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Dívidas das famílias brasileiras chega a 80%; bate recorde e influencia eleições de 2026

Foto Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo
Foto Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

O endividamento dos brasileiros atingiu nível recorde em 2026 e passou a ocupar papel central no debate econômico e político do país. Dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da CNC, apontam que 80,4% das famílias estavam endividadas em março, enquanto o Banco Central indica que grande parte da renda segue comprometida com cartão de crédito, empréstimos e financiamentos.

Mesmo com esse cenário, alguns indicadores mostram avanço na economia. A taxa de desemprego caiu para 5,8% e o rendimento médio do trabalhador ultrapassa R$ 3,6 mil. Ainda assim, especialistas alertam que o alto nível de endividamento tem origem estrutural, ligado principalmente aos juros elevados e ao custo de vida pressionado, que limita o poder de compra da população.

O tema já ganhou espaço no cenário eleitoral de 2026. Pré-candidatos da oposição intensificam críticas à alta nos preços de itens básicos, como alimentos, energia e combustíveis, enquanto o governo destaca a melhora na geração de empregos e renda. Ao mesmo tempo, a equipe econômica reconhece o desafio e estuda medidas para ampliar a renegociação de dívidas.

Analistas avaliam que programas de renegociação podem gerar alívio imediato para famílias endividadas, mas não resolvem o problema de forma definitiva. Com crédito ainda caro e inflação de alimentos impactando principalmente as camadas mais vulneráveis, o endividamento segue como fator determinante tanto para o consumo quanto para a percepção da economia pelos eleitores.

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Mesmo com esse cenário, alguns indicadores mostram avanço na economia. A taxa de desemprego caiu para 5,8% e o rendimento médio do trabalhador ultrapassa R$ 3,6 mil. Ainda assim, especialistas alertam que o alto nível de endividamento tem origem estrutural, ligado principalmente aos juros elevados e ao custo de vida pressionado, que limita o poder de compra da população.

O tema já ganhou espaço no cenário eleitoral de 2026. Pré-candidatos da oposição intensificam críticas à alta nos preços de itens básicos, como alimentos, energia e combustíveis, enquanto o governo destaca a melhora na geração de empregos e renda. Ao mesmo tempo, a equipe econômica reconhece o desafio e estuda medidas para ampliar a renegociação de dívidas.

Analistas avaliam que programas de renegociação podem gerar alívio imediato para famílias endividadas, mas não resolvem o problema de forma definitiva. Com crédito ainda caro e inflação de alimentos impactando principalmente as camadas mais vulneráveis, o endividamento segue como fator determinante tanto para o consumo quanto para a percepção da economia pelos eleitores.

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