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CBF negocia renovação com Ancelotti até 2030 antes da Copa

Rafael Ribeirão / CBF
Rafael Ribeirão / CBF

CBF abriu negociações para renovar o contrato de Carlo Ancelotti até 2030 e quer acertar tudo antes da Copa do Mundo de 2026. Os dois lados já haviam sinalizado interesse na permanência e, nas últimas semanas, o papo virou oficial dentro da entidade.

Após oito jogos no comando da Seleção Brasileira, o italiano de 66 anos agradou e trouxe de volta a confiança do torcedor. O clima nos bastidores é de otimismo, mesmo com as conversas ficando paradas durante as festas de fim de ano e sendo retomadas em janeiro.

Ancelotti recebe atualmente o maior salário entre os técnicos de seleções, cerca de 10 milhões de euros por ano, com bônus de 5 milhões de euros se conquistar o hexa em 2026. A CBF quer garantir sua permanência como sinal de confiança, independente do que acontecer no Mundial dos Estados Unidos, Canadá e México.

O treinador, satisfeito com a liberdade para dividir o tempo entre o Canadá e o Rio de Janeiro, não esconde o desejo de seguir à frente do Brasil. O bom relacionamento com diretoria e o ambiente favorável pesam a favor de um novo acordo.

Desde maio, Ancelotti já comandou a Seleção Brasileira em oito partidas, com quatro vitórias, dois empates e duas derrotas, somando 14 gols marcados e cinco sofridos. Antes do empate com a Tunísia, o técnico chegou a brincar: “Não temos pressa para fazer, mas se a ideia for seguir não tem problema. A verdade é que o contrato antes do Mundial é mais barato e depois pode ser muito mais caro”.

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Após oito jogos no comando da Seleção Brasileira, o italiano de 66 anos agradou e trouxe de volta a confiança do torcedor. O clima nos bastidores é de otimismo, mesmo com as conversas ficando paradas durante as festas de fim de ano e sendo retomadas em janeiro.

Ancelotti recebe atualmente o maior salário entre os técnicos de seleções, cerca de 10 milhões de euros por ano, com bônus de 5 milhões de euros se conquistar o hexa em 2026. A CBF quer garantir sua permanência como sinal de confiança, independente do que acontecer no Mundial dos Estados Unidos, Canadá e México.

O treinador, satisfeito com a liberdade para dividir o tempo entre o Canadá e o Rio de Janeiro, não esconde o desejo de seguir à frente do Brasil. O bom relacionamento com diretoria e o ambiente favorável pesam a favor de um novo acordo.

Desde maio, Ancelotti já comandou a Seleção Brasileira em oito partidas, com quatro vitórias, dois empates e duas derrotas, somando 14 gols marcados e cinco sofridos. Antes do empate com a Tunísia, o técnico chegou a brincar: “Não temos pressa para fazer, mas se a ideia for seguir não tem problema. A verdade é que o contrato antes do Mundial é mais barato e depois pode ser muito mais caro”.

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