A peça atravessa emocionalmente com cronologia própria uma jornada de vida do ator ao lado da sua mãe e da sua família. Aury Porto evoca e invoca lembranças, histórias, canções e construções acerca da travessia de um filho diante do adoecimento da mãe. A doença de Alzheimer, que acomete cada vez mais brasileiros, é narrada no espetáculo em experiências que, por muito íntimas, se tornam universais.
Estima-se que entre 1,2 milhão e 1,8 milhão de pessoas vivam com a doença de Alzheimer no Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde e da Associação Brasileira de Alzheimer. A enfermidade é responsável por 55% a 70% dos casos de demência registrados no país, condição que atinge cerca de 8,5% da população idosa.
Atualmente, mais de um milhão de brasileiros convivem com o Alzheimer. A cada ano, aproximadamente 100 mil novos diagnósticos são realizados. Especialistas alertam que, diante do envelhecimento acelerado da população, o número de casos pode crescer mais de 200% até 2050.
A incidência aumenta significativamente com o avanço da idade: entre pessoas com mais de 85 anos, a doença atinge cerca de 33%. Apesar da alta prevalência, estima-se que cerca de 70% dos idosos com Alzheimer ainda não recebam diagnóstico adequado, o que dificulta o início precoce do tratamento.
O Alzheimer é uma das principais causas de demência no Brasil. Embora não tenha cura, existem tratamentos capazes de amenizar os sintomas e retardar o declínio cognitivo, contribuindo para melhor qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares.
Ficha técnica
Idealização, Texto e Atuação – Aury Porto
Direção – Janaina Leite
Dramaturgia – Claudia Barral
Cenário e Figurino – Flora Belotti
Trilha Sonora – Rodolfo Dias Paes (DiPa)
Desenho de Luz – Ricardo Morañez
Preparação Corporal – Lu Favoreto
Projeções – Felipe Ghirello
Produção Executiva – Bia Fonseca, Aury Porto e mundana companhia
Programação Visual – Mariano Mattos Martins
Assessoria de Imprensa – Adriana Monteiro
200 lugares
Grátis
Ingressos 1h antes
A 12 anos






