A valor da energia elétrica da sua casa vai aumentar em fevereiro ? Confira

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou nesta sexta-feira (30) a manutenção da bandeira tarifária verde no mês de fevereiro. Com isso, os consumidores não terão cobrança de valores adicionais na conta de luz. Segundo a agência, as chuvas mais intensas registradas na segunda quinzena de janeiro favoreceram a recuperação dos reservatórios nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte, reduzindo a necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado.

De acordo com a Aneel, a definição mensal das bandeiras tarifárias leva em conta as condições de geração de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN). A avaliação é feita pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que analisa a disponibilidade de recursos e os custos para atender à demanda. O calendário da agência prevê que, no dia 27 de fevereiro, será anunciada a bandeira tarifária válida para o mês de março.

Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza ao consumidor os custos variáveis da geração de energia elétrica. Na bandeira verde, não há acréscimo na tarifa. Já a bandeira amarela gera um custo extra de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos, enquanto a bandeira vermelha, nos patamares 1 e 2, acrescenta R$ 4,46 e R$ 7,87, respectivamente, para o mesmo volume de consumo. Os valores são definidos anualmente pela Aneel, ao fim do período chuvoso, em abril.

O ano começa com conta de luz mais barata em janeiro

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta terça-feira (23) que o ano de 2026 começará sem cobrança adicional na conta de luz, com a aplicação da bandeira tarifária verde em janeiro. Segundo a agência, apesar de o período chuvoso ter começado com precipitações abaixo da média histórica, os meses de novembro e dezembro registraram, de forma geral, manutenção das chuvas e dos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas no país.

De acordo com a Aneel, esse cenário reduz a necessidade de acionamento das usinas termelétricas, que têm custo de geração mais elevado. “Em janeiro de 2026 não será necessário despachar as termelétricas na mesma quantidade do mês anterior, o que evita a cobrança de custos adicionais na conta de energia do consumidor”, informou a agência. Em dezembro, já havia ocorrido a redução da bandeira vermelha patamar 1 para amarela, diminuindo o valor extra cobrado de R$ 4,46 para R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.

O Ministério de Minas e Energia destacou que a bandeira verde indica um cenário de segurança energética, sem a necessidade de uso intensivo de fontes mais caras e poluentes. Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza os custos da geração de energia no Sistema Interligado Nacional: na bandeira verde não há acréscimo, enquanto as bandeiras amarela e vermelha representam cobranças adicionais conforme o consumo, refletindo principalmente a dependência do regime de chuvas para a geração