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A cada 72 segundos, uma pessoa morre por doença cardiovascular no Brasil

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As doenças cardiovasculares seguem como uma das principais causas de morte no Brasil, provocando um óbito a cada 72 segundos. Até esta sexta-feira (16), o país contabilizava 318.945 mortes em 2026, segundo o Cardiômetro, ferramenta da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). O levantamento aponta uma média de 1.194 mortes por dia, aproximadamente 50 por hora, evidenciando a gravidade dos problemas relacionados ao coração e à circulação sanguínea.

As projeções da Sociedade Brasileira de Cardiologia indicam que o número anual de mortes por doenças cardiovasculares poderá crescer 10,8% até 2030, caso as tendências observadas nas últimas duas décadas sejam mantidas. A estimativa aponta um aumento de 417.550 óbitos em 2024 para 462.573 em 2030. Segundo o cardiologista Antonio Luiz Pinho Ribeiro, coordenador do novo Hub de Doenças Cardiovasculares, os números representam cenários possíveis e podem ser modificados com investimentos em prevenção, diagnóstico precoce, tratamento adequado e políticas públicas de saúde.

Entre os principais fatores de risco para doenças cardiovasculares estão hipertensão arterial, diabetes, tabagismo, obesidade e sedentarismo. Especialistas destacam que o controle dessas condições, aliado ao atendimento rápido em casos de infarto e acidente vascular cerebral (AVC), é fundamental para reduzir a mortalidade. Apesar das projeções preocupantes, o Brasil registrou uma queda de aproximadamente 36% na taxa de mortalidade cardiovascular entre 2000 e 2024, passando de 306,4 para 195 óbitos por 100 mil habitantes.

O levantamento também revela diferenças significativas entre os estados brasileiros. Alagoas apresenta a maior taxa de mortalidade por doenças cardiovasculares, com 245,5 mortes para cada 100 mil habitantes, seguido pelo Amapá, com 225,1, e Mato Grosso do Sul, com 220,4. Os indicadores reforçam a necessidade de estratégias regionais de prevenção e ampliação do acesso aos serviços de saúde, especialmente nas localidades com maior incidência de mortes relacionadas a problemas cardiovasculares.

Os dados fazem parte do novo Hub de Doenças Cardiovasculares, desenvolvido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia em parceria com a Federação Mundial do Coração (WHF) e apresentado durante o 81º Congresso Brasileiro de Cardiologia, no Rio de Janeiro. A plataforma reúne informações do Ministério da Saúde, DataSUS, IBGE e Global Burden of Disease (GBD) 2023, permitindo consultar séries históricas de 2000 a 2024, projeções futuras e indicadores por estado, sexo e faixa etária. A iniciativa busca fortalecer o acesso à informação científica e contribuir para a criação de políticas públicas capazes de reduzir as mortes por doenças do coração no Brasil.

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As projeções da Sociedade Brasileira de Cardiologia indicam que o número anual de mortes por doenças cardiovasculares poderá crescer 10,8% até 2030, caso as tendências observadas nas últimas duas décadas sejam mantidas. A estimativa aponta um aumento de 417.550 óbitos em 2024 para 462.573 em 2030. Segundo o cardiologista Antonio Luiz Pinho Ribeiro, coordenador do novo Hub de Doenças Cardiovasculares, os números representam cenários possíveis e podem ser modificados com investimentos em prevenção, diagnóstico precoce, tratamento adequado e políticas públicas de saúde.

Entre os principais fatores de risco para doenças cardiovasculares estão hipertensão arterial, diabetes, tabagismo, obesidade e sedentarismo. Especialistas destacam que o controle dessas condições, aliado ao atendimento rápido em casos de infarto e acidente vascular cerebral (AVC), é fundamental para reduzir a mortalidade. Apesar das projeções preocupantes, o Brasil registrou uma queda de aproximadamente 36% na taxa de mortalidade cardiovascular entre 2000 e 2024, passando de 306,4 para 195 óbitos por 100 mil habitantes.

O levantamento também revela diferenças significativas entre os estados brasileiros. Alagoas apresenta a maior taxa de mortalidade por doenças cardiovasculares, com 245,5 mortes para cada 100 mil habitantes, seguido pelo Amapá, com 225,1, e Mato Grosso do Sul, com 220,4. Os indicadores reforçam a necessidade de estratégias regionais de prevenção e ampliação do acesso aos serviços de saúde, especialmente nas localidades com maior incidência de mortes relacionadas a problemas cardiovasculares.

Os dados fazem parte do novo Hub de Doenças Cardiovasculares, desenvolvido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia em parceria com a Federação Mundial do Coração (WHF) e apresentado durante o 81º Congresso Brasileiro de Cardiologia, no Rio de Janeiro. A plataforma reúne informações do Ministério da Saúde, DataSUS, IBGE e Global Burden of Disease (GBD) 2023, permitindo consultar séries históricas de 2000 a 2024, projeções futuras e indicadores por estado, sexo e faixa etária. A iniciativa busca fortalecer o acesso à informação científica e contribuir para a criação de políticas públicas capazes de reduzir as mortes por doenças do coração no Brasil.

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