Às vésperas da Série B, veja a posição do Botafogo no ranking de clubes da CBF

O Botafogo Futebol Clube (SP) inicia mais uma campanha no Campeonato Brasileiro Série B com a expectativa de fazer uma boa competição e, quem sabe, conquistar o acesso à elite do futebol nacional. A estreia está marcada para o dia 21 de março, em Ribeirão Preto, diante do Fortaleza Esporte Clube.

No ranking nacional de clubes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) 2026, o Botafogo aparece atualmente na 34ª colocação, com 4.036 pontos. A lista é atualizada anualmente pela entidade e leva em consideração o desempenho das equipes no Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil ao longo dos últimos cinco anos.

Nos últimos anos, o clube de Ribeirão Preto viu outras equipes do interior paulista avançarem no ranking. É o caso do Mirassol Futebol Clube, que agora soma 5.537 pontos e ocupa a 29ª colocação, e do Grêmio Novorizontino, que chegou a 4.436 pontos e subiu para o 32º lugar.

Entre os clubes paulistas, quem mais evoluiu no ranking foi a Associação Portuguesa de Desportos. A equipe conquistou 92 pontos na atualização mais recente, mas ainda aparece distante do pelotão de frente, ocupando a 121ª posição, com 461 pontos.

No topo da lista estadual, a principal novidade foi a ultrapassagem do Sport Club Corinthians Paulista sobre a Sociedade Esportiva Palmeiras. O Corinthians é atualmente o clube paulista mais bem colocado no ranking, aparecendo na 2ª posição, com 14.930 pontos, enquanto o Palmeiras surge em 3º lugar, com 13.860 pontos.O Flamengo é líder absoluto com 16.314 pontos.

Todos os jogos do Botafogo serão transmitidos pela Rádio Jovem Pan News FM – 107,5 e pelo Canal WSports Oficial no Youtube. A equipe comandada pelo jornalista Wilson Rocha apresenta de segunda a sexta feira às 12h – o programa Bate Pronto com todas as informações do Botafogo.

 

