Tonin Superatacado inaugura mais uma loja da rede em Jaboticabal potencializando a economia da cidade

A rede Tonin Superatacado está vivendo mais um momento especial na sua história. A rede vai inaugurar sua nova loja na cidade Jaboticabal. A inauguração está prevista para o dia 18 de dezembro na Avenida Amorin Brenha, na Vila Santa Rosa.

O Tonin Superatacado em Jaboticabal terá 4.304 metros de área construída. A nova loja irá gerar centenas de novos empregos diretos e indiretos para sua  operação diária, além de desenvolver os produtores locais, principalmente no setor de fornecimento de hortaliças.

A loja atenderá no formato atacado para empresas e comerciantes de todos os tamanhos e também no varejo para compras domiciliares, contando com serviço de açougue, padaria e frios, além de hortifrúti completo.

Fundada em 1962 pelo empresário Luiz Tonin, em São Sebastião do Paraíso (MG), a rede Tonin é uma empresa familiar que está na terceira geração de diretores e tem forte atuação no interior de Minas Gerais e de São Paulo.

Atualmente, a rede Tonin opera 18 lojas nos formatos supermercado e cash & carry (conhecido como “atacarejo”, fusão das palavras atacado e varejo), além de dois Centros de Distribuição (CD) em São Sebastião do Paraíso e Jardinópolis, para atender as lojas do Estado de São Paulo e Minas Gerais, e emprega, aproximadamente, 2.000 colaboradores.

Em mês de novidades o Tonin Superatacado anunciou também uma parceria com a rede de lojas Vestcasa nas unidades do bairro Simioni em Ribeirão Preto. São Carlos, Bebedouro e São José Do Rio Preto.  Agora, dentro destas lojas existem espaços que vendem roupas de cama, mesa e banho, além de utensílios para o lar. Em breve outras lojas também terão esta mesma parceria. A experiência Vestcasa na Rede Tonin tem sido um grande sucesso e os clientes estão gostando muito.

Ribeirão Preto fica em 3º lugar no ranking do Programa Município Verde Azul

Ribeirão Preto conquistou o terceiro lugar no ranking do Programa Município Verde Azul (PMVA), do Governo do Estado de São Paulo, que avalia políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável. O resultado foi divulgado na última terça-feira (10), e o município alcançou a pontuação de 89,25 em um total de 100 pontos, ficando atrás apenas de São Paulo, que liderou o ranking com 96,5 pontos, e de São José dos Campos, que obteve 93 pontos.

Entre as dez diretrizes analisadas pelo programa, Ribeirão Preto se destacou principalmente em Arborização Urbana, com a implantação do Plano Estratégico do Sistema de Áreas Verdes e Arborização Urbana (PESAVAU) e do programa Planta Aí Ribeirão, responsável pelo plantio de mais de 20 mil mudas de árvores somente em 2025. Outro avanço relevante ocorreu no critério Qualidade do Ar, que apresentou melhora mesmo após as queimadas intensas registradas em 2024, resultado de ações realizadas ao longo de 2025, como a implantação do Programa de Prevenção Contra Incêndios Florestais (PPCIF), que intensificou a fiscalização, ampliou campanhas educativas e reduziu a ocorrência de incêndios.

A substituição gradual da frota de ônibus do transporte coletivo por veículos elétricos também contribuiu para a melhoria dos indicadores ambientais, ao reduzir a emissão de poluentes e gases de efeito estufa. Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, Agricultura e Sustentabilidade, o município segue avançando em outras diretrizes avaliadas pelo PMVA, como Educação Ambiental, Mudanças Climáticas, Recursos Hídricos e Saneamento Básico, com a revisão de planos, ampliação da drenagem urbana, universalização da coleta de resíduos e redução de perdas no abastecimento de água, reforçando o compromisso da cidade com a preservação ambiental e a sustentabilidade.

Brasileiro está falando menos de política no WhatsApp, mostra estudo

O compartilhamento de notícias de política está menos frequente em grupos de família, de amigos e de trabalho no WhatsApp. Além disso, mais da metade das pessoas que participam desses ambientes dizem ter medo de omitir opinião.

