Vigitel 2025 revelou ainda que o número de brasileiros obesos cresceu 118% entre 2006 e 2024. No mesmo período, houve aumento de 135% nos casos de diabetes, de 47% no excesso de peso e de 31% na hipertensão, condições frequentemente associadas entre si.

Para o urologista, uro-oncologista e cirurgião robótico Luís César Zaccaro, a obesidade deve ser encarada como uma doença crônica e não apenas como uma questão estética.

“Quando falamos de obesidade, não estamos discutindo apenas o peso na balança. Estamos falando de saúde. O excesso de peso está relacionado a uma série de questões urológicas, como câncereres, alterações urinárias, redução dos níveis de testosterona, infertilidade e comprometimento da qualidade de vida sexual. É um problema real que merece atenção”, afirma.

Segundo o especialista, o excesso de gordura corporal provoca alterações metabólicas e hormonais que afetam diretamente o sistema urinário e reprodutor. “A obesidade favorece um estado inflamatório crônico no organismo, interfere na produção hormonal e aumenta o risco de diversas doenças”, comenta.

Entre as doenças mais relacionadas ao excesso de peso está o câncer de rim. A obesidade também figura entre os fatores de risco para o câncer de próstata e favorece o desenvolvimento da hiperplasia prostática benigna, condição que provoca aumento da próstata e dificulta a micção. Além disso, pessoas obesas apresentam maior propensão à formação de cálculos renais e à incontinência urinária.

A saúde sexual masculina também pode ser comprometida. O excesso de peso interfere na produção de testosterona, principal hormônio masculino, o que pode reduzir a libido, prejudicar as ereções e afetar a produção de espermatozoides.

“O sistema urológico sente os reflexos do desequilíbrio metabólico causado pela obesidade. Por isso, falar sobre controle do peso é também falar de prevenção, diagnóstico precoce e qualidade de vida”, destaca Zaccaro.

Mudança de hábitos é o principal tratamento

Embora seja uma doença complexa e multifatorial, a obesidade pode ser controlada por meio de mudanças sustentáveis no estilo de vida. Alimentação baseada em alimentos in natura, prática regular de atividade física, hidratação adequada, sono de qualidade e acompanhamento multiprofissional estão entre as principais recomendações.

Dietas extremamente restritivas e soluções rápidas costumam produzir apenas resultados temporários. Segundo especialistas, o tratamento deve priorizar mudanças graduais e permanentes nos hábitos de vida, sempre com acompanhamento médico, nutricional e, quando necessário, psicológico.

Primeiro centro de saúde LGBTQIAPN+ será implantado em Ribeirão Preto

Ribeirão Preto terá o primeiro centro de saúde especializado no atendimento à população LGBTQIAPN+ da rede municipal. A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, instituiu uma comissão para acompanhar a implantação do Centro Especializado e de Referência à População Sexo e Gênero-diversa. O serviço será inédito no município e deverá oferecer atendimento multiprofissional, reunindo profissionais das áreas de psicologia, enfermagem, serviço social, fonoaudiologia, odontologia, educação física e medicina, com foco no cuidado integral, qualificado e respeitoso à identidade de gênero e à orientação sexual dos usuários.

O novo centro ainda terá local definido e receberá o nome de Milena Massafera, mulher trans que morreu em 2021, aos 34 anos, vítima de um crime de grande repercussão em Ribeirão Preto. A homenagem busca preservar sua memória e reconhecer a importância da luta por dignidade, respeito e acesso a políticas públicas voltadas à população LGBTQIAPN+. A comissão responsável pelo acompanhamento do projeto contará com representantes da sociedade civil, universidades, organizações sociais e diferentes setores da Secretaria Municipal da Saúde, unindo conhecimento técnico-científico e a vivência de quem enfrenta, na prática, os desafios relacionados ao acesso à saúde.

De acordo com o secretário municipal da Saúde, Mauricio Godinho, Ribeirão Preto nunca teve um serviço de saúde pensado especificamente para as necessidades da população LGBTQIAPN+. Além da implantação do centro especializado, a comissão também acompanhará a criação de grupos de acolhimento em unidades da Atenção Primária à Saúde, nos CAPS e nos CRAS, com o objetivo de fortalecer vínculos, promover saúde mental e ampliar o acesso às redes de apoio. O grupo ainda discutirá a integração da iniciativa com políticas públicas estaduais e nacionais, como a Política Nacional de Saúde Integral LGBT e o Plano Estadual de Enfrentamento à Homofobia.

Carretas de Mamografia estarão em duas cidades da região neste mês de julho

O programa Carretas de Mamografia, iniciativa do Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES-SP), estará presente em 15 municípios paulistas ao longo do mês de julho, oferecendo exames gratuitos para prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama. A ação faz parte do Programa Mulheres de Peito e beneficiará moradoras das cidades de Franco da Rocha, Pirangi, Sete Barras, Nova Castilho, Igaratá, Pinhalzinho, Pitangueiras, Registro, Ilha Solteira, Presidente Prudente, Sertãozinho, Miracatu, Bento de Abreu, Presidente Venceslau e Mauá.