Veja o Ranking Nacional de Clubes de futebol masculino 2026

  • 1º – Flamengo-RJ: 16.314 pontos
  • 2º – Corinthians-SP: 14.930 pontos
  • 3º – Palmeiras-SP: 13.860 pontos
  • 4º – Atlético-MG: 13.696 pontos
  • 5º – São Paulo-SP: 13.556 pontos
  • 6º – Fluminense-RJ: 13.006 pontos
  • 7º – Botafogo-RJ: 12.834 pontos
  • 8º – Athletico-PR: 12.656 pontos
  • 9º – Bahia-BA: 12.632 pontos
  • 10º – Vasco da Gama-RJ: 11.330 pontos
  • 11º – Cruzeiro-MG: 11.010 pontos
  • 12º – Grêmio-RS: 10.636 pontos
  • 13º – Fortaleza-CE: 10.382 pontos
  • 14º – Internacional-RS: 10.014 pontos
  • 15º – Red Bull Bragantino-SP: 9.802 pontos
  • 16º – Santos-SP: 8.852 pontos
  • 17º – Juventude-RS: 8.426 pontos
  • 18º – Atlético-GO: 7.476 pontos
  • 19º – América-MG: 7.429 pontos
  • 20º – Vitória-BA: 7.205 pontos
  • 21º – Ceará-CE: 7.122 pontos
  • 22º – Cuiabá-MT: 6.746 pontos
  • 23º – Goiás-GO: 6.463 pontos
  • 24º – Coritiba-PR: 6.381 pontos
  • 25º – Sport-PE: 6.340 pontos
  • 26º – CRB-AL: 6.150 pontos
  • 27º – Criciúma-SC: 6.090 pontos
  • 28º – Mirassol-SP: 5.537 pontos
  • 29º – Vila Nova-GO: 4.750 pontos
  • 30º – Operário-PR: 4.525 pontos
  • 31º – Avaí-SC: 4.491 pontos
  • 32º – Novorizontino-SP: 4.436 pontos
  • 33º – Chapecoense-SC: 4.277 pontos
  • 34º – Botafogo-SP: 4.036 pontos
  • 35º – Paysandu-PA: 4.030 pontos
  • 36º – Brusque-SC: 3.807 pontos
  • 37º – Remo-PA: 3.764 pontos
  • 38º – Ponte Preta-SP: 3.743 pontos
  • 39º – CSA-AL: 3.736 pontos
  • 40º – Amazonas-AM: 3.403 pontos
  • 41º – Ituano-SP: 3.380 pontos
  • 42º – Tombense-MG: 3.240 pontos
  • 43º – Volta Redonda-RJ: 3.210 pontos
  • 44º – Náutico-PE: 3.200 pontos
  • 45º – Guarani-SP: 3.186 pontos
  • 46º – ABC-RN: 3.008 pontos
  • 47º – Sampaio Corrêa-MA: 2.908 pontos
  • 48º – Londrina-PR: 2.865 pontos
  • 49º – Retrô-PE: 2.707 pontos
  • 50º – Ypiranga-RS: 2.686 pontos
  • 51º – Athletic-MG: 2.570 pontos
  • 52º – Botafogo-PB: 2.529 pontos
  • 53º – Confiança-SE: 2.363 pontos
  • 54º – Ferroviária-SP: 2.201 pontos
  • 55º – Aparecidense-GO: 2.091 pontos
  • 56º – Maringá-PR: 2.086 pontos
  • 57º – São Bernardo-SP: 2.061 pontos
  • 58º – Caxias-RS: 2.051 pontos
  • 59º – Figueirense-SC: 1.983 pontos
  • 60º – Ferroviário-CE: 1.916 pontos
  • 61º – Floresta-CE: 1.838 pontos
  • 62º – América-RN: 1.818 pontos
  • 63º – São José-RS: 1.741 pontos
  • 64º – Manaus-AM: 1.697 pontos
  • 65º – Altos-PI: 1.575 pontos
  • 66º – Nova Iguaçu-RJ: 1.566 pontos
  • 67º – Águia de Marabá-PA: 1.437 pontos
  • 68º – Brasil de Pelotas-RS: 1.434 pontos
  • 69º – Anápolis-GO: 1.404 pontos
  • 70º – Sousa-PB: 1.394 pontos
  • 71º – Tocantinópolis-TO: 1.297 pontos
  • 72º – FC Cascavel-PR: 1.271 pontos
  • 73º – Brasiliense-DF: 1.242 pontos
  • 74º – ASA-AL: 1.239 pontos
  • 75º – Porto Velho-RO: 1.185 pontos
  • 76º – Pouso Alegre-MG: 1.168 pontos
  • 77º – Ceilândia-DF: 1.131 pontos
  • 78º – Portuguesa-RJ: 1.101 pontos
  • 79º – Inter de Limeira-SP: 1.070 pontos
  • 80º – Humaitá-AC: 1.064 pontos
  • 81º – Trem-AP: 1.064 pontos
  • 82º – Sergipe-SE: 1.045 pontos
  • 83º – Juazeirense-BA: 1.016 pontos
  • 84º – Itabaiana-SE: 1.011 pontos
  • 85º – Maranhão-MA: 1.001 pontos
  • 86º – Santa Cruz-PE: 979 pontos
  • 87º – Tuna Luso-PA: 978 pontos
  • 88º – São Raimundo-PA: 965 pontos
  • 89º – Maracanã-CE: 959 pontos
  • 90º – Cianorte-PR: 940 pontos
  • 91º – Iguatu-CE: 926 pontos
  • 92º – União-MT: 793 pontos
  • 93º – Operário-MS: 783 pontos
  • 94º – Jacuipense-BA: 756 pontos
  • 95º – Capital-DF: 755 pontos
  • 96º – Real Noroeste-ES: 754 pontos
  • 97º – Fluminense-PI: 734 pontos
  • 98º – São Luiz-RS: 707 pontos
  • 99º – Barra-SC: 704 pontos
  • 100º – Treze-PB: 703 pontos
  • 101º – Atlético-CE: 679 pontos
  • 102º – Operário-MT: 667 pontos
  • 103º – Manauara-AM: 665 pontos
  • 104º – Água Santa-SP: 659 pontos
  • 105º – Marcílio Dias-SC: 658 pontos
  • 106º – Moto Club-MA: 615 pontos
  • 107º – Parnahyba-PI: 608 pontos
  • 108º – Concórdia-SC: 607 pontos
  • 109º – Campinense-PB: 599 pontos
  • 110º – Santa Cruz-RN: 584 pontos
  • 111º – Azuriz-PR: 559 pontos
  • 112º – Rio Branco-ES: 536 pontos
  • 113º – Boavista-RJ: 531 pontos
  • 114º – GAS-RR: 531 pontos
  • 115º – Santo André-SP: 510 pontos
  • 116º – Guarany de Bagé-RS: 505 pontos