A constatação faz parte do estudo Os Vetores da Comunicação Política em Aplicativos de Mensagens, divulgado nesta segunda-feira (15).

O levantamento foi feito pelo centro independente de pesquisa InternetLab e pela Rede Conhecimento Social, instituições sem fins lucrativos.

A pesquisa identificou que mais da metade das pessoas que usam WhatsApp estão em grupos de família (54%) e de amigos (53%). Mais de um terço (38%) participam de grupos de trabalho.

Apenas 6% estão em grupos de debates de política. Em pesquisa realizada em 2020, eram 10%.

Ao se debruçar sobre o conteúdo dos grupos de família, de amigos e de trabalho, os pesquisadores verificaram que, de 2021 a 2024, caiu a frequência dos que aparecem mensagens sobre política, políticos e governo.

Em 2021, 34% das pessoas diziam que o grupo de família era no qual mais apareciam esse tipo de notícias. Em 2024, eram 27%.

Em relação aos grupos de amigos, a proporção caiu de 38% para 24%. Nos de trabalho, de 16% para 11%.

O estudo apresenta depoimentos de alguns dos entrevistados, sem identificá-los.

“Evitamos falar sobre política. Acho que todos têm um senso autorregulador ali, e cada um tenta ter bom senso para não misturar as coisas”, relata sobre o grupo de família uma mulher de 50 anos, de São Paulo.

As informações foram coletadas de forma online com 3.113 pessoas com 16 anos ou mais, de 20 de novembro a 10 de dezembro de 2024. Foram ouvidas pessoas de todas as regiões do país.

Receio de se posicionar

A pesquisa identificou que há receio em compartilhar opiniões políticas. Pouco mais da metade (56%) dos entrevistados disseram sentir medo de emitir opinião sobre política “porque o ambiente está muito agressivo”.

Foi possível mapear que essa percepção foi sentida por 63% das pessoas que se consideravam de esquerda, 66% das de centro e 61% das de direita.

“Acho que os ataques hoje estão mais acalorados. Então, às vezes você fala alguma coisa e é mais complicado, o pessoal não quer debater, na verdade, já quer ir para a briga mesmo”, conta uma mulher de 36 anos, de Pernambuco.

Os autores do estudo afirmam que se consolidaram os comportamentos para evitar conflitos nos grupos. Os dados mostram que 52% dos entrevistados se policiam cada dia mais sobre o que falam nos grupos, enquanto 50% evitam falar de política no grupo da família para fugir de brigas.

“As pessoas foram se autorregulando, e nos grupos onde sempre se discutia alguma coisa, hoje é praticamente zero. As pessoas tentam, alguém publica alguma coisa, mas é ignorado”, descreve uma entrevistada.

Cerca de dois terços (65%) dizem evitar compartilhar mensagens que possam atacar os valores de outras pessoas, segundo o levantamento.

Dos respondentes, 29% já saíram de grupos onde não se sentiam à vontade para expressar opinião política.

“Tive que sair, era demais, muita briga, muita discussão, propaganda política, bateção de boca”, conta uma entrevistada.

Afirmação

Mas o levantamento identifica também que 12% das pessoas compartilham algo considerado importante mesmo que possa causar desconforto em algum grupo.

Dezoito por cento afirmam que, quando acreditam em uma ideia, compartilham mesmo que isso possa parecer ofensivo.

“Eu taco fogo no grupo. Gosto de assunto polêmico, gosto de falar, gosto de tacar lenha na fogueira e muitas vezes sou removida”, diz uma mulher de 26 anos de Minas Gerais.

Entre os 44% que se consideram seguros para falar sobre política no WhatsApp, são adotadas as seguintes estratégias:

  • 30% acham que mandar mensagens de humor é um bom jeito de falar sobre política sem provocar brigas;
  • 34% acham que é melhor falar sobre política no privado do que em grupos;
  • 29% falam sobre política apenas em grupos com pessoas que pensam igualmente.

“Eu gosto de discutir, mas é individualmente. Eu não gosto de expor isso para todo mundo”, revela um entrevistado de 32 anos, do Espírito Santo.

