Anvisa aprova Ozempic e Wegovy para redução de riscos cardiovasculares e renais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novas indicações para o uso da semaglutida. Os produtos, já usados no Brasil para controle de diabetes mellitus tipo 2, tiveram o uso ampliado. 

No caso do Wegovy, o medicamento recebeu indicação para redução do risco de eventos cardiovasculares adversos mais graves, como infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC), em adultos com doença cardiovascular estabelecida e obesidade ou sobrepeso. 

O estudo apresentado indicou que, quando acompanhada de dieta hipocalórica e aumento da atividade física, a semaglutida reduziu significativamente a ocorrência desses eventos. Estima-se que, a cada ano, 400 mil brasileiros morram em decorrência de infarto ou AVC. 

Já o Ozempic, produzido pelo mesmo fabricante, também poderá ser usado no tratamento de pessoas com diabetes mellitus tipo 2 e doença renal crônica. No cenário brasileiro, dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) de 2024 apontam que 29% dos pacientes em diálise no país são diabéticos. 

De acordo com estudo apresentado pelo fabricante, o uso do medicamento, em conjunto com a terapia padrão da doença, reduziu de maneira relevante a progressão da insuficiência renal e as mortes causadas por eventos cardiovasculares adversos graves. 

Anvisa proíbe venda e apreende suplementos alimentares da marca Livs, empresa com sede em Olímpia-SP

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, na última sexta-feira (30), a proibição e apreensão de todos os produtos da empresa Livs Brasil Ltda. Com a decisão, os itens ficam impedidos de serem comercializados, distribuídos, fabricados, divulgados e consumidos em todo o país.

A empresa tem sede nos Estados Unidos e mantém uma filial no Brasil sob o nome Livs Brasil Ltda na cidade de Olímpia-SP. No mercado, se apresenta aos consumidores como Livs Gummies, comercializando gomas vitamínicas saborizadas.

Segundo a Vigilância Sanitária Municipal de Olímpia (SP), a Livs Brasil não possui licença sanitária válida. Além disso, os suplementos produzidos pela empresa não atendem às exigências das Boas Práticas de Fabricação.

Fique de olho nestas marcas. Anvisa proíbe venda de azeite e suspende doce de leite e sal grosso

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição da comercialização, distribuição, fabricação e consumo do azeite de oliva extravirgem da marca Terra das Oliveiras. Segundo a agência, o produto tem origem desconhecida e estava sendo vendido por meio da plataforma online Shopee. Além disso, a empresa JJ-Comercial de Alimentos, indicada no rótulo como importadora, encontra-se extinta. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Sal grosso e doce de leite

A Anvisa também impôs restrições à comercialização de outros dois produtos alimentícios: o sal grosso da marca Marfim e o doce de leite da marca São Benedito.

O lote 901124 do sal grosso Marfim, fabricado pela empresa M Gomes Praxedes, foi suspenso após reprovação em teste que avaliou o teor de iodo, considerado insatisfatório. De acordo com a Anvisa, o lote deverá ser recolhido. A medida também foi publicada no DOU.

Já o doce de leite em pedaços da marca São Benedito, produzido pela JF Indústria Comércio de Doces e Laticínios, com data de fabricação em 25 de junho de 2025, teve a comercialização, distribuição e consumo proibidos. Conforme a Anvisa, o lote não estava identificado e foi reprovado em teste de ácido sórbico, conservante utilizado para evitar a proliferação de microrganismos e a deterioração do alimento. A decisão consta no DOU.

Anvisa determina recolhimento e apreensão de suplemento alimentar irregular. Saiba qual

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu três suplementos da marca Cycles Nutrition por conterem substâncias que não passaram por testes de segurança. A decisão foi publicada nesta terça-feira (20) no Diário Oficial da União e inclui a determinação de recolhimento dos produtos.

A medida atinge os suplementos Recover Cycles Nutrition, Shot Ritual Cycles Nutrition e Relax Ritual Cycles Nutrition, fabricados pela Sylvestre Indústria e Comércio de Insumos Alimentícios. Segundo a Anvisa, os itens não podem ser fabricados, comercializados, distribuídos, importados, divulgados nem consumidos.

De acordo com o órgão regulador, os produtos contêm ingredientes cuja segurança não foi comprovada para uso em suplementos alimentares, o que pode representar graves riscos à saúde dos consumidores.

Em nota divulgada nas redes sociais, a Cycles Nutrition afirmou que utiliza, sempre que possível, ingredientes compostos principalmente por frutas e vegetais, submetidos a rigorosos processos de escolha, qualidade e certificação. A empresa declarou ainda que os extratos citados são amplamente utilizados no Brasil e no exterior e que está prestando todos os esclarecimentos técnicos necessários, mantendo clientes e parceiros informados com transparência.

