Comercial vence Nacional e soma três importantes pontos no Paulista A4

O Comercial de Ribeirão conquistou uma importante vitória ao derrotar o Nacional de São Paulo em partida disputada neste sábado(7). Esta foi a primeira vitória do Leão do Norte em casa neste Campeonato Paulista.  Com atuação consistente e bom aproveitamento nas oportunidades criadas, a equipe ribeirão-pretana conseguiu garantir o resultado positivo diante de um adversário tradicional do futebol paulista. 

Desde o início do jogo, o Comercial mostrou postura ofensiva, pressionando a saída de bola do Nacional e buscando abrir o placar. A estratégia deu resultado ainda na primeira etapa, quando o time conseguiu balançar as redes após uma jogada do lateral direito Vitão que cruzou a bola para a grande área, mas no trajeto a bola ganhou efeito, cobriu o goleiro e foi parar nos fundos das redes do adversário. 

Na volta do intervalo, o Nacional tentou reagir e passou a ter mais posse de bola, criando algumas chances de perigo. No entanto, a defesa do Comercial se manteve organizada e conseguiu neutralizar as principais investidas do adversário.

A equipe de Ribeirão Preto ainda ampliou a vantagem. Em falta cobrada do lado esquerdo, o zagueiro Dogão apareceu na segunda trave golpeando a bola para o gol , levando a torcida presente a comemorar mais um gol que praticamente definiu o confronto. Mesmo com a pressão final do Nacional, o placar permaneceu favorável ao Comercial até o apito final – Comercial 2 x 0 Nacional

O jogo marcou a volta do técnico Pinho no comando da equipe no lugar de Raphael Pereira dispensado esta semana.

Com o resultado, o Comercial soma três pontos importantes na competição e ganha confiança para a sequência da temporada. O alvinegro volta a campo no próximo sábado para enfrentar o Araçatuba na casa do adversário. Já o Nacional terá que buscar recuperação nas próximas rodadas para fugir do rebaixamento..

SINCOVARP e FecomercioSP se manifestam sobre o fim da escala 6 x 1 e apontam que custo do trabalho aumentaria 22%

O Sindicato do Comercio Varejista de Ribeirão Preto ( Sincovarp) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo ( FecomércioSP) se manifestaram sobre o fim da escala 6 x 1. No longo comunicado as entidades demosntram grande preocupação com esta decisão e os problemas que ela podeira trazer para a economia regional e nacional apontando que o custo do trabalho aumentaria 22% com fim da escala 6×1

Nota na íntegra.

Desemprego, inflação, queda de produtividade e aumento dos riscos trabalhistas e sociais, além de engessar — décadas após a Constituição de 1988 — as relações entre trabalhadores e empresariado. Esses são alguns dos efeitos negativos que o País terá caso a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que pretende alterar o artigo 7º da Constituição Federal acerca da jornada formal de trabalho, seja aprovada e se torne lei.

A redução de jornada sem a devida compensação salarial elevaria o custo da hora trabalhada em 22%, segundo levantamento conjunto do SINCOVARP (Sindicato do Comércio Varejista de Ribeirão Preto) e da FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo). Para se ter uma ideia desse impacto e da inviabilidade de absorção desse custo pelas empresas, os reajustes reais firmados em convenção coletiva, quando concedidos, são de aproximadamente 1% e consideram fatores como ganhos de produtividade.

“Nesse contexto, a elevação abrupta e imposta via Constituição sem nenhuma contrapartida teria um efeito devastador para as empresas — principalmente as Micro, Pequenas e Médias (MPEs), que dinamizam a força produtiva da economia brasileira e de Ribeirão Preto”, alerta Paulo César Garcia Lopes, presidente do SINCOVARP, representante oficial do Varejo em Ribeirão Preto e mais 43 municípios da região.

O impacto para esses negócios seria decisivo, considerando que são estes que mais pagam tributos, têm menos recursos para se manterem e, ainda assim, geram pelo menos 1 milhão de empregos por ano, segundo o Sebrae.