“É como se as pessoas já tivessem aceitado que aquele grupo é mais alinhado com uma visão política específica. Entra quem quer”, define uma mulher, de 47 anos, do Rio Grande do Norte.

O estudo foi apoiado financeiramente pelo WhatsApp. De acordo com o InternetLab, a empresa não teve nenhuma ingerência sobre a pesquisa.

Amadurecimento

Uma das autoras do estudo, a diretora do InternetLab, Heloisa Massaro, constata que o WhatsApp é uma ferramenta “arraigada” no cotidiano das pessoas. Dessa forma, assim como no mundo “offline“, ou seja, presencial, o assunto política faz parte das interações.

O estudo é realizado anualmente, desde o fim de 2020. De acordo com Heloisa, ao longo dos anos, as pessoas “foram desenvolvendo normas éticas próprias para lidar com essa comunicação política no aplicativo”, principalmente nos grupos.

“Elas se policiam mais, relatam um amadurecimento no uso”, diz a autora. “Ao longo do tempo, a gente vai observando essa ética de grupos nas relações dos aplicativos de mensagem para falar sobre política se desenvolvendo”, completa.

Palmeiras segura Corinthians e conquista o tetra do Paulista Feminino

O Palmeiras é tetracampeão paulista feminino. Neste domingo (14), as palestrinas perderam do Corinthians por 1 a 0, no Canindé, em São Paulo, mas se beneficiaram da goleada por 5 a 1 aplicada no jogo de ida, há uma semana, na Arena Barueri, ficando à frente no placar agregado.

Campeão pela primeira vez em 2001, o Palmeiras conquistou seu terceiro título paulista desde a retomada da modalidade no clube, seis anos atrás. Com quatro troféus, as alviverdes se igualaram a Santos, Juventus e ao próprio Corinthians como maiores vencedoras do principal torneio estadual feminino do país.

O título coroa a temporada mais vitoriosa do futebol feminino palestrino desde 2019. Foram três títulos no ano. Além do Paulistão, o Palmeiras ganhou a Copa do Brasil em cima da Ferroviária e a Brasil Ladies Cup sobre o Grêmio – coincidentemente, também no Canindé.

A partida marcou, também, a despedida de Amanda Gutierres. A atacante teve 80% de seus direitos econômicos negociados pelo Palmeiras com o Boston Legacy, dos Estados Unidos, por US$ 1,1 milhão (R$ 5,8 milhões). A quinta venda mais cara do futebol feminino mundial e a maior do Brasil. A centroavante se tornou, em 2025, a principal goleadora alviverde, com 74 gols em 102 jogos.

Precisando de uma grande virada no confronto, o Corinthians se lançou todo ao ataque no primeiro tempo, mas foi impreciso nos passes (menos de 70% de acerto) e nas finalizações. A melhor chance foi nos acréscimos, quando a volante Duda Sampaio recebeu no meio da área e rolou para a atacante Vic Albuquerque bater na saída da goleira Kate Tapia. A bola, vagarosamente, parou na trave direita.

No segundo tempo, aos cinco minutos, após cruzamento pela esquerda, Tapia deixou a bola escapar nos pés de Gabi Zanotti, que foi derrubada pela zagueira Pati Maldaner. A própria meia cobrou e colocou as Brabas na frente. Mas a reação corintiana parou aí.

O técnico Lucas Piccinato encheu o time alvinegro de atacantes, mas sem conseguir assustar o Palmeiras, armado pela técnica Rosana Augusto para ser perigoso nos contra-ataques. Em um deles, aos 42 minutos, a atacante Greicy Landazury cruzou da direita e a volante Joselyn Espilanes, de voleio, mandou para as redes, mas o gol foi anulado por impedimento. Não fez falta. A festa no Canindé foi palestrina.

Sífilis continua em ritmo acelerado de crescimento no país e no mundo. A situação grave está entre mulheres grávidas

Dados do Ministério da Saúde, divulgados em outubro deste ano, mostram que a sífilis continua em ritmo acelerado de crescimento no Brasil, acompanhando uma tendência mundial. A situação é mais grave entre as gestantes: entre 2005 e junho de 2025, o país registrou 810.246 casos de sífilis em gestantes, com 45,7% dos diagnósticos na Região Sudeste, 21,1% no Nordeste, 14,4% no Sul, 10,2% no Norte e 8,6% no Centro-Oeste.

