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Dirigente do futebol alemão sugere boicote de seleções na Copa do Mundo dos Estados Unidos, México e Canadá

Foto Gianni Infantino - Presidente da FIFA. Imagem Rede Social de Gianni Infantino
Foto Gianni Infantino - Presidente da FIFA. Imagem Rede Social de Gianni Infantino

As ameaças de presidente americano Donald Tramp ao mundo começam a ter efeitos colaterais na copa do Mundo deste ano. O evento será realizado nos Estados Unidos, México e Canadá. Suas tentativas de obter a Groelândia como território americano tem deixado a Europa preocupada.

Na Alemanha, o vice-presidente da Federação Alemã de Futebol Oke Gottlich, afirmou ser necessário debater seriamente as ameaças de Trump e sugeriu uma retirada coletiva das seleções do torneio.

As declarações foram dadas em entrevista ao jornal alemão Hamburger Morgenpost e repercutidas pelo jornal O Globo. Gottlich integra o Comitê Executivo da DFB e também é presidente do St. Pauli, clube que disputa a Bundesliga.

A ideia não está ganhando adesões do continente europeu. A França por exemplo, disse que não irá boicotar a Copa do Mundo, mas vê com preocupação a movimentação geopolítica neste momento.

A Groelândia é um território semiautônomo da Dinamarca, país que integra a OTAM.

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As ameaças de presidente americano Donald Tramp ao mundo começam a ter efeitos colaterais na copa do Mundo deste ano. O evento será realizado nos Estados Unidos, México e Canadá. Suas tentativas de obter a Groelândia como território americano tem deixado a Europa preocupada.

Na Alemanha, o vice-presidente da Federação Alemã de Futebol Oke Gottlich, afirmou ser necessário debater seriamente as ameaças de Trump e sugeriu uma retirada coletiva das seleções do torneio.

As declarações foram dadas em entrevista ao jornal alemão Hamburger Morgenpost e repercutidas pelo jornal O Globo. Gottlich integra o Comitê Executivo da DFB e também é presidente do St. Pauli, clube que disputa a Bundesliga.

A ideia não está ganhando adesões do continente europeu. A França por exemplo, disse que não irá boicotar a Copa do Mundo, mas vê com preocupação a movimentação geopolítica neste momento.

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