Técnico do Cruzeiro pede demissão depois da derrota para o Corinthians. Veja quem pode assumir a raposa

O Cruzeiro já tem definido que não contará com Leonardo Jardim como treinador a partir de 2026. O técnico português decidiu, nos últimos dias, que não renovará o contrato válido até o fim de 2025. A decisão será oficializada nesta segunda-feira, em reunião com a diretoria da SAF, composta por Pedro Lourenço e Pedro Junio.

Jardim comunicou pessoalmente sua escolha aos dirigentes, embora tenha evitado tratar do tema publicamente para manter o foco na disputa da Copa do Brasil. Parte do elenco e alguns funcionários do clube já tinham conhecimento da decisão, que vinha sendo discutida apenas internamente. No domingo, o treinador ainda se reuniu com o empresário Paulo Pitombeira, no hotel do clube, mas a possibilidade de permanência foi descartada.

Com o cenário definido, o Cruzeiro voltou suas atenções ao mercado em busca de um novo comandante para a Série A. O nome de Tite, livre desde a saída do Flamengo, passou a ganhar força nos bastidores, com avaliação positiva de seu estafe sobre uma ida a Belo Horizonte. Artur Jorge também é analisado, embora ainda não haja negociações em andamento. A diretoria pretende avançar nas conversas nesta semana para evitar impactos no planejamento da temporada 2026.

Joelma é condenada por cruzeiro cancelado: entenda o veredito

A Justiça considerou procedente uma ação movida por um fã que comprou uma cabine no cruzeiro Isso é Calypso em Alto Mar — evento que havia sido promovido com a participação de Joelma, mas acabou cancelado antes da data prevista. Em decisão proferida no dia 11 de novembro de 2025, a cantora, sua empresa J Music e a produtora Sun7Live foram condenadas a reembolsar R$ 857 referentes ao valor pago pela cabine não usada.

Por outro lado, o pedido de indenização por danos morais — de aproximadamente R$ 45 mil — foi negado pela juíza, que entendeu que o autor da ação não comprovou prejuízo além do aborrecimento oriundo do cancelamento.

O fã que entrou com o processo, identificado como Eduardo dos Reis, havia adquirido a cabine com a expectativa de participar do evento entre 28 de novembro e 1º de dezembro de 2024. A desistência do cruzeiro foi anunciada em outubro daquele ano.

Na defesa, Joelma afirmou que nunca teve papel na organização ou comercialização do cruzeiro — seu vínculo seria apenas artístico — e alegou ser também uma vítima do episódio, visto que a empresa responsável pelo evento teria desaparecido ou deixado de cumprir com suas obrigações. Sua equipe jurídica assegurou que está identificando os responsáveis e que alguns fãs já foram ressarcidos administrativamente.

Embora a condenação tenha sido considerada parcial — limitada ao reembolso de valores já pagos e sem indenização por danos morais — a sentença pode servir como precedente para casos similares envolvendo outros fãs que ingressaram com ações semelhantes.