A taxa nacional de detecção alcançou 35,4 casos por mil nascidos vivos em 2024, o que revela o avanço da transmissão vertical, quando a infecção passa da mãe para o bebê.

Segundo a ginecologista Helaine Maria Besteti Pires Mayer Milanez, membro da Comissão Nacional Especializada em Doenças Infectocontagiosas da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), a luta para controlar os números da sífilis congênita se estende desde a década de 1980.

“Na realidade, sempre tivemos problema com a questão da sífilis no Brasil. Ainda não conseguimos encarar a redução dessas cifras há muitos anos”, disse à Agência Brasil.

Apesar de ser uma doença mais fácil de diagnosticar, rastrear e barato de tratar, em relação ao HIV, por exemplo, ainda não conseguimos o enfrentamento adequado para a redução significativa entre as mulheres jovens e também em fetos recém-nascidos.

“Então, temos um problema sério no Brasil, tanto com relação à população adulta jovem e,  consequentemente, na população em idade reprodutiva, e daí o aumento na transmissão vertical.” Para a médica, a sífilis é um desafio que ainda não conseguiu resultados positivos, diferentemente do que foi conseguido em relação ao HIV.

Subdiagnóstico

Helaine apontou que, “infelizmente”, a população da área da saúde subdiagnostica a infecção. O exame que se realiza para fazer a identificação da sífilis através do sangue é o VDRL (do inglês Venereal Disease Research Laboratory), teste não treponêmico, mais usado no Brasil.

Ele não é específico do treponema, mas tem a vantagem de indicar a infecção e acompanhar a resposta ao tratamento. Outro teste é o treponêmico, que fica positivo e nunca mais negativo.

A ginecologista explicou que o que tem acontecido, na prática, é o profissional da saúde ao ver o exame treponêmico positivo e o não treponêmico negativo, assumir que aquilo é uma cicatriz e não precisa tratar.

“Esse é o grande erro. A maioria das grávidas estará com um teste não treponêmico ou positivo ou com título baixo. Aí, ela mantém o ciclo de infecção que infecta o parceiro sexual e seu feto dentro do útero”. A interpretação inadequada da sorologia do pré-natal tem sido um problema, segundo a médica.

Outro  problema é o não tratamento da parceria sexual.

“Muitas vezes, os parceiros ou são inadequadamente tratados ou não tratados,  e aí as bacatérias continuam circulando na gestante e no parceiro que não foi tratado e ele reinfecta a mulher grávida e, novamente, ela tem risco de infectar a criança.”

O não diagnóstico adequado, a não valorização da sorologia no pré-natal acabam levando ao desfecho de uma criança com sífilis congênita.

A Febrasgo promove cursos de prevenção e tratamento das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) aos profissionais de saúde, além de produzir vários materiais técnicos de esclarecimento da população de médicos para que abordem de modo adequado as pacientes. 

Helaine Martinez participa ainda do grupo de transmissão vertical do Ministério da Saúde, que tem, há muitos anos, protocolo clínico e diretrizes terapêuticas da transmissão vertical de sífilis, HIV e hepatites virais. O material está disponível online para qualquer pessoa que queira acessá-lo.

“A gente fala que não é falta de informação. Mas precisa aplicar e estudar para ter o conhecimento adequado. Hoje a ocorrência de sífilis congênita é um dos melhores marcadores da atenção pré-natal”.

Infectados

 A população que mais infecta agora por sífilis e HIV no Brasil é a situada entre 15 e 25 anos e também a terceira idade. “A população jove, porque caiu o medo em relação às infecções sexualmente transmissíveis, e acabou abandonando os métodos de barreir. Quanto ao HIV, não existe mais aquele terror, porque é uma doença crônica tratável. Isso fez com que os adultos jovens baixassem a guarda na prevenção das infecções sexualmente transmissíveis”.