Carga horária
O levantamento leva em consideração a queda de cerca de 18% na carga horária semanal. A lei atingiria dois terços dos trabalhadores formais brasileiros (63% dos vínculos trabalhistas tinham contratos entre 41 e 44 horas semanais no ano de 2023, de acordo com a Relação Anual de Informações Sociais, a RAIS) e no caso do comércio varejista e de serviços intensivos em mão-de-obra, esse percentual gira em torno de 90%. Na agricultura e na construção civil, a proporção é semelhante. São atividades que têm sustentado o crescimento da economia brasileira nos últimos anos.

Exemplo:
Funcionário no modelo atual (44 horas semanais)
Salário hipotético: R$ 2,2 mil
Custo da hora trabalhada: R$ 10
Funcionário no modelo proposto (36 horas semanais)
Salário hipotético: R$ 2,2 mil
Custo da hora trabalhada: R$ 12,22
Variação do volume da carga horária: -18,2%
Variação do custo da hora trabalhada: 22,2%

Na avaliação do SINCOVARP e da FecomercioSP, representante de 1,8 milhão de empresas brasileiras responsáveis por aproximadamente 10% do PIB nacional, a discussão sobre o fim da escala 6×1, ainda sob a justificativa de melhorar a qualidade de vida de trabalhadores e trabalhadoras, deve levar em conta os reflexos econômicos mais amplos que tende a causar.

“Reduções ou fixações da jornada laboral — considerando ajustes ou não dos salários — devem continuar, na nossa visão, sendo elaboradas no âmbito das negociações coletivas, conjunto de mecanismos (como as convenções coletivas e os acordos coletivos de trabalho) em funcionamento há muito tempo e que geram bons resultados para empresas e colaboradores. Importante lembrar que a as CCTs são prerrogativas exclusivas dos Sindicatos”, destaca Lopes.

Vale ressaltar que, embora a jornada legal no Brasil seja de 44 horas, a média da jornada negociada é menor: 39 horas. E alguns setores produtivos têm lançado mão dessas convenções para reduzir a jornada dos funcionários, como parte de estratégias próprias de melhoria da produtividade. Há ainda aqueles que ajustam o volume de horas semanais para compensar períodos de jornada menor com outros em que, ao contrário, a demanda é mais abundante.

Cada setor e cada ramo de atuação têm as próprias particularidades nessa relação. Ademais, imposições atrapalham os possíveis ajustes que podem ser realizados via acordos e convenções.

Medida inflacionária
Como não haveria contrapartida ou garantias de melhoria na produtividade, o empresariado teria, então, de repassar o aumento de custos aos preços, pressionando a inflação.

O SINCOVARP e a FecomercioSP alertam para outros possíveis efeitos negativos da medida: a fragilização dos pequenos negócios, aumentando ainda mais a concentração de capital em grandes players; redução do ritmo de contratações devido ao aumento do custo da hora trabalhada; aceleração de processos de mecanização das atividades (adoção de self checkouts, por exemplo) reduzindo postos de trabalho; a “juniorização” de algumas funções, que consiste na substituição de profissionais mais experientes e de maior salário por colaboradores com menor salário, entre outras consequências que precisam ser muito bem avaliadas pelos parlamentares.

Produtividade ainda mais afetada
Outro efeito nocivo da PEC seria afetar a produtividade, que já é historicamente baixa no Brasil. Dados apontaram que, em 2024, cada hora trabalhada por um brasileiro produziu um montante de US$ 21,40. Foi o suficiente para manter o País na 78ª colocação no ranking de produtividade global da Conference Board, um dos mais respeitados do planeta. No topo dessa lista estão os norte-americanos, que produzem US$ 94,80 por hora trabalhada.

Uma série de fatores explica esse fenômeno, como baixa qualificação da mão de obra brasileira, ambiente regulatório complexo, escassez de inovação e alto custo na disponibilidade de capital. “Promover ou intensificar reformas e iniciativas para aprimorar essas causas seria uma forma de o poder público agir positivamente sobre a jornada laboral e estimular desenvolvimento econômico aliado à qualidade de vida”, afirma Lopes.

Experiência internacional não é impositiva
Outro aspecto relevante dessa discussão é observar como outros países lidaram com a discussão. A maioria reduziu jornadas com base em mecanismos de negociação coletiva, não impondo uma regra impositiva via Constituição.