  • 117º – União-TO: 505 pontos
  • 118º – Bahia de Feira-BA: 501 pontos
  • 119º – Mixto-MT: 494 pontos
  • 120º – Rio Branco-AC: 482 pontos
  • 121º – Portuguesa-SP: 461 pontos
  • 122º – Iporá-GO: 459 pontos
  • 123º – Atlético-BA: 456 pontos
  • 124º – Costa Rica-MS: 456 pontos
  • 125º – Princesa do Solimões-AM: 448 pontos
  • 126º – Patrocinense-MG: 438 pontos
  • 127º – Lagarto-SE: 435 pontos
  • 128º – CSE-AL: 431 pontos
  • 129º – Parnaíba-PI: 429 pontos
  • 130º – Petrolina-PE: 404 pontos
  • 131º – Corumbaense-MS: 404 pontos
  • 132º – Barcelona-BA: 380 pontos
  • 133º – Jequié-BA: 380 pontos
  • 134º – Independência-AC: 380 pontos
  • 135º – Hercílio Luz-SC: 372 pontos
  • 136º – Joinville-SC: 370 pontos
  • 137º – Potiguar-RN: 366 pontos
  • 138º – CRAC-GO: 361 pontos
  • 139º – Novo Hamburgo-RS: 357 pontos
  • 140º – Globo-RN: 355 pontos
  • 141º – Central-PE: 351 pontos
  • 142º – Olaria-RJ: 350 pontos
  • 143º – Uberlândia-MG: 347 pontos
  • 144º – Imperatriz-MA: 346 pontos
  • 145º – Goianésia-GO: 331 pontos
  • 146º – Goiatuba-GO: 330 pontos
  • 147º – Rio Branco-ES: 326 pontos
  • 148º – Camboriú-SC: 324 pontos
  • 149º – Nova Venécia-ES: 320 pontos
  • 150º – Itabuna-BA: 316 pontos
  • 151º – Luverdense-MT: 315 pontos
  • 152º – Aimoré-RS: 314 pontos
  • 153º – Maricá-RJ: 305 pontos
  • 154º – Paraná-PR: 305 pontos
  • 155º – Audax Rio-RJ: 304 pontos
  • 156º – River-PI: 304 pontos
  • 157º – Caucaia-CE: 279 pontos
  • 158º – Murici-AL: 276 pontos
  • 159º – Quatro de Julho-PI: 264 pontos
  • 160º – Oeste-SP: 260 pontos
  • 161º – Monte Azul-SP: 255 pontos
  • 162º – Itabirito-MG: 255 pontos
  • 163º – Horizonte-CE: 255 pontos
  • 164º – Pacajus-CE: 255 pontos
  • 165º – Goiânia-GO: 255 pontos
  • 166º – Penedense-AL: 255 pontos
  • 167º – Porto Vitória-ES: 255 pontos
  • 168º – Caldense-MG: 253 pontos
  • 169º – Real Ariquemes-RO: 238 pontos
  • 170º – Democrata-GV-MG: 234 pontos
  • 171º – Castanhal-PA: 234 pontos
  • 172º – Nova Mutum-MT: 229 pontos
  • 173º – Resende-RJ: 228 pontos
  • 174º – Cordino-MA: 228 pontos
  • 175º – Falcon-SE: 228 pontos
  • 176º – Vitória-ES: 228 pontos
  • 177º – São Francisco-AC: 228 pontos
  • 178º – São José-SP: 204 pontos
  • 179º – Democrata-SL-MG: 204 pontos
  • 180º – Ipatinga-MG: 204 pontos
  • 181º – Avenida-RS: 204 pontos
  • 182º – Cametá-PA: 204 pontos
  • 183º – Serra-ES: 204 pontos
  • 184º – Villa Nova-MG: 200 pontos
  • 185º – Nacional-AM: 195 pontos
  • 186º – Nacional-PB: 180 pontos
  • 187º – Juventude-MA: 178 pontos
  • 188º – Tuntum-MA: 175 pontos
  • 189º – XV de Piracicaba-SP: 153 pontos
  • 190º – São Joseense-PR: 153 pontos
  • 191º – Juventus-SC: 153 pontos
  • 192º – Cruzeiro-AL: 153 pontos
  • 193º – Interporto-TO: 153 pontos
  • 194º – URT-MG: 152 pontos
  • 195º – Icasa-CE: 152 pontos
  • 196º – Grêmio Anápolis-GO: 152 pontos
  • 197º – São Raimundo-AM: 152 pontos
  • 198º – Votuporanguense-SP: 125 pontos
  • 199º – Barcelona-RO: 125 pontos
  • 200º – Dourados-MS: 125 pontos
  • 201º – Oratório-AP: 125 pontos
  • 202º – Pérolas Negras-RJ: 102 pontos
  • 203º – Crato-CE: 102 pontos
  • 204º – Próspera-SC: 102 pontos
  • 205º – Afogados-PE: 102 pontos
  • 206º – Ação-MT: 102 pontos
  • 207º – São Paulo Crystal-PB: 102 pontos
  • 208º – Náutico-RR: 102 pontos
  • 209º – Portuguesa Santista-SP: 100 pontos
  • 210º – Marília-SP: 100 pontos
  • 211º – Glória-RS: 100 pontos
  • 212º – Ji-Paraná-RO: 100 pontos
  • 213º – Independente-AP: 100 pontos
  • 214º – Guarany de Sobral-CE: 89 pontos
  • 215º – Esportivo-RS: 83 pontos
  • 216º – Penarol-AM: 77 pontos
  • 217º – Madureira-RJ: 76 pontos
  • 218º – Jaraguá-GO: 76 pontos
  • 219º – Gama-DF: 76 pontos
  • 220º – Palmas-TO: 76 pontos
  • 221º – Atlético-AC: 76 pontos
  • 222º – Galvez-AC: 76 pontos
  • 223º – Águia Negra-MS: 76 pontos
  • 224º – Ypiranga-AP: 76 pontos
  • 225º – Salgueiro-PE: 75 pontos
  • 226º – Paragominas-PA: 63 pontos
  • 227º – Picos-PI: 60 pontos
  • 228º – São Bento-SP: 51 pontos
  • 229º – Bangu-RJ: 51 pontos
  • 230º – Boa Esporte-MG: 51 pontos
  • 231º – Rio Branco-PR: 51 pontos
  • 232º – Fast Clube-AM: 51 pontos
  • 233º – Santa Cruz-RS: 25 pontos
  • 234º – Aquidauanense-MS: 10 pontos
  • 235º – Santana-AP: 10 pontos

