Comercial está eliminado do Campeonato Paulista A4, mas escapa do rebaixamento

O Comercial não briga mais pela classificação a próxima fase no Campeonato Paulista Da Série A4. A equipe foi derrotada nesta tarde sábado para o Jabaquara por 2 a 1, com direito a gol antológico de jogador adversário.

O time comandado pelo técnico Osny não entrou em campo com a mesma vibração do jogos antareriores, Ao final da partida o treinador Osny demonstrou grande insatisfação com a equipe.

“No próximo jogo que vem determinar como vai acontecer no jogo sou eu. Hoje eles não fizeram nada do que eu pedi, fizeram do jeito deles, jogaram como eles quiseram, não me obedeceram em nada e foi nisso o que deu. Acharam que já estava ganho e não respeitaram o adversário” Disse.

O Leão até teve um bom domínio do jogo, mas errava muitos passes no meio campo e ataque, não finalizava contra o gol adversário e demostrava dificuldade na marcação. No primeiro gol do Jabaquara o jogador adversário passou facilmente por Fofão e Dogão, chegou na linha de fundo e cruzou, Wendel não conseguiu segura a bola e Gustavo fez o primeiro gol.

Aliás, Fofão e Elyson foram os piores do jogo. Deivid que era quem poderia fazer a diferença no jogo se escondeu na partida e não fez nada. Na segunda etapa o zagueiro do Jabuca intercepetou com o braço um cruzamento feito por Paulo Vitor aos 30 segundos de jogo, o árbitro marcou pênalti. O zagueiro Cristopher bateu com perfeição e empatou o placar.

No segundo tempo quase todo o Comercial teve a posse de bola, mas errava muitos passes e cruzamentos perto da área adversária. Sem Romulo que deixou a partida sentindo dores o alvinegro perdeu a criatividade.

Quando o Comercial ainda tentava o gol da vitória, Fofão errou passe na intermediária adversária dando a bola nos pés do jogador Perea que viu o goleiro do Leão adiantado e chutou a bola antes do meio campo marcando um gol antológico no estádio.

Gol este que decretou a derrota do Comercial eliminando assim qualquer chance matemática do time de Ribeirão de se classificara para a próxima fase. Cumprindo tabela a equipe recebe o Tanabi no estádio Palma Travassos no último jogo da competição

Conta de luz não terá aumento em abril

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (27) a manutenção da bandeira tarifária verde para todo o mês de abril. Com a decisão, os consumidores brasileiros seguem sem cobrança adicional na conta de luz, repetindo o cenário observado desde o início de janeiro.

A continuidade da bandeira verde é atribuída ao volume de chuvas registrado em março, que assegurou níveis adequados nos reservatórios das hidrelétricas. Esse contexto favorece uma geração de energia mais eficiente e reduz a necessidade de acionamento de usinas termelétricas, cujo custo de produção é mais elevado.

Siga nosso instagram @portalwmais

Como funciona o sistema
Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias atua como um indicativo do custo real da energia no país. A classificação — verde, amarela ou vermelha — varia conforme fatores como:

  • disponibilidade de recursos hídricos;
  • participação das fontes renováveis;
  • necessidade de uso de usinas termelétricas.

Apesar do cenário favorável, a Aneel reforça a importância do consumo consciente de energia elétrica. A adoção de hábitos responsáveis ajuda a evitar desperdícios e contribui diretamente para a sustentabilidade do setor elétrico.

Após flagrar atividade sobre gênero em escola, presidente da Câmara pede punição à diretora e aciona prefeito

O presidente da Câmara Municipal de Ribeirão Preto, vereador Isaac Antunes (PL), irá oficiar o prefeito Ricardo Silva solicitando a apuração dos fatos e a aplicação de medidas administrativas contra a diretora da Escola Municipal de Ensino Fundamental “Professor Anísio Teixeira”, no bairro Jardim Iguatemi.

A medida ocorre após o parlamentar receber denúncias em seu gabinete e por meio de suas redes sociais — como Instagram e WhatsApp — feitas por pais inconformados com atividades realizadas dentro da unidade escolar.

Durante visita de fiscalização, Isaac Antunes constatou que alunos, com idades entre 13 e 14 anos, estavam nas dependências da escola fora do horário regular de aula (contraturno), sem supervisão adequada e, segundo relato, sem autorização expressa dos pais ou responsáveis.

De acordo com o vereador, os próprios estudantes indicaram que participavam da atividade sem que seus responsáveis tivessem conhecimento de sua permanência na escola naquele período, o que levanta questionamentos sobre a segurança, o controle e a responsabilidade da unidade escolar.

Entre os materiais, estavam frases como “Seu ódio não derrota as nossas cores”, “Mulher trans é mulher, homem trans é homem” e “Meu sapatão pisa na sua homofobia”, além de referências à sigla LGBT e mensagens de afirmação de identidade.

Segundo Isaac, a atividade teria sido autorizada pela direção da escola, inclusive com permissão para fixação dos materiais nas dependências da unidade.

“O que mais preocupa é a ausência de controle e a falta de transparência com as famílias. Os pais sequer sabiam onde seus filhos estavam. Além disso, o conteúdo trabalhado ultrapassa o papel da escola. A educação deve focar no ensino e na formação cidadã, sem a introdução de conteúdos ideológicos”, afirmou.

O episódio ocorre em meio ao debate recente sobre o Plano Municipal de Educação (PME), aprovado pela Câmara, no qual foram retirados trechos que faziam referência a conteúdos de gênero e sexualidade.

Isaac Antunes foi o autor das emendas que resultaram na exclusão desses conteúdos do plano. Segundo o parlamentar, não há previsão no Plano Municipal de Educação para a realização de atividades dessa natureza dentro das escolas da rede municipal.

“A cobrança que estamos fazendo ao prefeito é justamente nesse sentido: o cumprimento do Plano Municipal de Educação. Não há previsão para esse tipo de abordagem. Fomos claros ao retirar esses conteúdos do plano, e isso precisa ser respeitado”, destacou.

O vereador informou que irá formalizar o caso junto ao Executivo, solicitando investigação e eventual responsabilização da direção da unidade.

O caso reacende o debate sobre os limites das práticas pedagógicas nas escolas públicas, a responsabilidade das instituições e o papel das famílias na formação dos estudantes.