Nos Estados Unidos, por exemplo, houve uma redução de 11 horas no cômputo anual da jornada em um intervalo de 15 anos. No vizinho México, a queda foi de 37 horas, entre 2010 e 2023, segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Os próprios países da organização diminuíram essa margem em 55 horas no período. A PEC, ao contrário, propõe cortar boa parte da jornada de forma imediata.

O ritmo dessa alteração ao longo de um determinado período é importante não apenas do ponto de vista legal, mas principalmente porque um processo lento e gradual permite que a sociedade e a economia se ajustem às novas relações trabalhistas, criando estratégias para manter — e, principalmente, aumentar — a produtividade e a renda per capita nacional.

Além disso, a maioria dos países tem uma jornada negociada menor do que a legal. Isso acontece, justamente, porque os mecanismos de acordos trabalhistas funcionam em diferentes contextos socioeconômicos.

A jornada negociada brasileira (média de 39 horas), por exemplo, é muito parecida com a de países desenvolvidos, como Estados Unidos (38 horas) e Portugal (38,2 horas). Em comparação com vizinhos latino-americanos, pode-se dizer que os brasileiros têm uma carga de trabalho ainda menor: enquanto estão em atividade produtiva formal por, pelo menos, 1.709 horas por ano, considerando a jornada negociada, esse número é de 1.997 na Colômbia e de 2.255 no México.

Há casos em que a jornada negociada é muito menor do que a legal, como é na Alemanha, em que a lei estipula 48 horas semanais, mas acordos baixaram-na para 34,2 horas. Nesse sentido, nossa Constituição é flexível, fixando jornada de até 8 horas diárias e 44 semanais.

Articulações regional e estadual
O SINCOVARP e a FecomercioSP articulam com os poderes Legislativo e Executivo no intuito de levarem dados e análises da realidade nacional a uma discussão mais ampla sobre as jornadas de trabalho. “Se, por um lado, prezamos pela qualidade de vida de trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, por outro, entendemos que o desenvolvimento econômico deve ser uma prioridade cuidadosamente observada sob diferentes ângulos para não promover ainda mais desequilíbrios no já intrincado ambiente de negócios brasileiro”, finaliza Paulo César Garcia Lopes.

Pontos de atenção
Mapeamento do SINCOVARP e da FecomercioSP reuniu dez pontos de atenção sobre os impactos da redução abrupta das jornadas, especialmente do fim imediato da escala 6×1 com reflexos diretos sobre empregos, preços e o funcionamento de setores estratégicos da economia:

