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Entenda por que muitas pessoas não comem carne no dia de hoje, quarta-feira de cinzas

Imagem Paróquia e Santuário São Judas Tadeu
Imagem Paróquia e Santuário São Judas Tadeu

A Quarta-feira de Cinzas marca o início da Quaresma, período de 40 dias de preparação para a Páscoa no calendário da Igreja Católica. Nesta data, os fiéis são chamados à reflexão, à conversão e à prática de penitência — e uma das tradições mais conhecidas é a abstinência de carne.

Entenda o motivo da tradição

A abstinência de carne na Quarta-feira de Cinzas tem origem em práticas antigas de jejum e penitência. Para os católicos, trata-se de um gesto simbólico de sacrifício e disciplina espiritual, inspirado nos 40 dias que Jesus Cristo passou no deserto em oração e jejum, conforme narrado nos Evangelhos.

A carne vermelha, historicamente associada a festas e celebrações, é deixada de lado como sinal de renúncia. A Igreja orienta que, em seu lugar, os fiéis optem por refeições simples, geralmente à base de peixe, ovos ou alimentos leves.

Jejum e abstinência: qual a diferença?

Na Quarta-feira de Cinzas — assim como na Sexta-feira Santa — a Igreja recomenda duas práticas:

  • Jejum: redução na quantidade de alimentos, permitindo-se uma refeição principal e duas menores ao longo do dia.
  • Abstinência de carne: não consumir carne de animais de sangue quente, como boi, porco e frango.

Segundo as normas da Igreja, o jejum é indicado para pessoas entre 18 e 59 anos, enquanto a abstinência de carne é recomendada a partir dos 14 anos, salvo casos de problemas de saúde.

Mais do que alimentação: um convite à conversão

Além das práticas externas, a Quarta-feira de Cinzas é vista como um chamado à transformação interior. Durante as missas, os fiéis recebem cinzas na testa, enquanto ouvem frases como: “Lembra-te que és pó e ao pó voltarás” ou “Convertei-vos e crede no Evangelho”.

O gesto recorda a fragilidade humana e a necessidade de mudança de vida. Para a Igreja, a abstinência não é apenas uma regra alimentar, mas um sinal concreto de compromisso espiritual.

Tradição mantida ao longo dos séculos

A prática é mantida há séculos e continua sendo observada por milhões de católicos ao redor do mundo. No Brasil, país com a maior população católica do planeta, igrejas registram grande participação de fiéis nas celebrações que abrem a Quaresma.

Para muitos, a Quarta-feira de Cinzas representa não apenas o fim do Carnaval, mas o início de um tempo de silêncio, reflexão e preparação para a celebração da Páscoa.

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A Quarta-feira de Cinzas marca o início da Quaresma, período de 40 dias de preparação para a Páscoa no calendário da Igreja Católica. Nesta data, os fiéis são chamados à reflexão, à conversão e à prática de penitência — e uma das tradições mais conhecidas é a abstinência de carne.

Entenda o motivo da tradição

A abstinência de carne na Quarta-feira de Cinzas tem origem em práticas antigas de jejum e penitência. Para os católicos, trata-se de um gesto simbólico de sacrifício e disciplina espiritual, inspirado nos 40 dias que Jesus Cristo passou no deserto em oração e jejum, conforme narrado nos Evangelhos.

A carne vermelha, historicamente associada a festas e celebrações, é deixada de lado como sinal de renúncia. A Igreja orienta que, em seu lugar, os fiéis optem por refeições simples, geralmente à base de peixe, ovos ou alimentos leves.

Jejum e abstinência: qual a diferença?

Na Quarta-feira de Cinzas — assim como na Sexta-feira Santa — a Igreja recomenda duas práticas:

  • Jejum: redução na quantidade de alimentos, permitindo-se uma refeição principal e duas menores ao longo do dia.
  • Abstinência de carne: não consumir carne de animais de sangue quente, como boi, porco e frango.

Segundo as normas da Igreja, o jejum é indicado para pessoas entre 18 e 59 anos, enquanto a abstinência de carne é recomendada a partir dos 14 anos, salvo casos de problemas de saúde.

Mais do que alimentação: um convite à conversão

Além das práticas externas, a Quarta-feira de Cinzas é vista como um chamado à transformação interior. Durante as missas, os fiéis recebem cinzas na testa, enquanto ouvem frases como: “Lembra-te que és pó e ao pó voltarás” ou “Convertei-vos e crede no Evangelho”.

O gesto recorda a fragilidade humana e a necessidade de mudança de vida. Para a Igreja, a abstinência não é apenas uma regra alimentar, mas um sinal concreto de compromisso espiritual.

Tradição mantida ao longo dos séculos

A prática é mantida há séculos e continua sendo observada por milhões de católicos ao redor do mundo. No Brasil, país com a maior população católica do planeta, igrejas registram grande participação de fiéis nas celebrações que abrem a Quaresma.

Para muitos, a Quarta-feira de Cinzas representa não apenas o fim do Carnaval, mas o início de um tempo de silêncio, reflexão e preparação para a celebração da Páscoa.

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