Governo aprova novo fármaco com injeção semestral para prevenção do HIV

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (12) o uso do medicamento Sunlenca (lenacapavir) para a prevenção do HIV-1, na modalidade de profilaxia pré-exposição (PrEP). O fármaco poderá ser utilizado por adultos e adolescentes a partir de 12 anos, com peso mínimo de 35 quilos, que apresentem risco de infecção, desde que tenham resultado negativo para HIV antes do início do tratamento. Além da versão oral, o medicamento se destaca pela aplicação subcutânea semestral, o que pode facilitar a adesão ao método preventivo.

Estudos clínicos analisados pela Anvisa apontaram alta eficácia do lenacapavir, com 100% de redução da incidência do HIV-1 em mulheres cisgênero. Os dados também indicaram 96% de eficácia em comparação com a incidência de base do vírus e desempenho 89% superior à PrEP oral diária. Segundo a agência, o regime de injeções a cada seis meses apresentou maior adesão e persistência em relação aos esquemas diários, superando obstáculos comuns ao uso contínuo de medicamentos.

O Sunlenca é um antirretroviral de primeira classe que atua em múltiplas etapas do ciclo do HIV-1, impedindo a replicação do vírus. Apesar do registro aprovado, o medicamento ainda depende da definição do preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), e sua eventual incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS) será avaliada pela Conitec e pelo Ministério da Saúde. Em julho de 2025, o lenacapavir passou a ser recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como opção adicional de PrEP, considerada a melhor alternativa disponível após uma vacina contra o HIV, que ainda não existe.

Anvisa recolhe molho de tomate com suspeita de pedaços de vidro dentro da embalagem

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, o recolhimento do lote LM283 do molho de tomate Passata de Pomodoro Di Puglia, da marca Mastromauro Granoro. A decisão suspende a comercialização, distribuição, importação, divulgação e o consumo do produto em todo o país.

A medida foi adotada após um alerta emitido pela rede RASFF (Rapid Alert System for Food and Feed — Sistema de Alerta Rápido para Alimentos e Rações), que identificou a presença de fragmentos de vidro no lote do molho de tomate importado para o Brasil.

Você tem crianças em casa ? Anvisa proíbe venda de alguns produtos de consumo infantil da marca Nestlê. Veja quais são os produtos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quarta-feira (7), a proibição da venda, distribuição e do uso de alguns lotes de fórmulas infantis das marcas Nestogeno, Nan Supreme Pro, Nanlac Supreme Pro, Nanlac Comfor, Nan Sensitive e Alfamino, da empresa Nestlé Brasil Ltda.

Em nota, a Anvisa cita como motivo o risco de contaminação por cereulide, uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus.

“O consumo de alimento contaminado por essa toxina pode causar vômito persistente, diarreia ou letargia, que é a sonolência excessiva, lentidão de movimentos e raciocínio, e incapacidade de reagir e expressar emoções”.

Ainda segundo a agência, a medida tem caráter preventivo e o fabricante já iniciou o recolhimento voluntário dos lotes no Brasil e no resto do mundo, após a detecção da toxina em produtos provenientes de uma fábrica localizada na Holanda.

“Foi identificado que a toxina estava presente em um ingrediente proveniente de um fornecedor global de óleos terceirizados. Dessa forma, a empresa indicou a necessidade de um recolhimento global”, detalhou a Anvisa.

Orientações a pais e responsáveis  

Para os consumidores que utilizam as fórmulas infantis citadas, a orientação é verificar o número do lote impresso no rótulo.

“Se o produto pertencer a um dos lotes recolhidos, não deve ser utilizado ou oferecido para consumo. Os demais lotes desses produtos não foram afetados”.

“Para receber orientações sobre como proceder em relação a eventuais trocas e devoluções do produto, entre em contato direto com a Nestlé Brasil Ltda., por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), indicado na embalagem”, completou a agência.

Se a criança apresentar sintomas compatíveis com os citados após o consumo do produto de lotes indicados, a recomendação é buscar atendimento médico. “É importante informar o alimento que foi consumido, se possível, com uma amostra da embalagem, caso tenha disponível”.

Anvisa proíbe pomada cicatrizante utilizada em pós tatuagem no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, a comercialização, a distribuição e o uso de uma pomada cicatrizante Inkdraw Aftercare indicada para uso pós tatuagens, após a constatação de irregularidades sanitárias. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e tem validade em todo o território nacional.

