Como cuidar bem da saúde neste período de carnaval sem cometer exageros

O Carnaval está rolando e junto com ele a maratona de bloquinhos, festas e viagens. Nestes dois dias que restam de folia, muitas pessoas vão sair da rotina, inclusive com a forma de se alimentar durante este período. Pensando nisso, a gerente de Nutrição do HCor, Rosana Perim, dá dicas para manter a dieta e cuidar da saúde, para evitar a desidratação e ter energia para curtir todos os dias de folia. A maratona de festa exige muita preparação e disposição. E para deixar a saúde em dia é importante evitar ingerir alimentos gordurosos e de difícil digestão, assim como as bebidas alcóolicas.

Para os foliões que vão passar muitas horas na rua, a dica é se alimentar antes de sair de casa. “O ideal é comer alimentos leves e que forneçam bastante energia para ter pique por bastante tempo. Açaí com granola, tapioca com suco de frutas, macarrão ao sugo, carnes magras, aves, peixes grelhados ou assados e um sanduíche natural com chá gelado ou água de coco, além das frutas e saladas são boas opções”, orienta Rosana Perim.

Hidratação sempre:

A perda de líquidos e sais minerais é grande, sendo assim, o consumo de água requer atenção. Outra maneira de repor a perda de líquidos é ingerindo sucos naturais, água de coco, bebidas isotônicas e frutas ricas em água (melancia, laranja, melão, abacaxi). “Mesmo durante o consumo de bebidas alcoólicas é importante que as pessoas bebam água, pois a cerveja, vodca, e outras bebidas alcoólicas têm função diurética, portanto não hidratam o nosso organismo. Já as bebidas isotônicas podem ser consumidas, pois repõem os minerais perdidos durante a transpiração e tem a finalidade de prevenir a desidratação”, sugere a nutricionista.

Blocos de rua:

É importante não esquecer de levar lanchinhos na bolsa. Opte por castanhas e nozes, barrinha de cereais ou proteicas, frutas secas como ameixa e damasco ou frutas naturais. Segundo a nutricionista do HCor, esses são alimentos que saciam a fome, além de serem pequenos e fáceis de transportar e não precisam de refrigeração”, explica Perim.

Desfiles no Sambódromo:

Ou em algum outro local onde não seja permitida a entrada de alimentos, lembre-se de fazer uma boa refeição antes de sair de casa. E no local, procure ingerir produtos que sejam menos manipulados.

Carnaval na praia:

A proposta é desviar dos alimentos expostos ao sol ou as altas temperaturas. Prefira os sucos naturais, água de coco, picolés de frutas, mix de castanhas, biscoitos integrais ou polvilho, frutas secas e frescas. Sanduíches naturais com ovos e maionese devem ser evitados. Prefira somente aqueles que estiverem em refrigeração.

Dicas da nutricionista do HCor para quem vai cair na folia:

Prepare os sanduíches naturais com diversos tipos de pães (aveia, centeio, trigo, integral e outros), recheados com peito de peru, frango, atum, sardinha, rosbife, queijo branco, ricota, queijo cottage, além de hortaliças e legumes (folhas em geral, cenoura e beterraba ralada, tomate e outros).

Consuma frutas, verduras e legumes, para que você esteja em dia com a ingestão de vitaminas e sais minerais. “Nesses dias você terá um gasto energético elevado, portanto não deixe de repor essa energia com alimentos ricos em carboidratos, como o arroz, macarrão, batata, pão, cereais e outros, de preferência integrais, pois o carboidrato vai fornecer a energia que você precisa para curtir os dias de  folia, dando maior sensação de saciedade”, alerta.

Evite alimentos gordurosos, frituras, salgadinhos de pacote. Prefira as carnes brancas e vermelhas magras, grelhadas, assadas ou cozidas, que contêm menos gordura e são mais fáceis de serem digeridas. “As sobremesas refrescantes são as melhores opções. Escolha sempre frutas, gelatinas, sorvete de frutas ou compotas geladas”, orienta.

“A alimentação saudável garante uma boa imunidade, sendo assim, se alimentar bem e descansar o máximo possível garantem mais saúde e pique para aproveitar o Carnaval”, aconselha Rosana Perim, nutricionista do HCor.

Cresce o número de idosos praticantes de atividades físicas no estado de São Paulo

Praticar exercícios físicos é cada vez mais parte da rotina dos paulistas. Mais da metade da população do Estado de São Paulo realiza algum tipo de atividade física, segundo levantamento da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). Em 2019, esse percentual era de 39%, o que indica um avanço significativo nos últimos anos.