Comercial emite nota de repúdio por ato de misoginia em seu estádio no jogo contra o Nacional

O Comercial emitiu uma nota de repúdio logo após o jogo contra o Nacional de São Paulo lamentando o assédio sofrido pela médica Bianca Francelino que prestava serviços a equipe do Nacional durante a partida . As imagens deste fato estão no instagram @portalwmais

O Comercial venceu a partida por 2 a 0

Nota oficial do Comercial

O Comercial Futebol Clube repudia e lamenta o assédio sofrido pela médica Bianca Francelino, no jogo contra o Nacional, neste sábado (7).

A doutora Bianca, residente em Ribeirão Preto, prestava serviço freelancer para o clube da capital, quando sofreu atos misóginos vindos de um torcedor.

O Comercial informa que esse torcedor já foi identificado pelas autoridades e funcionários da FPF (Federação Paulista de Futebol), que adotarão todas as medidas judiciais cabíveis.

O Comercial é plural e de todos. Machistas, racistas, homofóbicos e todos os tipos de preconceituosos não são bem-vindos no estádio Palma Travassos.

CBF confirma data de estreia e dos primeiros jogos Botafogo na Série B 2026

A competição começará no dia 21 de março, com cinco partidas: Ceará x São Bernardo, no Castelão; Vila Nova x CRB, no Onésio B. Alvarenga; Operário-PR x Atlético-GO, no Germano Kruger; Botafogo-SP x Fortaleza, no Santa Cruz; e Cuiabá x Sport, na Arena Pantanal.

No dia 22, a primeira rodada será completada com outros cinco jogos: Avaí x Juventude, na Ressacada; Náutico x Criciúma, nos Aflitos; Athletic-MG x Ponte Preta, na Arena Sicredi; Goiás x América-MG, no Hailé Pinheiro; e Novorizontino x Londrina, no Jorge Ismael de Biasi.

21/03 – 19h15 – Botafogo x Fortaleza

02/04 – 21h – América-MG x Botafogo

05/04 – 20h30 – Botafogo x São Bernardo/SP

10/04 – 20h30 – Criciúma/SC x Botafogo

20/04 – 19h30 – Botafogo x Atlético/GO

Todos os jogos do Botafogo serão transmitidos pela Rádio Jovem Pan News FM – 107,5 e pelo Canal WSports Oficial no Youtube. A equipe comandada pelo jornalista Wilson Rocha apresenta de segunda a sexta feira às 12h – o programa Bate Pronto com todas as informações do Botafogo.

Misoginia: médica denuncia assédio em jogo entre Comercial e Nacional, e partida é paralisada

Um registro de conduta discriminatória ocorreu durante o jogo entre Comercial e Nacional pela Série A4 do Paulista, neste sábado (7), no Estádio Palma Travassos.

Segundo informações colhidas no local, a profissional de saúde do Nacional, Bianca Francelino, sofreu ofensas de cunho discriminatório e gestos inadequados vindos da arquibancada enquanto realizava um atendimento em campo. A partida, válida pela nona rodada, precisou ser paralisada.

Ação da Arbitragem
Ao ser informada sobre o ocorrido, a árbitra Ana Caroline Carvalho interrompeu o confronto e realizou o sinal protocolar de braços cruzados sobre a cabeça. Este gesto é o padrão adotado para sinalizar atos de preconceito e intolerância em estádios, conforme diretrizes da Fifa.

O relato partiu da própria profissional atingida, com registros captados pelas equipes do Canal WSports e Portal WMais. O jogo ficou suspenso por cerca de cinco minutos e os fatos foram detalhados na súmula que será encaminhada à Federação Paulista de Futebol (FPF).

Contexto e Definição
Bianca Francelino, que reside em Ribeirão Preto, atuava como prestadora de serviço para a equipe da capital. O termo utilizado para definir esse tipo de aversão ou desprezo específico contra mulheres é a misoginia, que se manifesta por meio de comportamentos que buscam diminuir ou hostilizar o gênero feminino.

Posicionamento do Clube
Após o encerramento do jogo, o Comercial Futebol Clube divulgou uma nota oficial manifestando total repúdio ao ocorrido. O clube lamentou o episódio e reforçou que o responsável já foi identificado pelas autoridades e pela FPF para as providências legais.

A diretoria reiterou que o Estádio Palma Travassos é um ambiente plural e que comportamentos de exclusão ou qualquer tipo de preconceito não são aceitos pela instituição.

“Registro do momento em que a médica Bianca Francelino relata o incidente envolvendo um torcedor à árbitra Ana Caroline D’eleuterio de Sousa Carvalho. (Imagem: Canal WSports / Portal Wmais)”

Brasil fará jogo de despedida no Maracanã antes da Copa do Mundo

O Brasil fará um jogo de despedida da torcida brasileira antes da disputada da Copa do Mundo de 2026, anunciou a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A seleção enfrentará o Panamá no dia 31 de maio no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

“Será a oportunidade de os comandados de Carlo Ancelotti se apresentarem pela última vez diante da torcida brasileira, marcando a arrancada em busca do hexacampeonato mundial”, diz a nota emitida pela CBF.

