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Anvisa anuncia medidas rigorosas contra canetas emagrecedoras irregulares no Brasil

Novas medidas de combate a irregularidades na importação e manipulação de canetas emagrecedoras - Foto: Jacqueline Spotto/Anvisa
Novas medidas de combate a irregularidades na importação e manipulação de canetas emagrecedoras - Foto: Jacqueline Spotto/Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta segunda-feira (6) um pacote de novas medidas para reforçar a segurança no uso de medicamentos injetáveis do tipo GLP-1, conhecidos como “canetas emagrecedoras”.

Os produtos, que utilizam princípios ativos como semaglutida, tirzepatida e liraglutida, vêm sendo alvo de preocupação devido ao crescimento irregular na manipulação e comercialização no país.

Entre as ações anunciadas estão a revisão das normas do setor, a suspensão de autorizações de funcionamento de farmácias com risco sanitário e o reforço na fiscalização de empresas que importam insumos para manipulação desses medicamentos.

A Anvisa também informou que irá ampliar a atuação conjunta com Vigilâncias Sanitárias estaduais e municipais, além de firmar parcerias com agências reguladoras internacionais. Um grupo de trabalho com entidades médicas e especialistas da área da saúde também será criado.

Crescimento irregular acende alerta

Segundo levantamento da própria agência, a quantidade de insumos importados para a produção dessas canetas é incompatível com a demanda do mercado brasileiro.

Apenas no segundo semestre de 2025, mais de 100 quilos de insumos foram importados — volume suficiente para produzir cerca de 25 milhões de doses.

Em 2026, a Anvisa já realizou 11 inspeções em farmácias de manipulação e empresas importadoras, resultando em 8 interdições por falhas técnicas e ausência de controle de qualidade.

Riscos à saúde preocupam autoridades

Entre os principais problemas identificados estão a produção sem controle de demanda, falhas nos processos de esterilização, deficiência na qualidade dos produtos e uso de insumos sem identificação de origem ou composição.

Desde janeiro, a Anvisa já determinou 10 medidas proibindo a importação, comercialização e uso de medicamentos irregulares à base de GLP-1.

Especialistas alertam que, por se tratarem de medicamentos injetáveis, é essencial garantir padrões rigorosos de esterilidade e pureza, evitando riscos graves à saúde dos pacientes.

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Novas medidas de combate a irregularidades na importação e manipulação de canetas emagrecedoras - Foto: Jacqueline Spotto/Anvisa
Novas medidas de combate a irregularidades na importação e manipulação de canetas emagrecedoras - Foto: Jacqueline Spotto/Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta segunda-feira (6) um pacote de novas medidas para reforçar a segurança no uso de medicamentos injetáveis do tipo GLP-1, conhecidos como “canetas emagrecedoras”.

Os produtos, que utilizam princípios ativos como semaglutida, tirzepatida e liraglutida, vêm sendo alvo de preocupação devido ao crescimento irregular na manipulação e comercialização no país.

Entre as ações anunciadas estão a revisão das normas do setor, a suspensão de autorizações de funcionamento de farmácias com risco sanitário e o reforço na fiscalização de empresas que importam insumos para manipulação desses medicamentos.

A Anvisa também informou que irá ampliar a atuação conjunta com Vigilâncias Sanitárias estaduais e municipais, além de firmar parcerias com agências reguladoras internacionais. Um grupo de trabalho com entidades médicas e especialistas da área da saúde também será criado.

Crescimento irregular acende alerta

Segundo levantamento da própria agência, a quantidade de insumos importados para a produção dessas canetas é incompatível com a demanda do mercado brasileiro.

Apenas no segundo semestre de 2025, mais de 100 quilos de insumos foram importados — volume suficiente para produzir cerca de 25 milhões de doses.

Em 2026, a Anvisa já realizou 11 inspeções em farmácias de manipulação e empresas importadoras, resultando em 8 interdições por falhas técnicas e ausência de controle de qualidade.

Riscos à saúde preocupam autoridades

Entre os principais problemas identificados estão a produção sem controle de demanda, falhas nos processos de esterilização, deficiência na qualidade dos produtos e uso de insumos sem identificação de origem ou composição.

Desde janeiro, a Anvisa já determinou 10 medidas proibindo a importação, comercialização e uso de medicamentos irregulares à base de GLP-1.

Especialistas alertam que, por se tratarem de medicamentos injetáveis, é essencial garantir padrões rigorosos de esterilidade e pureza, evitando riscos graves à saúde dos pacientes.

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