  1. Boa intenção não garante bom resultado
    Debater qualidade de vida no trabalho é essencial, mas políticas públicas mal calibradas tendem a produzir efeitos contrários. Quando variáveis como custo do trabalho, produtividade e organização das cadeias produtivas são ignoradas, o impacto recai sobre preços, geração de empregos e informalidade. Segundo o SINCOVARP e a FecomercioSP, o fim abrupto da escala 6×1 não assegura melhoria nas condições de vida do trabalhador e pode comprometer os pilares do bem-estar econômico.
  2. Aumento imediato e expressivo no custo do trabalho
    A proposta representa um aumento de 22% no custo da hora trabalhada, de acordo com estimativas do SINCOVARP e da FecomercioSP. A elevação decorre da redução da jornada sem diminuição proporcional da remuneração, o que encarece diretamente a hora trabalhada.
  3. Custo maior significa menos empregos
    O aumento no custo do trabalho tende a reduzir contratações e ampliar demissões. Estudos apontam para a possível eliminação de até 1,2 milhão de postos formais. Segundo as Entidades, custos mais altos estimulam a substituição por colaboradores de salário mais baixo e informalidade.
  4. MPEs seriam as mais prejudicadas
    Responsáveis por cerca de 80% dos novos empregos formais, as Micro e Pequenas Empresas (MPEs) sustentam as economias locais, a arrecadação municipal e a coesão econômica regional. São também as que têm menor capacidade de absorver aumentos abruptos de custos, o que faz com que a proposta penalize justamente quem mais emprega.
  5. Efeito direto em setores estratégicos
    Varejo, Agricultura e Construção Civil concentram grande parte dos vínculos com jornada entre 41 e 44 horas semanais e têm papel central na geração de empregos e renda. Alterações abruptas nessas atividades podem desorganizar cadeias produtivas inteiras, afetando fornecedores, logística, serviços associados e consumo.
  6. Redução de jornada exige mais produtividade
    Experiências internacionais mostram que a redução da jornada veio após ganhos de produtividade, com investimentos em tecnologia, qualificação e gestão. No Brasil, onde a produtividade ainda é baixa, reduzir horas antes desses avanços significa inverter a lógica e elevar custos sem ganhos de eficiência.
  7. Jornadas menores já são realidade no Brasil
    Embora a legislação preveja 44 horas semanais, a jornada média negociada no País é de aproximadamente 39 horas, patamar semelhante ao de países desenvolvidos. Esse resultado é fruto da valorização da negociação coletiva prevista na Constituição de 1988, o que demonstra que o sistema funciona quando há diálogo.
  8. Negociação coletiva protege mais do que imposição legal
    A negociação permite adaptar jornadas à realidade de cada setor, preservando empregos onde a produtividade seja menor e permitindo reduções onde haja espaço econômico. A imposição legal uniforme substitui essa flexibilidade por rigidez, desconsiderando diferenças regionais, setoriais e econômicas.
  9. Trabalhadores e consumidores sentem os efeitos
    Com custos mais elevados e menor produção, o repasse para preços tende a ser inevitável.
  10. Mudanças abruptas estimulam informalidade
    A experiência internacional indica que mudanças bem-sucedidas são graduais. A redução imediata de 480 horas anuais não encontra precedentes. Segundo o SINCOVARP e a FecomercioSP, o risco é o aumento de “bicos”, informalidade, insegurança jurídica e queda de produtividade. O debate, portanto, deve focar em trabalhar melhor, com renda estável, segurança jurídica e diálogo social.

Com 4 lojas em Ribeirão supermercados Pão de Açucar pode encerrar suas atividades no Brasil; entenda

O Grupo Pão de Açúcar (GPA), uma das maiores redes de varejo alimentar do Brasil, informou ao mercado que atravessa um cenário financeiro delicado, com riscos para a continuidade das operações diante da pressão sobre o caixa e do elevado nível de endividamento.

Em comunicado recente, a companhia destacou incertezas quanto à capacidade de manter suas atividades normalmente, em meio ao aumento da alavancagem financeira e à necessidade de renegociar dívidas com vencimentos relevantes nos próximos anos. O alerta gerou forte reação no mercado e provocou volatilidade nas ações, que acumulam queda próxima de 25% desde o início de 2026.

A rede tem quatro lojas em Ribeirão Preto: Na avenida João Fiúsa, Avenida Independência, distrito de Bonfim Paulista e bairro Nova Aliança.

Segundo analistas, o principal desafio do GPA é a combinação entre baixa geração de caixa e dívida elevada, estimada em cerca de R$ 2,7 bilhões — valor que supera o próprio valor de mercado da empresa.

A companhia vem registrando queima de caixa há vários trimestres consecutivos, com despesas financeiras consumindo boa parte do resultado operacional. Esse cenário aumentou a percepção de risco entre investidores e reforçou a necessidade de medidas urgentes para reequilibrar as contas.

Especialistas do mercado avaliam que o GPA pode precisar de uma capitalização entre R$ 500 milhões e R$ 700 milhões para fortalecer o caixa e atravessar o período de maior pressão financeira.

Paralelamente, o grupo vem implementando cortes de despesas e um plano de reestruturação operacional, enquanto enfrenta um ambiente desafiador no varejo, marcado por consumo mais cauteloso das famílias e forte concorrência no setor supermercadista.

As recentes mudanças na liderança executiva também ampliaram as incertezas, elevando o risco percebido quanto à sustentabilidade financeira da companhia no curto prazo.

Embora a companhia tenha evitado confirmar publicamente um plano de encerramento das operações da rede Pão de Açúcar, analistas apontam que o grupo enfrenta um momento crítico e avalia todas as alternativas possíveis para sobreviver em um setor cada vez mais competitivo.

