Na tarde desta terça-feira, mais uma notícia caiu como uma bomba no estádio Moisés Lucarelli: mais uma vez por falta de pagamentos, característica recorrente desta diretoria executiva, a Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF) determinou a exclusão da Ponte Preta do Programa de Apoio à Reestruturação Financeira de Clubes da Série B (PARF-B).
Ou seja, com isso, a Macaca não terá mais as viagens nem os valores dos deslocamentos e da arbitragem custeados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A permanência no programa exige a regularidade no pagamento das obrigações trabalhistas a atletas, comissão técnica e funcionários; se a inadimplência chegar a a mais de 60 dias, o clube é retirado automaticamente do benefício.
“A partir da decisão, a responsabilidade pelas despesas de logística e arbitragem passa a ser integral e exclusiva do clube, que perde o custeio antes assumido pela CBF. A CBF continuará a operacionalizar a logística por meio de sua agência parceira e a processar as taxas pelo sistema centralizado da Confederação, passando a enviar mensalmente ao clube a fatura consolidada das despesas incorridas, a ser reembolsada em até dez dias úteis”, diz trecho do comunicado.
PROBLEMAS FINANCEIROS
Convivendo com problemas financeiros há mais de um ano, quando o clube conquistou a Série C do Campeonato Brasileiro com os atletas há meses sem receber, a Ponte Preta vive um verdadeiro drama dentro e fora das quatro linhas.
O comunicado ainda diz que a CBF seguirá realizando a operação e cuidando de toda a logística da equipe de arbitragem por meio de sua agência parceira e de um sistema da entidade, que processa as taxas e todas as contas, enviando a fatura com todas as despesas para o clube, que deverá reembolsar os valores em até dez dias úteis.
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