“Acho muito simbólico que essa despedida seja num palco tão importante e emblemático. O Maracanã é a casa da seleção brasileira, um estádio conhecido no mundo inteiro e que sempre foi palco de grandes apresentações. Receber o carinho e o apoio dos torcedores será fundamental”, declarou o presidente da CBF, Samir Xaud.

A seleção panamenha ocupa atualmente a 33ª colocada no Ranking de seleções da Fifa e está no grupo L da Copa do Mundo (que será disputada no Canadá, no México e nos Estados Unidos entre 11 de junho e 19 de julho), ao lado de Inglaterra, Croácia e Gana.

Amistosos preparatórios

Desta forma, antes do início da Copa, a seleção brasileira fará quatro amistosos preparatórios. O primeiro será no dia 26 de março, quando enfrentará a França, atual 3ª colocada do ranking de seleções da Fifa, no Gillete Stadium, em Boston. O estádio receberá sete partidas do Mundial. No dia 31 de março será a vez de o Brasil medir forças com a Croácia, no Camping World Stadium, em Orlando. Os croatas ocupam a 10ª posição no ranking da Fifa.

Comercial vence Nacional e soma três importantes pontos no Paulista A4

O Comercial de Ribeirão conquistou uma importante vitória ao derrotar o Nacional de São Paulo em partida disputada neste sábado(7). Esta foi a primeira vitória do Leão do Norte em casa neste Campeonato Paulista.  Com atuação consistente e bom aproveitamento nas oportunidades criadas, a equipe ribeirão-pretana conseguiu garantir o resultado positivo diante de um adversário tradicional do futebol paulista. 

Desde o início do jogo, o Comercial mostrou postura ofensiva, pressionando a saída de bola do Nacional e buscando abrir o placar. A estratégia deu resultado ainda na primeira etapa, quando o time conseguiu balançar as redes após uma jogada do lateral direito Vitão que cruzou a bola para a grande área, mas no trajeto a bola ganhou efeito, cobriu o goleiro e foi parar nos fundos das redes do adversário. 

Na volta do intervalo, o Nacional tentou reagir e passou a ter mais posse de bola, criando algumas chances de perigo. No entanto, a defesa do Comercial se manteve organizada e conseguiu neutralizar as principais investidas do adversário.

A equipe de Ribeirão Preto ainda ampliou a vantagem. Em falta cobrada do lado esquerdo, o zagueiro Dogão apareceu na segunda trave golpeando a bola para o gol , levando a torcida presente a comemorar mais um gol que praticamente definiu o confronto. Mesmo com a pressão final do Nacional, o placar permaneceu favorável ao Comercial até o apito final – Comercial 2 x 0 Nacional

O jogo marcou a volta do técnico Pinho no comando da equipe no lugar de Raphael Pereira dispensado esta semana.

Com o resultado, o Comercial soma três pontos importantes na competição e ganha confiança para a sequência da temporada. O alvinegro volta a campo no próximo sábado para enfrentar o Araçatuba na casa do adversário. Já o Nacional terá que buscar recuperação nas próximas rodadas para fugir do rebaixamento..

Morre em Ribeirão Preto o radialista e apresentador Manoel Branco aos 57 anos

Morreu neste sábado (7), em Ribeirão Preto, o apresentador Manoel Branco, aos 57 anos. Ele era conhecido pelo trabalho na televisão e no rádio da cidade, onde conquistou grande reconhecimento do público.

Manoel Branco apresentava um programa na TV Clube Band e também teve passagens por diversas emissoras de rádio da região, tornando-se uma figura bastante conhecida no meio da comunicação local.

De acordo com as primeiras informações, a suspeita é de que o apresentador tenha sofrido um infarto. No entanto, a causa da morte ainda deve ser confirmada oficialmente.

O jornalista Wilson Rocha, conhecido como Rochinha, lamentou a morte do amigo. Ambos se encontraram pessoalmente nesta última semana. ” Estou absolutamente chocado com a morte do Manoel Branco, nos encontramos na loja do Tonin Superatacado da avenida Castelo Branco esta semana. Conversamos por mais de 30 minutos. Ele estava muito bem, e mais magro, até cheguei a elogia-lo. A única coisa que se queixou naquele dia foram as dores nas pernas e pés por causa da doença gota que ele tinha. Muito triste”. Disse Wilson Rocha

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o velório e o sepultamento.

Frente fria avança pelo Brasil e deve provocar chuva forte e queda de temperatura no Sul e Sudeste

Uma nova frente fria deve provocar mudanças no tempo nas regiões Sul e Sudeste do Brasil entre os dias 8 e 11 de março, com previsão de chuva intensa, queda de temperatura e risco de temporais em diversas áreas. De acordo com previsões meteorológicas divulgadas por empresas de monitoramento climático, o sistema começa a avançar pelo Sul no fim de semana e segue em direção ao Sudeste nos dias seguintes, alterando o padrão de calor que predominou nos últimos dias em grande parte do país.