O crescimento é ainda mais expressivo entre pessoas com 60 anos ou mais. Em 2019, apenas três em cada dez idosos praticavam atividades esportivas. Já em 2025, o índice chegou a 52%. Para o Seade, o resultado reflete maior conscientização sobre a importância do autocuidado e da preservação da funcionalidade física ao longo do envelhecimento.

Gênero, renda e frequência

A pesquisa foi realizada em setembro de 2025, por meio de entrevistas remotas com moradores de todas as regiões do estado. Na comparação com os levantamentos de 2019, 2023 e 2024, os dados indicam que o hábito de se exercitar foi incorporado por uma parcela significativa da população.

A adesão é maior entre homens e cresce conforme aumentam a escolaridade e a renda familiar. Entre os praticantes, oito em cada dez afirmam realizar atividades físicas duas ou mais vezes por semana. Além disso, três em cada dez dedicam mais de uma hora por dia à prática esportiva, consolidando a percepção sobre os benefícios da regularidade dos exercícios.

Queda entre jovens

Apesar do avanço geral, o estudo aponta uma redução no percentual de jovens de até 29 anos fisicamente ativos. Apenas no último ano, houve queda de oito pontos percentuais nesse grupo, passando de 61% para 53%.

De acordo com o Seade, o recuo pode estar associado à diminuição do interesse por hábitos saudáveis, impulsionados no período pós-pandemia, além da retomada das atividades presenciais de estudo e trabalho, que impactaram a rotina dessa faixa etária.

Alerta – Anvisa suspende venda de fórmula infantil Alfamino, da Nestlé

Agência Nacional de Vigilância Sanitária(Anvisa)  suspendeu a comercialização, a distribuição, a importação, a propaganda e o uso de 10 lotes da fórmula infantil Alfamino 400g, fabricada pela Nestlé Brasil Ltda.

De acordo com o texto, a decisão foi motivada considerando a presença de selênio e iodo em quantidades acima dos limites permitidos na legislação sanitária. A norma determina ainda o recolhimento dos lotes em questão.

O número dos lotes são:

  • 50310017Y2
  • 51060017Y1
  • 50720017Y1
  • 50710017Y4
  • 50290017Y1
  • 50280017Y2
  • 43510017Y1
  • 43480017Y2
  • 43110017Y2
  • 41730017Y2

Segundo a Anvisa, as análises apontaram 31,1 microgramas de selênio por 100 quilocalorias e 175,7 microgramas de iodo por 100 quilocalorias.

A fórmula infantil Alfamino 400g é destinada a lactentes e crianças com necessidades alimentares específicas, como restrição à lactose ou alergia à proteína do leite de vaca (APLV).

Em nota, a Nestlé informou que houve um “erro de conversão na declaração da unidade de medida (mcg/kg em vez de mcg/100g)” referente ao selênio e que está em contato com a Anvisa para esclarecimentos.  

“Cumprindo recentes solicitações da autoridade em relação a suas fórmulas infantis, foram apresentados laudos de avaliação dos produtos. Ocorre que houve um erro de conversão na declaração da unidade de medida (mcg/kg em vez de mcg/100g) — onde consta Selênio 31,1 microgramas por 100 kcal e Iodo 175,7 microgramas por 100 kcal, a informação correta é Selênio 3,11 microgramas por 100 kcal e Iodo 17,57 microgramas por 100 kcal, parâmetros esses que estão em conformidade com a legislação”, explica a empresa.

A Nestlé ressalta que “seus produtos atendem estritamente a todos os parâmetros normativos estabelecidos e, portanto, são seguros para o consumo”.

Deputados aprovam urgência para votar quebra de patente do Mounjaro. Medicamento ficará mais barato

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta segunda-feira (9), um requerimento de urgência para a tramitação do Projeto de Lei nº 68, de 2026, que declara de interesse público os medicamentos Mounjaro e Zepbound e solicita a quebra de suas patentes. Os dois remédios são agonistas do receptor GLP-1, conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”.

O requerimento foi aprovado por 337 votos favoráveis e 19 contrários. O projeto é de autoria dos deputados federais Antonio Brito (PSD-BA) e Mário Heringer (PDT-MG). Com a urgência aprovada, a proposta pode ser analisada diretamente pelo plenário, sem necessidade de passar pelas comissões da Casa, e pode ser votada a qualquer momento.

Alerta da Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta de farmacovigilância sobre os riscos do uso inadequado de medicamentos conhecidos como canetas emagrecedoras. O grupo inclui substâncias como dulaglutida, liraglutida, semaglutida e tirzepatida.

Em nota, a Anvisa informou que, embora os riscos já estejam descritos nas bulas dos medicamentos aprovados no Brasil, houve aumento no número de notificações de eventos adversos tanto no país quanto no exterior, o que motivou o reforço das orientações de segurança.

