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Procon de Ribeirão Preto reforça fiscalização e fica de olho no preço dos combustíveis na cidade

Foto Divulgação
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O Procon de Ribeirão Preto iniciou, na última semana, uma operação de fiscalização em postos de combustíveis da cidade e da região com o objetivo de coibir aumentos abusivos e garantir que os reajustes ao consumidor sejam feitos de forma transparente e justificada. A ação verifica se os estabelecimentos estão cumprindo o Código de Defesa do Consumidor (CDC), especialmente em relação à formação de preços nas bombas.

Embora os preços sejam livres, o órgão destaca que a legislação impõe limites para evitar práticas abusivas, como aumentos sem justa causa e a obtenção de vantagem excessiva, especialmente em momentos de instabilidade econômica. Durante as fiscalizações, os agentes solicitam notas fiscais de compra e venda para conferir quando os combustíveis foram adquiridos, identificando possíveis reajustes indevidos em produtos comprados por valores anteriores.

Segundo o chefe da Divisão de Gerenciamento do Procon, Leonardo Thomazini, a operação tem caráter preventivo e educativo, mas também busca responsabilizar irregularidades. Ele ressalta que altas no mercado internacional não justificam repasses imediatos ao consumidor sem comprovação. O Procon orienta que os motoristas exijam nota fiscal, pesquisem preços e denunciem casos suspeitos.

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Embora os preços sejam livres, o órgão destaca que a legislação impõe limites para evitar práticas abusivas, como aumentos sem justa causa e a obtenção de vantagem excessiva, especialmente em momentos de instabilidade econômica. Durante as fiscalizações, os agentes solicitam notas fiscais de compra e venda para conferir quando os combustíveis foram adquiridos, identificando possíveis reajustes indevidos em produtos comprados por valores anteriores.

Segundo o chefe da Divisão de Gerenciamento do Procon, Leonardo Thomazini, a operação tem caráter preventivo e educativo, mas também busca responsabilizar irregularidades. Ele ressalta que altas no mercado internacional não justificam repasses imediatos ao consumidor sem comprovação. O Procon orienta que os motoristas exijam nota fiscal, pesquisem preços e denunciem casos suspeitos.

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