No momento, não há confirmação oficial de que todas as operações serão encerradas ou que lojas serão fechadas de forma massiva. Porém, caso a situação financeira do GPA se deteriore ainda mais, cortes de lojas e uma reestruturação profunda não podem ser descartados — algo que pode impactar milhares de consumidores e colaboradores no Brasil.

Saiba como será a Lua de Sangue na próxima terça-feira

Um novo eclipse lunar está previsto para o dia 3 de março e promete mobilizar curiosos e especialistas em astronomia. O fenômeno, conhecido popularmente como “Lua de sangue”, ocorre quando há um alinhamento preciso entre Sol, Terra e Lua. Nesse momento, a Terra se posiciona entre o Sol e a Lua, projetando sua sombra sobre o satélite natural. Segundo o astrônomo Thiago Signorini Gonçalves, diretor do Observatório do Valongo da Universidade Federal do Rio de Janeiro, no eclipse parcial é possível observar a sombra avançando sobre o disco lunar como se fosse uma “mordida”, enquanto o eclipse total acontece quando a Lua fica completamente imersa na parte mais escura da sombra terrestre.

Durante a fase total, a luz do Sol não atinge diretamente a superfície lunar. Ainda assim, parte dela atravessa a atmosfera da Terra antes de chegar à Lua. Nesse processo, as tonalidades azuladas são dispersadas e apenas a luz avermelhada consegue passar, produzindo o efeito que dá origem ao apelido “Lua de sangue”. Embora o termo não seja científico, ele traduz com precisão o aspecto visual do fenômeno, semelhante às cores observadas no pôr do sol.

Apesar da expectativa, o Brasil não estará em posição privilegiada para acompanhar o espetáculo completo. Na maior parte do território, será possível observar apenas o eclipse penumbral, caracterizado por um leve escurecimento da Lua cheia, difícil de perceber a olho nu. Em cidades como São Paulo e Brasília, o fenômeno ocorrerá por volta das 6h, quando a Lua já estará baixa no horizonte oeste e próxima do nascer do Sol, o que dificultará ainda mais a visualização. A situação melhora ligeiramente na região Norte, especialmente no Acre, Rondônia e oeste do Amazonas, onde parte do eclipse parcial poderá ser vista antes do amanhecer.

De acordo com a astrônoma Josina Nascimento, do Observatório Nacional, um eclipse total da Lua passa por cinco etapas: penumbral, parcial, total, parcial e penumbral novamente. No entanto, quando a fase total ocorrer — entre 8h04 e 9h02 (horário de Brasília) — a Lua já estará abaixo do horizonte para os brasileiros. As melhores condições de observação estarão em áreas do Pacífico, como a Nova Zelândia e ilhas como Fiji. No Brasil, um eclipse total plenamente visível em todo o país só deverá ocorrer na noite de 25 para 26 de junho de 2029.

Veja quais foram as vitimas fatais no acidente de lancha em Rifaina

Os nomes das vitimas fatais do grave acidente de lancha em Rifaina ocorrido neste sábado(21) a noite já foram divulgados. Morreram uma mãe e seu filho de 4 anos, três mulheres e um homem. Juliana Fernanda de Oliveira Silva Ferreira , Wesley Carlos da Silva, Bento Aredes , Viviane Aredes , Erica Fernanda L e Marina Matias Rodrigues .

Na momento do acidente a lancha havia15 pessoas a bordo. Seis morreram. A lancha retornava de um bar flutuante localizado nas águas do Rio Grande, na cidade de Sacramento (MG). Durante o trajeto de volta, já na margem do rio em Rifaina, a embarcação colidiu contra um píer.

O acidente causou um impacto tão forte que os seis ocupantes foram arremessados na água.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, três dessas pessoas utilizavam coletes salva-vidas no momento do acidente, enquanto outras três estavam sem o equipamento de segurança.

Falta de sinalização e iluminação

Segundo informações repassadas pelos bombeiros, o píer onde ocorreu a colisão não possuía sinalização adequada nem iluminação noturna, o que pode ter contribuído para o acidente.

A profundidade da água no local é de aproximadamente 2,5 metros.

As autoridades devem investigar as circunstâncias da colisão, incluindo possíveis falhas de segurança e as condições de navegação no trecho do rio.