Segundo meteorologistas, a frente fria deve atingir inicialmente estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, trazendo aumento da nebulosidade, pancadas de chuva e possibilidade de temporais acompanhados de rajadas de vento e descargas elétricas. A mudança no tempo ocorre devido ao contraste entre o ar quente e úmido que atua sobre o Brasil e a chegada de uma massa de ar mais frio de origem polar, condição que favorece a formação de instabilidades atmosféricas.

Na sequência, o sistema deve avançar para o Sudeste do Brasil, afetando estados como São Paulo, Rio de Janeiro e áreas de Minas Gerais, com previsão de aumento das chuvas e queda nas temperaturas. A expectativa é de que as instabilidades se intensifiquem principalmente entre os dias 9 e 10 de março, podendo provocar acumulados elevados de chuva em algumas regiões. Especialistas recomendam atenção às atualizações da previsão do tempo, já que o avanço da frente fria pode provocar temporais isolados e mudanças rápidas nas condições climáticas.

SINCOVARP e FecomercioSP se manifestam sobre o fim da escala 6 x 1 e apontam que custo do trabalho aumentaria 22%

O Sindicato do Comercio Varejista de Ribeirão Preto ( Sincovarp) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo ( FecomércioSP) se manifestaram sobre o fim da escala 6 x 1. No longo comunicado as entidades demosntram grande preocupação com esta decisão e os problemas que ela podeira trazer para a economia regional e nacional apontando que o custo do trabalho aumentaria 22% com fim da escala 6×1

Nota na íntegra.

Desemprego, inflação, queda de produtividade e aumento dos riscos trabalhistas e sociais, além de engessar — décadas após a Constituição de 1988 — as relações entre trabalhadores e empresariado. Esses são alguns dos efeitos negativos que o País terá caso a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que pretende alterar o artigo 7º da Constituição Federal acerca da jornada formal de trabalho, seja aprovada e se torne lei.

A redução de jornada sem a devida compensação salarial elevaria o custo da hora trabalhada em 22%, segundo levantamento conjunto do SINCOVARP (Sindicato do Comércio Varejista de Ribeirão Preto) e da FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo). Para se ter uma ideia desse impacto e da inviabilidade de absorção desse custo pelas empresas, os reajustes reais firmados em convenção coletiva, quando concedidos, são de aproximadamente 1% e consideram fatores como ganhos de produtividade.

“Nesse contexto, a elevação abrupta e imposta via Constituição sem nenhuma contrapartida teria um efeito devastador para as empresas — principalmente as Micro, Pequenas e Médias (MPEs), que dinamizam a força produtiva da economia brasileira e de Ribeirão Preto”, alerta Paulo César Garcia Lopes, presidente do SINCOVARP, representante oficial do Varejo em Ribeirão Preto e mais 43 municípios da região.

O impacto para esses negócios seria decisivo, considerando que são estes que mais pagam tributos, têm menos recursos para se manterem e, ainda assim, geram pelo menos 1 milhão de empregos por ano, segundo o Sebrae.

Carga horária
O levantamento leva em consideração a queda de cerca de 18% na carga horária semanal. A lei atingiria dois terços dos trabalhadores formais brasileiros (63% dos vínculos trabalhistas tinham contratos entre 41 e 44 horas semanais no ano de 2023, de acordo com a Relação Anual de Informações Sociais, a RAIS) e no caso do comércio varejista e de serviços intensivos em mão-de-obra, esse percentual gira em torno de 90%. Na agricultura e na construção civil, a proporção é semelhante. São atividades que têm sustentado o crescimento da economia brasileira nos últimos anos.

Exemplo:
Funcionário no modelo atual (44 horas semanais)
Salário hipotético: R$ 2,2 mil
Custo da hora trabalhada: R$ 10
Funcionário no modelo proposto (36 horas semanais)
Salário hipotético: R$ 2,2 mil
Custo da hora trabalhada: R$ 12,22
Variação do volume da carga horária: -18,2%
Variação do custo da hora trabalhada: 22,2%

Na avaliação do SINCOVARP e da FecomercioSP, representante de 1,8 milhão de empresas brasileiras responsáveis por aproximadamente 10% do PIB nacional, a discussão sobre o fim da escala 6×1, ainda sob a justificativa de melhorar a qualidade de vida de trabalhadores e trabalhadoras, deve levar em conta os reflexos econômicos mais amplos que tende a causar.

“Reduções ou fixações da jornada laboral — considerando ajustes ou não dos salários — devem continuar, na nossa visão, sendo elaboradas no âmbito das negociações coletivas, conjunto de mecanismos (como as convenções coletivas e os acordos coletivos de trabalho) em funcionamento há muito tempo e que geram bons resultados para empresas e colaboradores. Importante lembrar que a as CCTs são prerrogativas exclusivas dos Sindicatos”, destaca Lopes.

