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Educação puxa a inflação em fevereiro e preços sobem 0,70%

José Cruz - Agência Brasil
José Cruz - Agência Brasil

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do Brasil, registrou alta de 0,56% em fevereiro, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar de maior do que em meses anteriores, o resultado é o menor para um mês de fevereiro desde 2020, quando o índice ficou em 0,25%. No acumulado de 2026, a inflação soma 1,03%, enquanto nos últimos 12 meses chegou a 3,81%, abaixo dos 4,44% registrados no período anterior e dentro do limite de tolerância da meta de inflação do governo.

O principal impacto no resultado do mês veio do grupo Educação, que teve alta de 5,21% devido aos reajustes anuais de mensalidades escolares e cursos no início do ano letivo. O grupo respondeu por cerca de 44% do IPCA de fevereiro, com destaque para aumentos no ensino médio (8,19%), ensino fundamental (8,11%) e pré-escola (7,48%). Junto com Transportes, os dois grupos representaram cerca de 66% da inflação do mês. Entre os itens do transporte, chamaram atenção as passagens aéreas, que subiram 11,4%, além do seguro de veículos (5,62%), conserto de automóvel (1,22%) e ônibus urbano (1,14%).

No grupo Alimentação e bebidas, a variação foi de 0,26%, leve alta em relação a janeiro (0,23%). Entre os produtos que mais subiram estão açaí (25,29%), feijão carioca (11,73%), ovo de galinha (4,55%) e carnes (0,58%). Por outro lado, alguns alimentos registraram queda, como frutas (-2,78%), óleo de soja (-2,62%), arroz (-2,36%) e café moído (-1,20%), que acumula oito meses consecutivos de redução. Nos combustíveis, o índice geral ficou em -0,47%, com queda da gasolina (-0,61%) e do gás veicular (-3,10%).

Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias de menor renda, teve alta de 0,56% em fevereiro, acima dos 0,39% registrados em janeiro. No acumulado do ano, o indicador soma 0,95%, enquanto em 12 meses está em 3,36%, abaixo dos 4,30% do período anterior. Segundo o IBGE, os alimentos aceleraram de 0,14% para 0,26%, enquanto os produtos não alimentícios passaram de 0,47% para 0,66% no período.

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O principal impacto no resultado do mês veio do grupo Educação, que teve alta de 5,21% devido aos reajustes anuais de mensalidades escolares e cursos no início do ano letivo. O grupo respondeu por cerca de 44% do IPCA de fevereiro, com destaque para aumentos no ensino médio (8,19%), ensino fundamental (8,11%) e pré-escola (7,48%). Junto com Transportes, os dois grupos representaram cerca de 66% da inflação do mês. Entre os itens do transporte, chamaram atenção as passagens aéreas, que subiram 11,4%, além do seguro de veículos (5,62%), conserto de automóvel (1,22%) e ônibus urbano (1,14%).

No grupo Alimentação e bebidas, a variação foi de 0,26%, leve alta em relação a janeiro (0,23%). Entre os produtos que mais subiram estão açaí (25,29%), feijão carioca (11,73%), ovo de galinha (4,55%) e carnes (0,58%). Por outro lado, alguns alimentos registraram queda, como frutas (-2,78%), óleo de soja (-2,62%), arroz (-2,36%) e café moído (-1,20%), que acumula oito meses consecutivos de redução. Nos combustíveis, o índice geral ficou em -0,47%, com queda da gasolina (-0,61%) e do gás veicular (-3,10%).

Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias de menor renda, teve alta de 0,56% em fevereiro, acima dos 0,39% registrados em janeiro. No acumulado do ano, o indicador soma 0,95%, enquanto em 12 meses está em 3,36%, abaixo dos 4,30% do período anterior. Segundo o IBGE, os alimentos aceleraram de 0,14% para 0,26%, enquanto os produtos não alimentícios passaram de 0,47% para 0,66% no período.

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