O piloto da lancha, que morreu no acidente, não tinha habilitação na categoria Arrais-Amador, exigida para esse tipo de transporte náutico, informou o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais.

Comercial entra em campo hoje precisando vencer no Paulista A4.

O Comercial entra em campo nesta quarta-feira com apenas um desfalque para enfrentar o Clube Atlético Taquaritinga, pelo Campeonato Paulista da Série A4. O atacante Paulo Victor é a única ausência confirmada para o confronto.

Por outro lado, o meia-atacante João Pigozzo está liberado e reforça a equipe. O jogador havia sido substituído na partida contra a Penapolense após sofrer uma pancada do adversário, mas não preocupa para o duelo desta noite.

Com praticamente força máxima, o técnico Roberval e seus comandados buscam a primeira vitória na competição estadual. A partida também marca o retorno do Leão do Norte ao estádio Palma Travassos. A estreia da equipe em Ribeirão Preto aconteceu no estádio Santa Cruz/Arena Nicnet, casa do Botafogo.

Um dos atletas mais experientes do elenco, o lateral Alex Sivério destacou a postura do treinador neste momento da competição.

“O Roberval vem passando tranquilidade nesse momento. Acho que os treinos têm sido muito bons, tanto na parte tática quanto técnica, além da entrega. Todo mundo está se dedicando bastante. Precisamos manter a calma e nos entregar ao máximo na quarta-feira para conquistar a vitória e diminuir essa ansiedade” afirmou.

A partida está marcada para as 20h. A Rádio Jovem Pan News 107,5 MHz transmite o confronto ao vivo a partir das 18h30, com narração de Wilson Rocha.

A vacinação contra a dengue para profissionais da saúde tem início em Ribeirão Preto.

A Prefeitura de Ribeirão Preto iniciou nesta segunda-feira (9) a vacinação contra a dengue dos profissionais da Atenção Primária à Saúde. A ação integra as estratégias de prevenção e enfrentamento à doença e, nesta primeira etapa, contempla trabalhadores que atuam diretamente nos territórios e estão mais expostos ao risco de infecção. O município recebeu 1.027 doses do imunizante enviadas pelo Ministério da Saúde.

A imunização começou pelos agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias, que desenvolvem atividades de campo e mantêm contato direto com a população. A vacina aplicada é a Butantan-DV, produzida pelo Instituto Butantan, em esquema de dose única e com proteção contra os quatro sorotipos do vírus da dengue. A expectativa é de que novas remessas sejam enviadas para ampliar gradualmente o público-alvo.

De acordo com a subsecretária de Vigilância em Saúde, Luzia Márcia Romanholi Passos, a medida fortalece o enfrentamento à doença ao proteger quem está na linha de frente. Os agentes realizam vistorias em imóveis, orientações aos moradores e mobilizações como arrastões de limpeza, ações que têm contribuído para a queda nos casos. De janeiro até 4 de fevereiro, Ribeirão Preto confirmou 18 casos de dengue, contra 4.365 no mesmo período do ano passado, quando houve ainda quatro óbitos.

Contas públicas do governo Lula têm déficit de R$ 55,021 bilhões em 2025

As contas públicas encerraram 2025 com saldo negativo, refletindo principalmente o déficit do governo federal, onde o crescimento das despesas superou o avanço das receitas. O setor público consolidado — que reúne União, estados, municípios e empresas estatais — registrou déficit primário de R$ 55,021 bilhões no ano, o equivalente a 0,43% do Produto Interno Bruto (PIB). O resultado representa piora em relação a 2024, quando o déficit foi de R$ 47,553 bilhões, ou 0,4% do PIB. As Estatísticas Fiscais foram divulgadas pelo Banco Central (BC) com a consolidação dos dados de dezembro, mês em que houve superávit de R$ 6,251 bilhões.

