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Cantor sertanejo Marcelo Gasparini morreu vítima de Leucemia Mieloide Aguda; doença pode ser prevenida?

Imagem Rede Sociais
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A Leucemia Mieloide Aguda (LMA) é um câncer de evolução rápida que se origina na medula óssea e provoca a produção descontrolada de células sanguíneas anormais. Apesar dos avanços no conhecimento sobre a doença, não existe uma forma capaz de prevenir a maioria dos casos. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), grande parte das pessoas que desenvolvem leucemia não apresenta fatores de risco conhecidos que possam ser modificados, o que limita as possibilidades de prevenção direta.

Isso não significa, porém, que todos os riscos sejam inevitáveis. O tabagismo é um dos fatores modificáveis associados à LMA e, segundo a American Cancer Society, é o único fator de estilo de vida com relação comprovada com esse tipo de leucemia. Substâncias cancerígenas presentes na fumaça do cigarro entram na corrente sanguínea e podem atingir células da medula óssea. Por isso, não fumar ou abandonar o cigarro está entre as principais medidas que podem contribuir para reduzir o risco da doença.

Outro ponto de atenção é a exposição ao benzeno, substância associada ao aumento do risco de leucemia e presente em determinados ambientes industriais, derivados de petróleo, gasolina e também na fumaça do cigarro. A radiação ionizante em doses elevadas e determinados tratamentos anteriores com quimioterapia ou radioterapia também estão relacionados a maior risco de desenvolver LMA. No ambiente de trabalho, a prevenção passa principalmente pelo controle ou eliminação da exposição a agentes cancerígenos e pelo cumprimento das medidas de proteção ocupacional. Nos casos em que quimioterapia ou radioterapia são necessárias para tratar outro câncer, entretanto, o INCA ressalta que o benefício do tratamento de uma doença potencialmente fatal normalmente se sobrepõe ao risco futuro de uma leucemia secundária.

Há ainda fatores que não podem ser modificados, como o envelhecimento, determinadas alterações genéticas e síndromes hereditárias, histórico familiar e algumas doenças da medula óssea, entre elas a síndrome mielodisplásica. Ter um ou mais fatores de risco não significa que uma pessoa necessariamente desenvolverá LMA, assim como a doença pode surgir em indivíduos sem fatores conhecidos. Por isso, a principal mensagem dos especialistas é que não existe atualmente uma estratégia capaz de impedir todos os casos, mas evitar o tabaco e reduzir exposições comprovadamente cancerígenas são medidas importantes para diminuir riscos que podem ser controlados

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Isso não significa, porém, que todos os riscos sejam inevitáveis. O tabagismo é um dos fatores modificáveis associados à LMA e, segundo a American Cancer Society, é o único fator de estilo de vida com relação comprovada com esse tipo de leucemia. Substâncias cancerígenas presentes na fumaça do cigarro entram na corrente sanguínea e podem atingir células da medula óssea. Por isso, não fumar ou abandonar o cigarro está entre as principais medidas que podem contribuir para reduzir o risco da doença.

Outro ponto de atenção é a exposição ao benzeno, substância associada ao aumento do risco de leucemia e presente em determinados ambientes industriais, derivados de petróleo, gasolina e também na fumaça do cigarro. A radiação ionizante em doses elevadas e determinados tratamentos anteriores com quimioterapia ou radioterapia também estão relacionados a maior risco de desenvolver LMA. No ambiente de trabalho, a prevenção passa principalmente pelo controle ou eliminação da exposição a agentes cancerígenos e pelo cumprimento das medidas de proteção ocupacional. Nos casos em que quimioterapia ou radioterapia são necessárias para tratar outro câncer, entretanto, o INCA ressalta que o benefício do tratamento de uma doença potencialmente fatal normalmente se sobrepõe ao risco futuro de uma leucemia secundária.

Há ainda fatores que não podem ser modificados, como o envelhecimento, determinadas alterações genéticas e síndromes hereditárias, histórico familiar e algumas doenças da medula óssea, entre elas a síndrome mielodisplásica. Ter um ou mais fatores de risco não significa que uma pessoa necessariamente desenvolverá LMA, assim como a doença pode surgir em indivíduos sem fatores conhecidos. Por isso, a principal mensagem dos especialistas é que não existe atualmente uma estratégia capaz de impedir todos os casos, mas evitar o tabaco e reduzir exposições comprovadamente cancerígenas são medidas importantes para diminuir riscos que podem ser controlados

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