Segundo a Anvisa, o produto apresentava falhas no cumprimento das normas exigidas para esse tipo de item, incluindo problemas relacionados ao registro e à comprovação de segurança e eficácia. As inconsistências identificadas podem representar riscos à saúde dos consumidores, especialmente por se tratar de um produto aplicado sobre a pele lesionada. A agência afirma ainda que a empresa é desconhecida do orgão e não possui registro ou notificação.

A agência alerta que o uso de pomadas irregulares durante o processo de cicatrização de tatuagens pode causar infecções, reações alérgicas e outros efeitos adversos. Por isso, tatuadores e consumidores devem suspender imediatamente o uso do produto e optar apenas por alternativas regularizadas.

Medicamentos das marcas Needs e Bwell da Droga Raia e Drogasil tem comercialização proibida pela Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, no dia 23 de dezembro de 2025, a proibição da comercialização e da publicidade de medicamentos das marcas Needs e Bwell, vendidas pelo grupo Raia Drogasil S.A. em lojas físicas e nos sites da Drogasil e da Droga Raia.

Segundo a Anvisa, a empresa responsável pelas marcas não possui autorização para atuar como fabricante de medicamentos, o que descumpre as exigências da legislação sanitária brasileira. A agência reforça que mesmo medicamentos isentos de prescrição médica são considerados medicamentos do ponto de vista regulatório e, por isso, só podem ser produzidos por empresas devidamente autorizadas.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e tem validade em todo o território nacional. Além de impedir a venda, a medida proíbe qualquer tipo de divulgação e propaganda dos produtos, incluindo anúncios em sites, redes sociais e materiais promocionais de terceiros. A restrição se aplica a pessoas físicas, empresas e veículos de comunicação.

A Anvisa esclareceu ainda que a determinação se limita apenas aos itens classificados como medicamentos. Produtos das marcas Needs e Bwell enquadrados como cosméticos, itens de higiene e cuidados pessoais, além de alguns suplementos alimentares, não foram atingidos pela medida, desde que não sejam considerados medicamentos pela agência.

Em nota, o grupo RD Saúde, controlador da Raia e da Drogasil, afirmou que não atua como indústria farmacêutica e que não fabrica diretamente os medicamentos comercializados sob as marcas próprias. De acordo com a empresa, os produtos são produzidos por laboratórios licenciados e autorizados pela Anvisa, com registro regular. A companhia informou que pretende recorrer da decisão administrativa para esclarecer o enquadramento regulatório adotado.

A ação reforça o papel da Anvisa na fiscalização e controle do mercado farmacêutico, com o objetivo de garantir que medicamentos disponibilizados à população cumpram todos os requisitos legais de qualidade, segurança e eficácia, reduzindo riscos à saúde dos consumidores.

Muita comida nas festas de fim de ano. A Anvisa dá dicas valiosas para você comer e não passar mal no Natal e Reveillon

As festas de fim de ano se aproximam e, com elas, o planejamento das iguarias e quitutes que vão reunir famílias e amigos em torno da mesa. Para garantir segurança sanitária no preparo das ceias e mais saúde no prato, a Anvisa reúne aqui algumas dicas importantes para orientar você desde a compra e a manipulação dos alimentos até o armazenamento das sobras. Confira!

De olho no prazo de validade

O prazo de validade é o intervalo de tempo no qual um alimento permanece seguro e adequado para o consumo, desde que armazenado segundo as condições estabelecidas pelo fabricante. Ele é determinado por meio de estudos e avaliações técnicas que verificam a segurança, a qualidade nutricional e características como sabor, aroma, cor e odor. Mesmo que um alimento fora da validade pareça bom, ele pode estar contaminado por fungos e bactérias. Portanto, consumir alimentos com a data de validade vencida pode adoecer você e seus convidados.

Faça da lupa sua conselheira

A lupa nas embalagens dos alimentos alerta sobre os altos teores de açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. O símbolo aparece na parte frontal das embalagens, com o objetivo de chamar a atenção do consumidor para o fato de que o respectivo produto deve ser consumido com moderação. A ideia é promover escolhas nutricionais mais saudáveis. Nessa época, é comum deixar as dietas de lado, mas também não precisa chutar o pau da barraca, não é mesmo?

Embalagens com danos? Promoção que não vale a pena!

Na hora das compras, é importante verificar se os produtos estão conservados nas temperaturas e nas condições adequadas. Alimentos resfriados e congelados merecem atenção, pois o comerciante deve manter esses produtos nas temperaturas recomendadas. É fundamental conferir a integridade das embalagens, ou seja, observe se não há sinal de danos, como umidade, rasgos, furos e amassamentos.  