O desempenho negativo foi puxado pelo Governo Central, que apresentou déficit primário de R$ 58,687 bilhões em 2025, acima do resultado de R$ 45,364 bilhões registrado no ano anterior. Segundo o Tesouro Nacional, o aumento dos gastos obrigatórios, como Previdência Social e Benefício de Prestação Continuada (BPC), pressionou as contas, apesar da arrecadação recorde, que cresceu 2,8% em termos reais. Em sentido oposto, estados e municípios ampliaram o superávit para R$ 9,537 bilhões, enquanto as empresas estatais — excluídas Petrobras e Eletrobras — reduziram o déficit em comparação a 2024.

As despesas com juros da dívida pública somaram R$ 1 trilhão em 2025, o maior valor da série histórica, ainda que tenham recuado proporcionalmente ao PIB, passando de 8,07% em 2024 para 7,91%. A elevação da taxa Selic, que chegou a 15% ao ano, foi parcialmente compensada pelos ganhos de R$ 105,9 bilhões nas operações de swap cambial realizadas pelo Banco Central. Com isso, o déficit nominal — que inclui o resultado primário e os juros — alcançou R$ 1,062 trilhão, acima do registrado em 2024.

A dívida pública também avançou no período. A dívida líquida do setor público chegou a R$ 8,311 trilhões em 2025, correspondente a 65,3% do PIB, o maior patamar da série histórica. Já a dívida bruta do governo geral atingiu R$ 10,017 trilhões, ou 78,7% do PIB, acima dos 76,3% observados em 2024. O aumento foi influenciado pelo déficit nominal, pelos juros apropriados e pela apreciação cambial, fatores acompanhados de perto por investidores e agências de classificação de risco.

Prefeitura abre inscrições para atividades do Carnaval de Ribeirão Preto 2026

A Prefeitura de Ribeirão Preto, por meio da Secretaria Municipal da Cultura e Turismo, abriu as inscrições para o cadastramento de atividades culturais que irão compor a programação oficial do Carnaval 2026. O processo deve ser feito exclusivamente de forma online, entre os dias 6 e 20 de janeiro, e é destinado a escolas de samba, blocos carnavalescos, afoxés, maracatus, grupos artísticos e culturais, além de outros interessados em promover ações nos espaços públicos do município durante o período carnavalesco.

Reconhecido como um dos principais marcos culturais da cidade, o Carnaval de rua de Ribeirão Preto reúne tradição, diversidade e ampla participação popular. O cadastramento é uma etapa fundamental para o planejamento do evento, a organização da ocupação dos espaços públicos e a viabilização do apoio logístico necessário, com o objetivo de garantir uma festa democrática, segura e acessível para toda a população.

Como parte do processo de construção coletiva do Carnaval 2026, a Secretaria Municipal da Cultura e Turismo promoverá uma reunião presencial com produtores culturais, coletivos e representantes dos grupos carnavalescos no dia 13 de janeiro, às 19h30, no Centro Cultural Palace. Segundo a secretária municipal da Cultura e Turismo, Maria Eugênia Biffi, a iniciativa reforça o compromisso da administração com a cultura popular e o turismo, destacando que o diálogo e o cadastramento são essenciais para a realização de um Carnaval organizado, inclusivo e representativo.

Link para cadastro

Período de inscrição:
De 6 a 20 de janeiro, até às 18h

Mais informações:
Secretaria Municipal da Cultura e Turismo de Ribeirão Preto
turismo.cultura@rp.ribeiraopreto.sp.gov.br
WhatsApp: (16) 98109-2477

Trump ataca Venezuela e diz que Maduro foi capturado

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado (03) um ataque em larga escala à Venezuela. A capital Caracas e outras cidades teriam sido atingidas por vias aérea e terrestre. Em suas redes socais, Trump afirmou que houve sucesso e o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e retirados do país. 

“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado e levado para fora do país juntamente com sua esposa”, disse o presidente norte-americano.

“Esta operação foi realizada em conjunto com as forças policiais dos EUA. Mais detalhes em breve. Haverá uma coletiva de imprensa hoje, às 11h, em Mar-a-Lago. Obrigado pela atenção!”

Trump acusa Maduro de liderar uma organização criminosa voltada para o tráfico internacional de drogas. Bombardeios norte-americanos a barcos nas águas do Caribe ocorreram nos últimos meses.

No entanto, por diversas vezes, o presidente da Venezuela negou envolvimento com o tráfico e também pediu apoio de organismos internacionais.