Veja como vai ficar o tempo em Ribeirão Preto neste fim de semana

Fim de semana com sol brilhando, poucas nuvens em Ribeirão Preto e mais tranquilidade para a população da cidade que na semana passada sofreu com um vendaval e causou prejuízos importantes. A temperatura sobe um pouco e chaga a 31ºC de máxima no domingo. Não há previsão de chuva.

Sábado, 1º de agosto de 2026: tempo firme, com sol e poucas nuvens. A temperatura deve variar aproximadamente entre 14 °C e 30 °C. Durante a tarde, a umidade relativa pode ficar entre 20% e 30%, condição que motivou aviso de baixa umidade do INMET.

Domingo, 2 de agosto de 2026: o tempo continua estável, ensolarado e sem previsão significativa de chuva. A mínima deve ficar próxima de 14 °C, enquanto a máxima pode alcançar 31 °C. A umidade permanece baixa nas horas mais quentes do dia.

Confira o tempo em Ribeirão até a próxima terça-feira

Uma nova massa de ar frio está chegando ao Brasil pela região Sul do país a partir deste final de semana. O episódio deve provocar queda brusca nas temperaturas também em parte da região Sudeste já no começo da próxima semana.

O frio será sentido primeiro no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná. Depois, a massa de ar frio avançará para o interior de São Paulo, incluindo a capital paulista.

A próxima semana continuará com temperaturas baixas. Segundo o Clima Tempo, a temperatura deverá chegar a 10ºC na terça-feira. Neste sábado, a máxima prevista é de 29ºC e mínima 12ºC.

Amanhã, domingo, o dia será de sol com muitas nuvens e períodos de céu nublado, a mínima será de 16ºC com máxima de 27ºC

Na segunda-feira poderemos ter chuvas passageiras, mas com aparição do sol na maior parte do dia. Mínima de 17ºC e máxima de 24ºC.

Terça-feira terá o dia ensolarado mas com queda na mínima que poderá chegar a 10ºC e máxima de 26ºC

O calor vai continuar. Temperatura estão 5º acima da média. Saiba como proteger toda sua família nos dias quentes

Com a chegada oficial do verão, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para a elevação das temperaturas em diversas regiões do Brasil. Estados do Sul e Sudeste, como Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro, têm registrado marcas de até 5 °C acima da média histórica. Já no interior do Nordeste, o destaque é o clima extremamente seco, com índices de umidade relativa do ar abaixo de 30%, o que agrava a sensação de desconforto térmico.

Diante desse cenário, o Ministério da Saúde chama atenção para os riscos associados ao calor excessivo, que afetam principalmente idosos, crianças, gestantes e pessoas com doenças crônicas. A exposição prolongada às altas temperaturas pode causar desidratação e insolação, condição em que a temperatura corporal ultrapassa os 40 °C, levando à perda intensa de água, sais minerais e nutrientes essenciais. Além disso, a exposição solar sem proteção adequada aumenta o risco de câncer de pele, o tipo mais comum no país.

Para reduzir os impactos do calor, a orientação é evitar o sol entre 10h e 16h, usar roupas leves, chapéus, óculos escuros e protetor solar com FPS acima de 30, além de manter a hidratação constante. Sintomas como cansaço excessivo, tontura, dor de cabeça, náuseas e boca seca exigem atenção. Em casos mais graves, como febre alta, confusão mental ou desmaios, a recomendação é procurar atendimento médico imediato nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

  • Evite permanecer sob o sol entre 10h e 16h;
  • Use roupas leves, de cores claras e que não fiquem apertadas ao corpo;
  • Use óculos de sol e chapéu;
  • Opte pelo protetor solar com fator de proteção solar (FPS) acima de 30 para evitar queimaduras na pele;
  • Beba líquidos durante todo o tempo, com prioridade para água, água de coco e sucos de frutas naturais;
  • Tenha cuidado com as bebidas alcoólicas que, em excesso, causam desidratação;
  • Diminua os esforços físicos, principalmente em momentos de calor intenso.

O verão começa hoje(21). Se prepare, a estação será marcada por calor acima da média em todo o Brasil

A estação mais quente do ano terá veranicos, ondas de calor e volumes de chuva abaixo do normal em diversas regiões do país.

O verão tem início oficial neste domingo (21), às 12h03, pelo horário de Brasília, e segue até 21 de março de 2026, às 11h45. De acordo com a Climatempo, a estação será marcada por temperaturas acima da média e distribuição irregular das chuvas em grande parte do Brasil.

A data também marca o solstício de verão, quando ocorre o dia mais longo do ano, com maior período de luz solar. Durante a estação, os dias ficam mais extensos, o calor se intensifica e as mudanças no tempo tendem a ser rápidas, com alternância entre sol forte e pancadas de chuva.

Segundo a meteorologista Josélia Pegorim, o verão não sofrerá influência direta de fenômenos como El Niño ou La Niña. O episódio de La Niña, iniciado na primavera, deve se encerrar até o fim de janeiro de 2026. O principal sistema atuante será a Alta Pressão Subtropical do Atlântico Sul (ASAS), um grande anticiclone que, ao se aproximar do Brasil, reduz a nebulosidade, deixa o ar mais seco e dificulta a formação de instabilidades, favorecendo períodos de estiagem, veranicos e ondas de calor.

A previsão aponta que janeiro e fevereiro ainda poderão registrar temporais, porém de forma irregular. Já março deve apresentar chuvas um pouco mais distribuídas, embora os volumes fiquem abaixo da média em boa parte do país. As áreas mais afetadas pela seca incluem a faixa norte do litoral, entre o Pará e o Ceará, além de regiões do interior do Maranhão e do Piauí.

Por outro lado, algumas localidades podem registrar volumes de chuva acima da média, como o norte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, sul e leste de São Paulo, sul de Minas Gerais, Zona da Mata mineira, sul do Rio de Janeiro e partes da Região Norte.

Em relação às temperaturas, o calor deve predominar em grande parte do Brasil, com destaque para a Região Sul e a área de fronteira entre Mato Grosso do Sul e o Paraguai, onde são esperadas ondas de calor. Apenas algumas regiões devem registrar temperaturas dentro da média climatológica, como partes do leste do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, sul de São Paulo, além de áreas do Nordeste e do Norte do país.

O cenário reforça a necessidade de atenção, especialmente em regiões já vulneráveis a longos períodos de calor intenso e escassez de chuvas.