Vale ressaltar que, embora a jornada legal no Brasil seja de 44 horas, a média da jornada negociada é menor: 39 horas. E alguns setores produtivos têm lançado mão dessas convenções para reduzir a jornada dos funcionários, como parte de estratégias próprias de melhoria da produtividade. Há ainda aqueles que ajustam o volume de horas semanais para compensar períodos de jornada menor com outros em que, ao contrário, a demanda é mais abundante.

Cada setor e cada ramo de atuação têm as próprias particularidades nessa relação. Ademais, imposições atrapalham os possíveis ajustes que podem ser realizados via acordos e convenções.

Medida inflacionária
Como não haveria contrapartida ou garantias de melhoria na produtividade, o empresariado teria, então, de repassar o aumento de custos aos preços, pressionando a inflação.

O SINCOVARP e a FecomercioSP alertam para outros possíveis efeitos negativos da medida: a fragilização dos pequenos negócios, aumentando ainda mais a concentração de capital em grandes players; redução do ritmo de contratações devido ao aumento do custo da hora trabalhada; aceleração de processos de mecanização das atividades (adoção de self checkouts, por exemplo) reduzindo postos de trabalho; a “juniorização” de algumas funções, que consiste na substituição de profissionais mais experientes e de maior salário por colaboradores com menor salário, entre outras consequências que precisam ser muito bem avaliadas pelos parlamentares.

Produtividade ainda mais afetada
Outro efeito nocivo da PEC seria afetar a produtividade, que já é historicamente baixa no Brasil. Dados apontaram que, em 2024, cada hora trabalhada por um brasileiro produziu um montante de US$ 21,40. Foi o suficiente para manter o País na 78ª colocação no ranking de produtividade global da Conference Board, um dos mais respeitados do planeta. No topo dessa lista estão os norte-americanos, que produzem US$ 94,80 por hora trabalhada.

Uma série de fatores explica esse fenômeno, como baixa qualificação da mão de obra brasileira, ambiente regulatório complexo, escassez de inovação e alto custo na disponibilidade de capital. “Promover ou intensificar reformas e iniciativas para aprimorar essas causas seria uma forma de o poder público agir positivamente sobre a jornada laboral e estimular desenvolvimento econômico aliado à qualidade de vida”, afirma Lopes.

Experiência internacional não é impositiva
Outro aspecto relevante dessa discussão é observar como outros países lidaram com a discussão. A maioria reduziu jornadas com base em mecanismos de negociação coletiva, não impondo uma regra impositiva via Constituição.

Nos Estados Unidos, por exemplo, houve uma redução de 11 horas no cômputo anual da jornada em um intervalo de 15 anos. No vizinho México, a queda foi de 37 horas, entre 2010 e 2023, segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Os próprios países da organização diminuíram essa margem em 55 horas no período. A PEC, ao contrário, propõe cortar boa parte da jornada de forma imediata.

O ritmo dessa alteração ao longo de um determinado período é importante não apenas do ponto de vista legal, mas principalmente porque um processo lento e gradual permite que a sociedade e a economia se ajustem às novas relações trabalhistas, criando estratégias para manter — e, principalmente, aumentar — a produtividade e a renda per capita nacional.

Além disso, a maioria dos países tem uma jornada negociada menor do que a legal. Isso acontece, justamente, porque os mecanismos de acordos trabalhistas funcionam em diferentes contextos socioeconômicos.

A jornada negociada brasileira (média de 39 horas), por exemplo, é muito parecida com a de países desenvolvidos, como Estados Unidos (38 horas) e Portugal (38,2 horas). Em comparação com vizinhos latino-americanos, pode-se dizer que os brasileiros têm uma carga de trabalho ainda menor: enquanto estão em atividade produtiva formal por, pelo menos, 1.709 horas por ano, considerando a jornada negociada, esse número é de 1.997 na Colômbia e de 2.255 no México.

Há casos em que a jornada negociada é muito menor do que a legal, como é na Alemanha, em que a lei estipula 48 horas semanais, mas acordos baixaram-na para 34,2 horas. Nesse sentido, nossa Constituição é flexível, fixando jornada de até 8 horas diárias e 44 semanais.

Articulações regional e estadual
O SINCOVARP e a FecomercioSP articulam com os poderes Legislativo e Executivo no intuito de levarem dados e análises da realidade nacional a uma discussão mais ampla sobre as jornadas de trabalho. “Se, por um lado, prezamos pela qualidade de vida de trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, por outro, entendemos que o desenvolvimento econômico deve ser uma prioridade cuidadosamente observada sob diferentes ângulos para não promover ainda mais desequilíbrios no já intrincado ambiente de negócios brasileiro”, finaliza Paulo César Garcia Lopes.