Segundo a agência, o acompanhamento médico é essencial devido ao risco de eventos adversos graves, como pancreatite aguda, que pode evoluir para quadros necrotizantes e até fatais.

No início do mês, a Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde do Reino Unido (MHRA) também emitiu um alerta sobre o risco, ainda que considerado pequeno, de pancreatite aguda grave em pacientes que utilizam esse tipo de medicamento.


Perigo – Anvisa alerta para risco de pancreatite ligado a canetas emagrecedoras

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu nesta quinta-feira (9), em Brasília, um alerta de farmacovigilância sobre os riscos do uso indevido de medicamentos agonistas do receptor GLP-1, conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras. O grupo inclui substâncias como dulaglutida, liraglutida, semaglutida e tirzepatida, cujo uso deve seguir rigorosamente as indicações aprovadas em bula e ocorrer apenas com prescrição e acompanhamento médico.

Em nota, a agência informou que, embora os riscos já estejam descritos nas bulas dos medicamentos autorizados no Brasil, houve aumento nas notificações de eventos adversos tanto no país quanto no exterior, o que motivou o reforço das orientações de segurança. Entre os principais riscos está a pancreatite aguda, que pode evoluir para formas graves, inclusive necrotizantes e fatais. Ainda assim, a Anvisa ressaltou que não houve mudança na relação risco-benefício das substâncias, cujos benefícios terapêuticos seguem superando os efeitos adversos quando utilizadas corretamente.

Dados da Anvisa apontam que, entre 2020 e 7 de dezembro de 2025, foram registradas 145 notificações de suspeitas de eventos adversos relacionados a esses medicamentos no Brasil, além de seis casos com suspeita de óbito. Em junho de 2025, a agência passou a exigir a retenção da receita médica nas farmácias e drogarias, tornando a prescrição obrigatoriamente em duas vias e limitando a validade das receitas a 90 dias, medida adotada após a constatação de uso fora das indicações aprovadas.

A Anvisa recomenda que pacientes procurem atendimento médico imediato diante de sintomas como dor abdominal intensa e persistente, com possível irradiação para as costas, náuseas e vômitos. Profissionais de saúde devem interromper o tratamento diante da suspeita de reação adversa e notificar os casos no sistema VigiMed. A agência lembra ainda que, nos últimos anos, já emitiu outros alertas relacionados às canetas emagrecedoras, incluindo riscos durante procedimentos anestésicos e eventos raros de perda de visão associados à semaglutida.

Covid-19 mata 29 pessoas em janeiro no Brasil

Ao menos 29 brasileiros morreram em janeiro deste ano por complicações decorrentes da Covid-19, segundo o informativo Vigilância das Síndromes Gripais. O número coloca o Sars-CoV-2 como o vírus mais letal entre os identificados no período. Os dados ainda podem aumentar, já que parte das investigações sobre as causas dos óbitos segue em andamento ou pode não estar atualizada. Nas quatro primeiras semanas do ano, foram registradas 163 mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), das quais 117 não tiveram o agente causador identificado.

Entre os casos confirmados, a Covid-19 lidera com 29 mortes, seguida pela Influenza A (H3N2) e pelo rinovírus, com sete óbitos cada, e pela Influenza A não subtipada, com seis. Outros vírus — H1N1, Influenza B e Vírus Sincicial Respiratório (VSR) — somaram cinco mortes. No total, foram notificados 4.587 casos de SRAG, letais e não letais, sendo que 3.373 não tiveram identificação do vírus. O estado de São Paulo concentrou o maior número de mortes confirmadas: 15 óbitos em 140 casos registrados.

Alerta – Aumento de casos de hepatite A leva Ribeirão Preto a reforçar medidas de controle

A Prefeitura de Ribeirão Preto, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, intensificou as ações de prevenção, vigilância e controle da Hepatite A após a confirmação de 32 casos da doença no município somente no mês de janeiro. Entre as medidas adotadas, está o reforço nos protocolos de atendimento, diagnóstico e notificação em todas as unidades de saúde e UPAs, além do monitoramento constante dos registros e do mapeamento das áreas com maior número de notificações para investigação epidemiológica e adoção de ações direcionadas.

Como ação imediata, a Secretaria de Saúde orientou as unidades a realizarem a busca ativa de crianças que ainda não receberam a vacina contra a Hepatite A, com o objetivo de ampliar a cobertura vacinal e reduzir o risco de transmissão. O imunizante está disponível para crianças de 15 meses a menores de 5 anos, além de pessoas imunossuprimidas e com comorbidades, conforme as diretrizes do Ministério da Saúde. Atualmente, a cobertura vacinal no município é de 85%.