Já a terceira idade, com o consequente aumento da vida sexual ativa, com uso de remédios como o Viagra, que melhora a performance sexual dos homens mais velhos, e a falta do receio, porque não tem o risco de gravidez, contribui para o abandono dos métodos de barreira.

Um problema sério no Brasil é que a maioria das mulheres grávidas, mais de 80%, não tem sintoma da doença durante a gestação. Elas têm a forma assintomática, chamada forma latente. Com isso, se o exame não for interpretado da maneira adequada, a doença não será tratada e ela vai evoluir para a criança infectada.

Helaine Martinez afirmou que o homem também tem grande prevalência da doença assintomática atualmente. A partir do momento em que o indivíduo entra em contato com o treponema, ele desenvolve uma úlcera genital, que pode também ser na cavidade oral. Aí, esse cancro, na maior parte das vezes, aparece no órgão genital externo, na coroa do pênis. Já na mulher, a lesão fica escondida no fundo da vagina ou no colo do útero. Não é comum ela ficar na vulva. Portanto, ela passa despercebida para a mulher.

Riscos

O que acaba acontecendo é que no homem, mesmo sem tratar a sífilis, a lesão desaparece. Se ele não tiver agilidade e buscar atendimento, a lesão pode desaparecer, ele acaba não sendo tratado e acumula alto risco de transmitir para sua parceira sexual

Tanto a lesão da parte primária, que é o cancro, desaparece sem tratamento. Pode aparecer uma vermelhidão no corpo todo que também desaparece mesmo sem tratamento. O grande problema da sífilis é que a doença tem um marcador clínico de lesão na fase primária e secundária, mas a parte latente é assintomática e, mesmo nessa fase, o homem transmite a doença. A maioria desses homens não tem sintoma e, se não fizerem exame, não são identificados, indicou a especialista.

O único método que identifica o paciente é raspar a lesão e fazer a pesquisa do treponema porque, na fase inicial, os exames laboratoriais do sangue do paciente podem ser negativos. Mas eles positivam em média em duas ou três semanas.

Carnaval

A ginecologista afirmou que com a proximidade das festas carnavalescas, o contágio por sífilis é uma ameaça constante, porque as práticas sexuais com proteção nem sempre são utilizadas nessa época do ano.

“O abandono dos métodos de barreira tem feito crescer, infelizmente, as infecções sexualmente transmissíveis”.

Ela lembrou que, atualmente, já existe um recurso para o HIV, que é a PrEP (Profilaxia Pré-Exposição). Trata-se de um medicamento antirretroviral tomado por pessoas sem HIV 24 horas antes de a pessoa se expor a uma relação de risco, para prevenir a infecção. O medicamento reduz o risco em mais de 90% quando usado corretamente, através de comprimidos diários ou injeções, sendo ideal para populações-chave em maior risco e disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil.

Sem tratamento, a infecção pode evoluir para a fase secundária, caracterizada por um exantema difuso (manchas na pele), que atinge inclusive as palmas das mãos e as plantas dos pés. A doença também pode provocar alopecia em “caminho de rato” e condiloma plano (lesão genital).

“A fase secundária apresenta grande quantidade de treponemas circulantes (altos níveis da bactéria no sangue). Em gestantes, a chance de acometimento fetal chega a 100% quando a gestante apresenta a sífilis recente, o que torna o diagnóstico e o tratamento ainda mais urgentes”, destacou a médica. 

ALERTA – Estado de SP reforça alerta para vacinação após novo caso importado de sarampo

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) reforça o alerta para a prevenção do sarampo após a confirmação de um novo caso da doença na capital paulista. Trata-se de um homem de 27 anos, não vacinado, com histórico recente de viagem ao exterior. O paciente recebeu atendimento médico e já teve alta.

Este é o segundo caso de sarampo registrado no estado neste ano. O primeiro ocorreu em abril, também na capital, conforme monitoramento epidemiológico realizado pela vigilância estadual.

De acordo com as orientações da vigilância epidemiológica, todo caso suspeito de sarampo deve ser notificado e investigado imediatamente, em razão da alta transmissibilidade do vírus e do risco de disseminação da doença. Assim que o diagnóstico do paciente foi confirmado, todas as medidas de controle e prevenção foram imediatamente adotadas, incluindo investigação epidemiológica, busca ativa de contatos e intensificação da vacinação, em conjunto com a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (SMS-SP) e o Ministério da Saúde.

