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Valor da cesta básica em Ribeirão volta a subir 1,6% com diferença de até 11% entre regiões da cidade

Imagem Divulgação ACIRP Ribeirão
Imagem Divulgação ACIRP Ribeirão

A cesta básica em Ribeirão Preto registrou aumento em março de 2026 e passou a custar, em média, R$ 747,35, alta de 1,60% em relação a fevereiro. Os dados são do Instituto de Economia Maurílio Biagi (IEMB), ligado à Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp), que realizou a coleta de preços no dia 17 do mês.

As carnes continuam sendo o principal peso no orçamento das famílias, representando 46,16% do valor total da cesta. Na sequência aparecem frutas e legumes (22,70%), farináceos (19,23%), laticínios (5,51%), leguminosas (3,77%), cereais (1,75%) e óleos (0,87%). O levantamento também aponta diferenças expressivas entre regiões da cidade, com variação de até R$ 78,79 entre a cesta mais cara e a mais barata.

A região Central apresentou o maior custo médio, de R$ 790,26, apesar de queda de 1,99% no mês. Já a região Norte teve o menor valor médio, de R$ 711,47, mas registrou a maior alta, de 6,76%. Nas demais áreas, os preços médios ficaram em R$ 747,74 na região Leste (-0,98%), R$ 714,84 na Oeste (+2,71%) e R$ 781,63 na Sul (+1,12%), evidenciando a desigualdade no custo de vida dentro do município.

Entre os produtos analisados, o tomate italiano (+13,13%) e o feijão carioca (+10,55%) lideraram as altas, pressionados por fatores como menor oferta e dificuldades na safra. Por outro lado, itens como açúcar cristal (-7,97%) e farinha de trigo (-7,00%) apresentaram queda, amenizando parcialmente o aumento geral. Considerando o salário mínimo líquido estimado em R$ 1.499,43, um trabalhador precisou comprometer cerca de 49,84% da renda com alimentação, dedicando aproximadamente 109,65 horas de trabalho para adquirir a cesta básica no mês.

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As carnes continuam sendo o principal peso no orçamento das famílias, representando 46,16% do valor total da cesta. Na sequência aparecem frutas e legumes (22,70%), farináceos (19,23%), laticínios (5,51%), leguminosas (3,77%), cereais (1,75%) e óleos (0,87%). O levantamento também aponta diferenças expressivas entre regiões da cidade, com variação de até R$ 78,79 entre a cesta mais cara e a mais barata.

A região Central apresentou o maior custo médio, de R$ 790,26, apesar de queda de 1,99% no mês. Já a região Norte teve o menor valor médio, de R$ 711,47, mas registrou a maior alta, de 6,76%. Nas demais áreas, os preços médios ficaram em R$ 747,74 na região Leste (-0,98%), R$ 714,84 na Oeste (+2,71%) e R$ 781,63 na Sul (+1,12%), evidenciando a desigualdade no custo de vida dentro do município.

Entre os produtos analisados, o tomate italiano (+13,13%) e o feijão carioca (+10,55%) lideraram as altas, pressionados por fatores como menor oferta e dificuldades na safra. Por outro lado, itens como açúcar cristal (-7,97%) e farinha de trigo (-7,00%) apresentaram queda, amenizando parcialmente o aumento geral. Considerando o salário mínimo líquido estimado em R$ 1.499,43, um trabalhador precisou comprometer cerca de 49,84% da renda com alimentação, dedicando aproximadamente 109,65 horas de trabalho para adquirir a cesta básica no mês.

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