A Hepatite A é transmitida principalmente pelo consumo de água ou alimentos contaminados e é mais comum em ambientes com aglomeração e condições inadequadas de higiene. Os sintomas incluem febre, cansaço, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e icterícia. Embora a maioria dos casos evolua para cura espontânea, a doença pode ser mais grave em adultos, idosos e pessoas com doenças hepáticas ou imunossuprimidas. Como forma de prevenção, a Secretaria reforça a importância da higienização das mãos e dos alimentos, do consumo de água tratada e da manutenção adequada das caixas-d’água.

Seu filho fuma vape ? Anvisa e Ministério Público Federal unem esforços contra cigarros eletrônicos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério Público Federal (MPF) firmaram um acordo para intensificar a fiscalização e reforçar o combate ao comércio ilegal de dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como cigarros eletrônicos ou vapes. A parceria busca ampliar a atuação conjunta dos órgãos no enfrentamento à circulação desses produtos no país.

Em nota, a Anvisa informou que o acordo tem como objetivo assegurar o cumprimento da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 855/2024, que proíbe a fabricação, importação, comercialização, distribuição, armazenamento, transporte e propaganda de cigarros eletrônicos em todo o território nacional. Segundo a agência, a iniciativa une a expertise técnica da Anvisa ao poder de atuação jurídica do MPF.

Com vigência inicial de cinco anos, o acordo prevê reuniões periódicas entre as equipes, sem transferência de recursos entre as partes. Entre as ações previstas estão o compartilhamento de informações técnicas e dados de fiscalizações em ambientes físicos e virtuais, além do desenvolvimento de estratégias de comunicação e conscientização sobre os riscos do uso de cigarros eletrônicos à saúde pública.

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Convênio inédito entre Prefeitura e Hospital de Câncer de Ribeirão Preto amplia ações na saúde

A Prefeitura de Ribeirão Preto, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, firmou um convênio inédito com o Hospital de Câncer de Ribeirão Preto, que passa a integrar formalmente a rede municipal de saúde. A parceria amplia a oferta de exames, procedimentos e atendimentos especializados, incluindo mamografias, ultrassonografias transvaginais, colposcopias, Cirurgias de Alta Frequência (CAF), sessões de fisioterapia convencional, consultas com mastologista, tratamento de mucosite e atendimentos no ambulatório de medicações especiais.

O termo foi assinado nesta quarta-feira (4) pelo prefeito Ricardo Silva, pelo secretário municipal da Saúde, Maurício Godinho, e pelo diretor-presidente do Hospital de Câncer, Antônio Carlos Maçonetto. A iniciativa representa um avanço na integração de serviços de alta complexidade à rede pública municipal, ampliando o acesso da população a atendimentos especializados com mais qualidade e agilidade, além de organizar o fluxo assistencial conforme critérios clínicos.

Reconhecida pelo rigor técnico e pelo cuidado humanizado, a instituição passa a receber, pela primeira vez, recursos municipais. O convênio fortalece a política pública de enfrentamento ao câncer, assegurando diagnóstico precoce, tratamento oportuno e continuidade do cuidado para pacientes oncológicos e não oncológicos, além de ampliar a capacidade de resposta em períodos de maior demanda, como durante campanhas de saúde a exemplo do Outubro Rosa.

SUS oferece vacina contra bronquiolite para bebês prematuros

A partir deste mês, o Sistema Único de Saúde (SUS) passa a oferecer o nirsevimabe para bebês prematuros e crianças de até dois anos com comorbidades. O medicamento amplia a proteção contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal causador da bronquiolite, doença que responde por cerca de 75% dos casos dessa infecção e por 40% das pneumonias em crianças menores de dois anos.

Segundo o Ministério da Saúde, o nirsevimabe é um anticorpo monoclonal que garante proteção imediata, sem a necessidade de estimular o organismo do bebê a produzir anticorpos. São considerados elegíveis os bebês nascidos com menos de 37 semanas de gestação e aqueles com condições como doença pulmonar crônica da prematuridade, cardiopatias congênitas, fibrose cística, imunodeficiências graves, síndrome de Down, entre outras. De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, cerca de 300 mil doses já foram distribuídas em todo o país.

O SUS também disponibiliza vacina contra o VSR para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez, protegendo os bebês desde o nascimento. Em 2025, até 22 de novembro, o Brasil registrou 43,2 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo VSR, com maior impacto em crianças menores de dois anos, que concentraram 82,5% das hospitalizações. Como não há tratamento específico para a bronquiolite, o cuidado é baseado no alívio dos sintomas, com medidas como suporte clínico, oxigênio, hidratação e uso de broncodilatadores quando indicado.