De acordo com as novas diretrizes de rastreamento adotadas pelo programa, mulheres com idade entre 50 e 74 anos podem realizar a mamografia gratuitamente apenas com a apresentação do RG e do cartão SUS. Já pacientes entre 35 e 49 anos e aquelas com mais de 74 anos devem apresentar pedido médico para ter acesso ao exame. A atualização amplia o acesso ao diagnóstico precoce e reforça a importância da prevenção do câncer de mama.

O atendimento nas unidades móveis é destinado a mulheres acima de 35 anos que não tenham realizado mamografia nos últimos 12 meses. O funcionamento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, com distribuição de até 50 senhas diárias. Aos sábados, o atendimento acontece das 8h às 12h, com oferta de até 25 senhas, exceto em feriados. O atendimento é realizado por demanda espontânea, seguindo a ordem de chegada.

Em casos de alterações identificadas nos exames, as pacientes são encaminhadas para unidades de referência do Sistema Único de Saúde (SUS), onde poderão realizar exames complementares e iniciar tratamento, se necessário. O Programa Mulheres de Peito destaca que todos os serviços oferecidos pelas Carretas de Mamografia são totalmente gratuitos, incluindo a realização dos exames e a entrega dos resultados.

Os números de 2025 demonstram o crescimento da iniciativa no Estado de São Paulo. Segundo a Secretaria da Saúde, as Carretas de Mamografia registraram aumento de 76% na realização de exames preventivos e diagnósticos em comparação ao ano anterior. Foram realizados 60.831 exames em 2025, contra 34.605 em 2024, reforçando a importância da estratégia itinerante no combate ao câncer de mama.

Ministério da Saúde inicia projeto-piloto com semaglutida no SUS

A semaglutida, medicamento da classe dos agonistas do receptor GLP-1, é utilizada no tratamento da Obesidade e também do diabetes. Nesta primeira fase do estudo, serão atendidos 250 pacientes do SUS com obesidade grave ou associada a outras doenças, como problemas cardiovasculares, além daqueles que possuem indicação para cirurgia bariátrica. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 91% dos pacientes acompanhados pelo hospital apresentam obesidade mórbida, enquanto apenas 47% possuem condições clínicas adequadas para realização da cirurgia.

Durante os dois anos previstos para o projeto, serão avaliados indicadores como perda de peso, qualidade de vida, resultados clínicos, recuperação pós-operatória e os custos envolvidos no tratamento. O objetivo é reunir evidências científicas que possam orientar futuras decisões sobre a adoção da semaglutida na rede pública. O estudo será financiado por recursos destinados ao hospital por meio da Fundação de Apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com aporte financeiro da fabricante do medicamento.

Para participar do projeto-piloto, os pacientes deverão estar em acompanhamento médico no Grupo Hospitalar Conceição, ter diagnóstico de obesidade há pelo menos 12 meses e apresentar falha comprovada em tratamentos convencionais, como dietas estruturadas e prática regular de atividades físicas. Atualmente, a semaglutida ainda não integra a lista de medicamentos ofertados pelo SUS. Em 2025, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) recomendou a não incorporação do medicamento devido ao alto impacto financeiro, estimado pelo governo federal em cerca de R$ 8 bilhões por ano.

Anvisa proíbe suplemento irregular e suspende lotes de creatina da marca Artro 100

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão do suplemento alimentar em cápsulas da marca Artro100, fabricado por empresa desconhecida. A medida foi publicada nesta quinta-feira (25), no Diário Oficial da União, e também proíbe a comercialização, distribuição, fabricação, divulgação e uso do produto em todo o país.

De acordo com a Anvisa, a decisão foi tomada porque o suplemento apresenta origem e composição indeterminadas. Além disso, o produto vinha sendo divulgado com alegações terapêuticas não permitidas para alimentos, como promessas de combater inflamações, fortalecer articulações, aliviar desconfortos e melhorar a mobilidade.

Em outra resolução, a agência também suspendeu a venda, distribuição, divulgação e consumo dos lotes 0061.02.2026, 0367.11.2025 e 0012.01.2026 do suplemento alimentar de creatina em gomas mastigáveis sabor uva verde, produzido pela empresa Idn Labs Indústria Farmacêutica & Food Supplements Ltda.

Segundo a Anvisa, a própria empresa comunicou o recolhimento voluntário após identificar que os produtos apresentavam teor de creatina fora dos limites estabelecidos. A agência também apontou irregularidades na rotulagem, como uso de alegações não autorizadas, divergências sobre o fabricante e outras inconformidades que comprometem a segurança e a conformidade regulatória do produto.

A orientação é que consumidores que tenham adquirido os produtos não utilizem os suplementos e procurem os canais oficiais da Anvisa para mais informações sobre as medidas adotadas.