A SES-SP reforça que a vacinação é a principal forma de prevenção contra o sarampo. A vacina tríplice viral é segura, eficaz e protege também contra a rubéola e a caxumba. O Estado mantém estoques regulares do imunizante e orienta a população a verificar a situação vacinal, especialmente antes de viagens nacionais ou internacionais.

Quem deve se vacinar

Crianças de 6 a 11 meses

  • Dose Zero (D0), indicada em situações de risco aumentado de exposição ao vírus.
    Observação: esta dose não substitui as doses do calendário de rotina, que devem ser mantidas.

Crianças a partir de 12 meses

  • Primeira dose (D1) aos 12 meses, com a tríplice viral.
  • Segunda dose (D2) aos 15 meses, com a vacina tetraviral (ou tríplice viral + varicela).

Pessoas de 5 a 29 anos

  • Devem iniciar ou completar o esquema de duas doses da tríplice viral, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.

Pessoas de 30 a 59 anos

  • Devem receber uma dose da tríplice viral caso não haja comprovação de vacinação anterior.

Profissionais dos setores de saúde, turismo, hotelaria, transporte, alimentação e educação devem manter o esquema vacinal completo, conforme recomendação do Ministério da Saúde.

Dúvidas sobre vacinação

O Governo de São Paulo disponibiliza o portal Vacina 100 Dúvidas, que reúne as perguntas mais frequentes da população sobre vacinação, efeitos colaterais, eficácia dos imunizantes, doenças imunopreveníveis e riscos da não vacinação.
O acesso está disponível em: www.vacina100duvidas.sp.gov.br.

Região Central de Ribeirão recebe novo sistema de iluminação pública

Dando continuidade ao processo de modernização do parque de iluminação pública de Ribeirão Preto, a Prefeitura, por meio da Parceria Público-Privada (PPP) de Iluminação Pública com a Conecta Ribeirão, iniciou nesta sexta-feira, 12, a instalação do novo sistema na região Central da cidade.

A iniciativa faz parte do programa de requalificação do Centro, que prevê melhorias nas estruturas de zeladoria e manutenção, incluindo limpeza, iluminação e segurança, com o objetivo de valorizar o patrimônio urbano e incentivar a presença da população nesta área histórica.

O novo sistema utiliza lâmpadas de LED, que oferecem maior eficiência energética e menor custo operacional. A secretária de Infraestrutura, Juliana Ogawa, destaca os benefícios da tecnologia. “Essas lâmpadas têm vida útil muito superior às tradicionais utilizadas hoje na cidade. Isso reduz significativamente os custos e gera economia aos cofres públicos. Além de eficientes, são sustentáveis e acompanham o processo de transformação de Ribeirão Preto, que vem implantando estruturas e equipamentos urbanos resilientes e sustentáveis, beneficiando também o meio ambiente”, afirma.

Até o momento, quase 50 mil pontos de iluminação já foram modernizados em Ribeirão Preto, incluindo o distrito de Bonfim Paulista.

Para minimizar impactos no trânsito e no comércio, os serviços estão sendo realizados no período noturno na região Central. A previsão é de que a instalação seja concluída até o início da próxima semana (dia 15).

A Prefeitura, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Zeladoria, realiza a fiscalização do contrato da PPP de Iluminação Pública, garantindo que todas as etapas sejam cumpridas conforme previsto, utilizando as medidas legais e administrativas cabíveis para assegurar a continuidade e a qualidade desse serviço essencial.

Botafogo e Comercial já tem dias e horários dos confrontos na Copa São Paulo de Juniores 2026

Botafogo e Comercial já conhecem dias e horários dos confrontos na Copa São Paulo de Juniores 2026. A sede do Leão do Norte será a sua própria casa, já o Botafogo jogará na sede de Brodowski.

O alvinegro entrará em campo dia 03/01 para enfrentar o Atlético do Piauí, 06/01 contra o Noroeste e 09/01 finaliza a primeira fase contra o América Mineiro.