Em casa, guarde os produtos conforme as orientações do fabricante, que estão presentes no rótulo. Alimentos conservados em temperaturas superiores às necessárias podem ser foco de multiplicação de micróbios perigosos.

Crus e cozidos: cada um no seu quadrado

Evite o contato de alimentos crus com alimentos cozidos. Além disso, lave os utensílios usados no preparo de alimentos crus antes de utilizá-los em alimentos cozidos. Isso deve ser feito porque os alimentos crus podem conter micróbios perigosos. A intenção é não transferir os possíveis micróbios dos alimentos crus para os cozidos durante a preparação. Na hora de armazená-los, vale a mesma regra: guarde os alimentos crus e os cozidos em embalagens ou recipientes exclusivos e fechados. 

Higienização de frutas e verduras

Alguns alimentos precisam ser higienizados antes de seu preparo. Frutas e verduras, por exemplo, podem carregar micróbios do seu ambiente natural. Lave esses alimentos em água corrente para retirar as sujeiras visíveis, como terra e insetos. Feito isso, deixe-os de molho em uma solução própria para sanitização e enxágue-os.

Use somente sanitizantes regularizados na Anvisa e que sejam indicados para alimentos. É importante seguir as orientações do fabricante sobre a diluição adequada e o tempo de contato. Assim, você garante a eliminação dos micróbios e evita o risco de contaminação do alimento com substâncias perigosas. 

É FAKE!

O uso de vinagre para higienizar frutas, legumes e verduras não tem nenhuma eficácia! O vinagre não é desinfetante ou sanitizante. É verdade que ele possui um ácido em sua composição, o ácido acético, mas esse ingrediente é tão diluído que não tem efetividade. Portanto, não se deixe levar pelo que dizem as redes sociais…

Lavar carnes? Jamais!

Lavar as carnes com água não remove os microrganismos e a ação pode propagar bactérias para outros alimentos, que é quando ocorre a chamada ‘contaminação cruzada’. Ao lavar o frango, por exemplo, no jato da torneira, a água que escorre e espirra se torna um agente transmissor, carregando as bactérias para os locais com que tiver contato, sejam bancadas, esponjas, louças ou comidas ao redor. Ainda que faça uso de uma tigela de água, você reduz os respingos, mas não a disseminação de germes. Lavar a carne, seja frango, peru, carne vermelha ou pescados, é um erro. O cozimento na temperatura adequada é suficiente para eliminar as bactérias. Quase nenhuma bactéria resiste ao calor intenso.

Descongelamento correto

Não descongele alimentos em temperatura ambiente. O descongelamento deve ser realizado em condições de refrigeração, em temperatura inferior a 5º C, ou em forno de micro-ondas, quando o alimento for submetido imediatamente ao cozimento. Não se deve tirar um alimento do freezer e colocar sobre a bancada da pia para degelar até a hora do preparo porque os micróbios se multiplicam muito rapidamente. Mantendo a temperatura abaixo dos 5º C e acima dos 60º C, sua multiplicação é retardada e até evitada. 

E o que a Anvisa diz dos panos de prato?

Nas cozinhas dos restaurantes, normas da Anvisa proíbem a utilização de panos de prato. Mas, nas casas, o papo é outro…

O papo é outro, mas é preciso tomar as devidas precauções.

O pano de prato acumula umidade e restos de alimentos, combinação perfeita para a proliferação de microrganismos. O que fazer para evitar riscos à saúde?

1) Use panos de prato diferentes para secar utensílios e mãos.

2) Troque o pano de prato diariamente e sempre que ele estiver muito úmido, como num dia de atividade intensa na cozinha.

3) Lave os panos de prato separadamente de outras roupas, com água quente e sabão, deixando-os secar bem.

4) Nunca ponha o pano de prato no ombro. Mantenha-o em um suporte quando não precisar dele.

5) No caso de secagem de superfícies, dê preferência a toalhas de papel.

Restodontê, o resto de ontem

Os alimentos não devem ficar em temperatura ambiente, principalmente em lugares onde faz muito calor, por mais de duas horas após o término da ceia. Transfira as sobras dos pratos para potes com tampas que tenham boa vedação e refrigere-os logo após. Isso impede a entrada de ar e umidade.

Apesar da expressão “enterro dos ossos” ter-se popularizado, o ideal é remover os ossos das carnes grandes, como peru e pernil, por exemplo, para melhorar a refrigeração. Sem contar que você evitará a superlotação na geladeira e garantirá a circulação do ar frio. As sobras, no geral, podem ser consumidas em até três dias, se mantidas em temperaturas abaixo de 4º C e tomados todos os cuidados. Alimentos com maionese e ovos crus exigem atenção redobrada.

Boas festas!