Empresário que já foi dono de time de futebol tem interesse em transformar o Comercial em SAF

O Comercial começou a negociar nesta quinta feira(28) a possibilidade de uma  parceria com um novo investidor.  A reunião aconteceu no estádio Dr Francisco Palma Travassos. Participaram do encontro o Presidente da diretoria executiva Antonio Camapnelli, o vice-presidente Wesley Rios, os empresário Junior Precipesa e Fernando Solon, este último, empresário interessado em transformar o Comercial em uma SAF.

Por enquanto nada ficou decidido nesta reunião, que aconteceu apenas para que as partes de conhecessem pessoalmente. Fernando Solon é um empresário de Ribeirão Preto com experiência no futebol e grande torcedor do Comercial. Uma vez o interesse firmado iniciam os trâmites legais para que futuramente o clube se transforme em uma SAF.  

Fernando Solon foi um dos sócios fundadores do Olé Brasil em 2006, ao lado dos irmão Eduardo e Fabricio Zanello. O projeto era audacioso, foi construída uma grande estrutura de treinamento e concentração que muitos grandes clubes brasileiros ainda não tinham a época. Na área de 125 mil metros foram construídos vários campos de treinamento, clube recreativo e local de hospedagem. A ideia era também abrigar clubes para a realização de pre-temporada.

O custo investido no projeto foi de 8 milhões de dólares. o espaço era voltado para formar 150 jogadores (nas categorias sub-13, sub-15, sub-17 e sub-20), inclusive do exterior. Hoje o local chama-se I9 e fica na marginal da estrada que liga Ribeirão Preto a Serrana.    

O Olé brasil disputou 4 temporadas na segunda divisão do futebol paulista, sua melhor colocação foi o décimo lugar. Foi Campeão Paulista Sub 17 em 2009. Desde 2016 o clube se licenciou na Federação Paulista e não voltou mais as atividades.

Agora, com o interesse do empresário confirmado o Conselho Deliberativo do Comercial cuidará dos próximos passos.

Quanta você ganha por mês ? Saiba se você pertence as classes A,B,C ou D na economia brasileira

A divisão da população brasileira em classes sociais é uma ferramenta amplamente usada por pesquisadores, economistas, empresas e governos para analisar o consumo, a desigualdade e as condições de vida no país. Apesar de comum no debate público, não existe uma definição única e oficial de classes sociais no Brasil. Os critérios variam conforme a instituição e a metodologia adotada.

Renda é o principal critério

Na maioria dos estudos, o fator central para definir as classes sociais é a renda familiar mensal, ou seja, a soma dos rendimentos de todos os moradores do domicílio. Instituições como a Fundação Getulio Vargas (FGV Social) e institutos de pesquisa econômica utilizam esse critério para agrupar a população em classes A, B, C, D e E.

De forma geral, as faixas de renda mais utilizadas hoje são:

  • Classe A: famílias com renda mensal acima de aproximadamente R$ 14 mil
  • Classe B: renda entre R$ 10,8 mil e R$ 14 mil
  • Classe C: renda entre R$ 2,5 mil e R$ 10,8 mil
  • Classe D: renda entre R$ 1,5 mil e R$ 2,5 mil
  • Classe E: renda de até R$ 1,5 mil

Esses valores são estimativas e podem variar de acordo com o ano da pesquisa, a inflação e o método de cálculo.

Classe C: a chamada “classe média”

A classe C costuma ser chamada de classe média brasileira, por concentrar a maior parte da população. No entanto, especialistas alertam que essa denominação pode ser enganosa. Muitas famílias dessa faixa ainda enfrentam dificuldades para manter padrões básicos de consumo, dependem de serviços públicos e são altamente vulneráveis a crises econômicas.

Outros critérios além da renda

Embora a renda seja o principal fator, alguns estudos consideram também outros indicadores, como:

  • nível de escolaridade
  • acesso a serviços públicos (saúde, educação, saneamento)
  • padrão de consumo
  • condições de moradia

O IBGE, por exemplo, evita classificar a população oficialmente em classes A, B ou C, preferindo análises baseadas em renda per capita, desigualdade social e condições de vida.

Salário mínimo como referência

Outra forma comum de classificação usa o número de salários mínimos por família ou por pessoa, mas essa abordagem também não é padronizada. Com reajustes anuais do salário mínimo, os limites precisam ser constantemente atualizados para não distorcer a realidade econômica.

Por que essa classificação importa?

A definição de classes sociais influencia:

  • políticas públicas
  • estudos sobre pobreza e desigualdade
  • estratégias de mercado e consumo
  • análises eleitorais e sociais

Entender como essas classes são definidas ajuda a compreender melhor os desafios econômicos do país e o impacto das mudanças na renda da população.

Uma divisão em constante mudança

Especialistas ressaltam que as classes sociais não são fixas. Inflação, desemprego, crescimento econômico e políticas sociais podem fazer com que famílias mudem de faixa ao longo do tempo. Por isso, os números devem ser vistos como retratos momentâneos da realidade brasileira.


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Juros continuarão alto no Brasil e BC mantém 15% ao ano pela quinta vez seguida

Apesar do recuo recente da inflação e do dólar, o Banco Central decidiu manter os juros inalterados. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 15% ao ano, nível considerado elevado e que já era amplamente esperado pelo mercado financeiro. Esta é a quinta reunião consecutiva sem alteração nos juros básicos da economia.

A Selic permanece no maior patamar desde julho de 2006, quando atingiu 15,25% ao ano. No comunicado divulgado após a reunião, o Copom sinalizou que pode iniciar o ciclo de cortes na taxa de juros já na próxima reunião, em março, desde que a inflação siga sob controle e não haja mudanças relevantes no cenário econômico. O colegiado, no entanto, reforçou que continuará adotando uma política monetária restritiva para garantir a convergência da inflação à meta.

A decisão ocorreu mesmo com o Copom incompleto, após o fim do mandato de dois diretores no final de 2025. As indicações dos substitutos devem ser encaminhadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva apenas com a retomada dos trabalhos do Congresso, em fevereiro. A Selic havia atingido 10,5% ao ano em maio do ano passado, passou a subir em setembro de 2024 e chegou aos atuais 15% em junho, patamar mantido desde então.

Agência Nacional de Saúde incorpora novo medicamento para tratar câncer raro

Em sua primeira reunião colegiada do ano, a diretoria da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou nessa segunda-feira, 26/1, a inclusão ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde do Momelotinibe, para o tratamento de mielofibrose, um tipo raro de câncer, em que a medula vai sendo substituída por um tecido fibroso, o que atrapalha a produção normal do sangue.

O medicamento foi incorporado para os casos de risco intermediário e alto, incluindo mielofibrose primária, mielofibrose pós-policitemia vera ou mielofibrose pós-trombocitemia essencial em adultos com anemia.

O medicamento passará a integrar o grupo “Terapia Antineoplásica Oral para Tratamento do Câncer” do rol, sendo obrigatoriamente coberto pelas operadoras de planos de saúde a partir de 2/3/2026.

Sobre o rol
O Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde conta com tecnologias disponíveis aos beneficiários entre terapias, exames, procedimentos e cirurgias, atendendo às doenças listadas na Classificação internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).