O Pantera entra em campo também dia 03/01 contra o Santa Cruz de Recife, 06/01 enfrenta o Badeirante de Birigui e encerra dia 09/01 jogando contra o Tuna Luso.

Flamengo vence mais uma na Copa Intercontinental e pega PSG na grande final

O Flamengo vive uma fase tão consistente que, mesmo sem exibir um futebol brilhante, consegue encontrar soluções para alcançar grandes resultados. Neste sábado, a bola parada — fundamento decisivo em competições internacionais — foi o diferencial na vitória por 2 a 0 sobre o Pyramids, do Egito, pela semifinal da Copa Intercontinental. A partida foi disputada no Estádio Ahmad bin Ali, em Al-Rayyan, no Catar, diante de pouco mais de oito mil torcedores, e teve os zagueiros Léo Pereira e Danilo como improváveis artilheiros.

Com o triunfo, o clube rubro-negro garantiu mais um troféu para sua galeria, a Copa Challenger, denominação dada à fase semifinal do torneio. Dias antes, ao eliminar o Cruz Azul, o Flamengo já havia levantado a taça do Derby das Américas, reforçando a sequência positiva na competição.

Desde o início, o Flamengo adotou uma postura dominante, pressionando o adversário e buscando o controle da partida. Após um começo intenso, o ritmo diminuiu e o Pyramids conseguiu equilibrar as ações. Ainda assim, a superioridade técnica do time carioca prevaleceu. Aos 24 minutos do primeiro tempo, Arrascaeta cobrou falta pela esquerda e Léo Pereira apareceu na primeira trave para abrir o placar de cabeça.

O gol não alterou o panorama do jogo, que seguiu morno até o intervalo. O Pyramids tentou adiantar a marcação e pressionar a saída de bola, criando algumas situações de perigo nos minutos finais da etapa inicial. Em uma delas, Rossi foi decisivo ao impedir o empate em finalização de Mayele.

No segundo tempo, os egípcios passaram a ter mais posse de bola e tentaram surpreender, mas novamente a bola parada definiu a partida. Aos sete minutos, Arrascaeta cobrou falta na segunda trave e Danilo cabeceou para o chão, ampliando o placar. Com a vantagem assegurada, o técnico Filipe Luís fez mudanças para poupar atletas e promoveu o retorno de Pedro aos gramados. O Pyramids ainda reclamou da arbitragem nos minutos finais, mas não conseguiu reagir. Agora, o Flamengo se prepara para a decisão contra o Paris Saint-Germain, marcada para quarta-feira, às 14h (de Brasília), no mesmo estádio.

Fashion Bazar – Edição de Natal movimenta a Avenida Nove de Julho com moda, gastronomia e criatividade

O Fashion Bazar, feira mais antiga de Ribeirão Preto, realiza sua edição especial de Natal nos dias 17 e 18 de dezembro, das 10h às 22h, na Avenida Nove de Julho, 652. A entrada é gratuita.

Em uma das avenidas mais tradicionais da cidade, o público encontrará um amplo mix de produtos: moda para toda a família, decoração (incluindo peças natalinas), artesanato criativo, acessórios variados e uma área gastronômica diversificada, com itens produzidos por empreendedores locais, como queijos, geleias, sorvetes artesanais, café especial, chocolates, chocolateria, chope artesanal, entre outros.

Organizado por Kiko Baruffini, o Fashion Bazar se consolidou como um dos principais espaços de fomento à economia criativa na cidade, valorizando o comércio local, fortalecendo o trabalho de expositores e ampliando a visibilidade de produtos autorais e independentes. O evento demonstra, ano após ano, como iniciativas colaborativas impulsionam geração de renda, inovação e diversidade cultural.

A edição deste ano conta com o apoio da Secretaria da Cultura e Turismo de Ribeirão Preto, reforçando o compromisso do município com ações que promovem cultura, criatividade, empreendedorismo e o fortalecimento dos pequenos negócios.

Serviço

Fashion Bazar – Edição de Natal
17 e 18 de dezembro (quarta e quinta)
10h às 22h
Avenida Nove de Julho, 652 – Ribeirão Preto
Entrada franca