Pontos de atenção
Mapeamento do SINCOVARP e da FecomercioSP reuniu dez pontos de atenção sobre os impactos da redução abrupta das jornadas, especialmente do fim imediato da escala 6×1 com reflexos diretos sobre empregos, preços e o funcionamento de setores estratégicos da economia:

  1. Boa intenção não garante bom resultado
    Debater qualidade de vida no trabalho é essencial, mas políticas públicas mal calibradas tendem a produzir efeitos contrários. Quando variáveis como custo do trabalho, produtividade e organização das cadeias produtivas são ignoradas, o impacto recai sobre preços, geração de empregos e informalidade. Segundo o SINCOVARP e a FecomercioSP, o fim abrupto da escala 6×1 não assegura melhoria nas condições de vida do trabalhador e pode comprometer os pilares do bem-estar econômico.
  2. Aumento imediato e expressivo no custo do trabalho
    A proposta representa um aumento de 22% no custo da hora trabalhada, de acordo com estimativas do SINCOVARP e da FecomercioSP. A elevação decorre da redução da jornada sem diminuição proporcional da remuneração, o que encarece diretamente a hora trabalhada.
  3. Custo maior significa menos empregos
    O aumento no custo do trabalho tende a reduzir contratações e ampliar demissões. Estudos apontam para a possível eliminação de até 1,2 milhão de postos formais. Segundo as Entidades, custos mais altos estimulam a substituição por colaboradores de salário mais baixo e informalidade.
  4. MPEs seriam as mais prejudicadas
    Responsáveis por cerca de 80% dos novos empregos formais, as Micro e Pequenas Empresas (MPEs) sustentam as economias locais, a arrecadação municipal e a coesão econômica regional. São também as que têm menor capacidade de absorver aumentos abruptos de custos, o que faz com que a proposta penalize justamente quem mais emprega.
  5. Efeito direto em setores estratégicos
    Varejo, Agricultura e Construção Civil concentram grande parte dos vínculos com jornada entre 41 e 44 horas semanais e têm papel central na geração de empregos e renda. Alterações abruptas nessas atividades podem desorganizar cadeias produtivas inteiras, afetando fornecedores, logística, serviços associados e consumo.
  6. Redução de jornada exige mais produtividade
    Experiências internacionais mostram que a redução da jornada veio após ganhos de produtividade, com investimentos em tecnologia, qualificação e gestão. No Brasil, onde a produtividade ainda é baixa, reduzir horas antes desses avanços significa inverter a lógica e elevar custos sem ganhos de eficiência.
  7. Jornadas menores já são realidade no Brasil
    Embora a legislação preveja 44 horas semanais, a jornada média negociada no País é de aproximadamente 39 horas, patamar semelhante ao de países desenvolvidos. Esse resultado é fruto da valorização da negociação coletiva prevista na Constituição de 1988, o que demonstra que o sistema funciona quando há diálogo.
  8. Negociação coletiva protege mais do que imposição legal
    A negociação permite adaptar jornadas à realidade de cada setor, preservando empregos onde a produtividade seja menor e permitindo reduções onde haja espaço econômico. A imposição legal uniforme substitui essa flexibilidade por rigidez, desconsiderando diferenças regionais, setoriais e econômicas.
  9. Trabalhadores e consumidores sentem os efeitos
    Com custos mais elevados e menor produção, o repasse para preços tende a ser inevitável.
  10. Mudanças abruptas estimulam informalidade
    A experiência internacional indica que mudanças bem-sucedidas são graduais. A redução imediata de 480 horas anuais não encontra precedentes. Segundo o SINCOVARP e a FecomercioSP, o risco é o aumento de “bicos”, informalidade, insegurança jurídica e queda de produtividade. O debate, portanto, deve focar em trabalhar melhor, com renda estável, segurança jurídica e diálogo social.

ACIRP e Prefeitura realizam curso gratuito para regularização de negócios do setor alimentício em Ribeirão Preto

Empreendedores e produtores do setor alimentício de Ribeirão Preto terão a oportunidade de tirar dúvidas sobre regularização sanitária e segurança alimentar durante o evento “SIM e PACs na Prática – Entenda, organize e regularize seu negócio”, marcado para o dia 10 de março, das 9h às 16h30, no auditório da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (ACIRP), na região central da cidade. A iniciativa é gratuita e voltada a empresários, produtores e profissionais que desejam regularizar ou melhorar os processos de produção de alimentos. As inscrições estão abertas e podem ser feitas online.

O encontro é promovido pelo Serviço de Inspeção Municipal de Ribeirão Preto (SIM), vinculado à Secretaria de Meio Ambiente, Agricultura e Sustentabilidade, em parceria com o núcleo TECMENTAR do Programa Empreender da ACIRP. O objetivo é orientar empreendedores sobre as etapas de regularização de estabelecimentos e explicar, de forma prática, como funcionam os Programas de Autocontrole (PACs), considerados fundamentais para garantir qualidade, rastreabilidade e segurança na produção de alimentos.

A programação será dividida em dois períodos. Pela manhã, os participantes conhecerão o funcionamento do Serviço de Inspeção Municipal e os procedimentos necessários para regularizar empresas do setor, além de participar de networking, sessão de perguntas e relatos de empresas já registradas no SIM. À tarde, o foco será a aplicação prática dos Programas de Autocontrole, com orientações sobre exigências da legislação sanitária, estrutura adequada de produção, controle de temperatura e lotes, higiene, rotinas de limpeza e monitoramento de riscos — pontos essenciais para quem atua ou pretende empreender no mercado de alimentos em Ribeirão Preto.