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Fim do 6×1: Lula propõe negociação entre patrões, empregados e governo

Foto -  Paulo Pinto/Agência Bras
Foto - Paulo Pinto/Agência Bras

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, na noite desta terça-feira (3), que a proposta de lei para o fim da escala 6×1 seja construída de forma conjunta entre trabalhadores, empregadores e o governo federal. A declaração foi feita na abertura da Segunda Conferência do Trabalho, realizada no Anhembi, na capital paulista, com programação até o próximo dia 5.

Segundo Lula, um acordo prévio entre representantes dos empregados e da classe empresarial seria mais vantajoso do que deixar a definição exclusivamente a cargo do Congresso Nacional. “É melhor vocês construírem negociando do que vocês terem que engolir uma coisa aberta [vinda do Congresso], e depois ter de recorrer à Justiça do Trabalho”, afirmou. O presidente acrescentou que o resultado será mais positivo se houver entendimento entre empresários, trabalhadores e governo.

O chefe do Executivo também ressaltou que o governo buscará equilíbrio nas discussões, sem favorecer nenhum dos lados. “Não iremos prejudicar os trabalhadores. E também não queremos contribuir com o prejuízo da economia brasileira”, disse. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, o encontro tem como objetivo estabelecer diretrizes para a promoção do trabalho decente e fortalecer o diálogo social na formulação de políticas públicas.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, na noite desta terça-feira (3), que a proposta de lei para o fim da escala 6×1 seja construída de forma conjunta entre trabalhadores, empregadores e o governo federal. A declaração foi feita na abertura da Segunda Conferência do Trabalho, realizada no Anhembi, na capital paulista, com programação até o próximo dia 5.

Segundo Lula, um acordo prévio entre representantes dos empregados e da classe empresarial seria mais vantajoso do que deixar a definição exclusivamente a cargo do Congresso Nacional. “É melhor vocês construírem negociando do que vocês terem que engolir uma coisa aberta [vinda do Congresso], e depois ter de recorrer à Justiça do Trabalho”, afirmou. O presidente acrescentou que o resultado será mais positivo se houver entendimento entre empresários, trabalhadores e governo.

O chefe do Executivo também ressaltou que o governo buscará equilíbrio nas discussões, sem favorecer nenhum dos lados. “Não iremos prejudicar os trabalhadores. E também não queremos contribuir com o prejuízo da economia brasileira”, disse. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, o encontro tem como objetivo estabelecer diretrizes para a promoção do trabalho decente e fortalecer o diálogo social na formulação de políticas públicas.

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