Polícia investiga furto de equipamentos no AME de Ribeirão Preto; Prejuízo foi de R$ 180 mil

Um furto de equipamentos de informática está sendo investigado pela Polícia Civil em Ribeirão Preto, após causar um prejuízo estimado em R$ 180 mil ao Ambulatório Médico de Especialidades (AME). Segundo o Boletim de Ocorrência registrado, funcionários notaram a falta de 40 computadores, 19 monitores e três notebooks na última semana, o que levou à realização de um inventário para confirmar o desaparecimento dos itens.

Durante a investigação, câmeras de vigilância foram instaladas no local, registrando uma movimentação suspeita de um dos funcionários da área de informática. O indivíduo foi flagrado retirando equipamentos do AME fora do horário de trabalho, sem justificativa aparente. Embora confrontado pelos representantes da unidade, o funcionário alegou desconhecer a presença dos equipamentos em sua posse, apresentando versões conflitantes durante uma reunião realizada posteriormente pela direção do AME. As imagens foram entregues à Polícia Civil, que segue investigando o caso, sem detenções até o momento.

Bolsonaro e militares são investigados por tentativa de golpe

Nesta quinta-feira, 8, a Polícia Federal iniciou a operação “Tempus Veritatis” com o objetivo de investigar uma tentativa de golpe de Estado e a abolição do Estado Democrático de Direito. A ação, que recebeu o nome em latim que significa “hora da verdade”, foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Uma das medidas determinadas pelo ministro foi a entrega do passaporte do ex-presidente Jair Bolsonaro em 24 horas, além de proibi-lo de entrar em contato com os investigados. A operação também tem como alvo aliados do ex-presidente, como Braga Netto, Augusto Heleno e Valdemar Costa Neto.

Até o momento, a operação já resultou na prisão de ex-assessores de Bolsonaro, Filipe Martins e Marcelo Câmara. A ação da Polícia Federal está cumprindo 33 mandados de busca e apreensão expedidos pelo STF, além de quatro mandados de prisão preventiva e 48 medidas cautelares diversas da prisão. Entre as medidas estão a proibição de contato com os demais investigados, suspensão do exercício de funções públicas e proibição de saída do país.

A operação está sendo realizada em diversos estados do país, incluindo Amazonas, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Ceará, Espírito Santo, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.

Arquidiocese de SP arquiva investigação sobre padre Júlio Lancellotti

A Arquidiocese de São Paulo anunciou o arquivamento da investigação envolvendo o padre Júlio Lancellotti, da Pastoral de Rua da capital paulista. O vídeo de conteúdo sexual, divulgado em 2020, já estava sob investigação pela Cúria Metropolitana paulista. A Arquidiocese, após não chegar à convicção suficiente sobre a materialidade da denúncia, seguiu as conclusões do Ministério Público de São Paulo e da Justiça Paulista, decidindo pelo arquivamento e informando à Santa Sé.

O advogado de Lancellotti, Luiz Eduardo Greenhalgh, afirmou que se trata de uma montagem, um vídeo falso. O vídeo foi entregue à Cúria Metropolitana e ao Ministério Público, resultando na conclusão de que não há materialidade na denúncia, levando ao arquivamento do inquérito. A Arquidiocese enfatiza que permanece atenta a elementos verdadeiros sobre os fatos denunciados, mantendo distância de interesses ideológicos e políticos. Sete vereadores que apoiaram a CPI retiraram o apoio, alegando terem sido enganados pelo autor da proposta, que não mencionava o padre.