Durval Lelys volta a Ribeirão Preto após 13 anos e estreia na micareta RP Folia

Ícone da música baiana e um dos principais nomes da história do axé, Durval Lelys está confirmado na 4ª edição do RP Folia. O show marca seu retorno a Ribeirão Preto após 13 anos sem se apresentar na cidade e sua primeira vez, em carreira solo, no município. Ele também faz sua estreia na micareta, que acontece no dia 26 de setembro, no estádio Palma Travassos.

“Durval Lelys é um dos artistas que ajudaram a construir a história da micareta no Brasil. A presença dele no RP Folia, depois de tantos anos, reforça o posicionamento do evento e torna esta edição ainda mais especial para o público. É um nome que tem uma conexão direta com a essência da micareta”, afirma Cristiano Rezende, organizador.

Com trajetória iniciada no fim dos anos 1980, à frente da banda Asa de Águia, o cantor ajudou a expandir o axé e a levar o formato das micaretas para diferentes regiões do país, consolidando sua presença entre os principais representantes do gênero. Conhecido como “Rei da Folia”, Durval também teve papel importante na consolidação do carnaval de Salvador. É dele a criação do abadá, peça que se tornou símbolo dos blocos em todo o país, além de personagens performáticos que marcaram época, como Conde Draculino, Salvador Dalino e o estreante Ragnalino, o caçador de Ursas, seu personagem de 2026.

Em sua apresentação no RP Folia, Durval reunirá um repertório marcado por clássicos que atravessam gerações. Entre eles, estão “Quebra Aê”, “Simbora”, “Manivela”, “Me Abraça, Me Beija”, “Leva Eu” e “Dança do Vampiro”.

“Setembro já tem um brilho diferente pra mim, porque significa voltar para Ribeirão Preto. É sempre uma emoção enorme reencontrar esse público que sabe receber, que canta junto e transforma cada show em uma experiência única. Depois de tantos anos, vai ser um prazer especial estar de volta”, destaca Durval Lelys.

Os ingressos para o RP Folia começam a ser vendidos no dia 5 de maio. Banda Eva e Tomate também estão confirmados entre as atrações desta edição.

Agrishow 2026 encerra com R$ 11,4 bilhões em intenção de negócios

A Agrishow, principal feira de tecnologia para o agronegócio da América Latina, apresentou nesta sexta-feira (1º) o balanço final de sua 31ª edição. O evento registrou R$ 11,4 bilhões em intenção de negócios, 22% a menos em relação ao ano anterior. Os números refletem os setores de máquinas agrícolas, irrigação e armazenagem.

O evento registrou 197 mil visitantes durante os cinco dias, número semelhante ao verificado na última edição, o que reforça que a Agrishow permanece sendo a vitrine do agronegócio brasileiro. No feriado de 1º de maio, último dia da feira, os portões foram abertos mais cedo, às 7h30, para atender a grande demanda de público.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), os números apresentados na Agrishow 2026 são um reflexo do setor, como foi apresentado na última quarta-feira, 29 de abril, quando Pedro Estevão, presidente da Câmara de Máquinas e Implemento Agrícolas da entidade, divulgou uma queda de 19,9% nas vendas de máquinas e equipamentos agrícolas no mercado interno no primeiro trimestre deste ano na comparação com os primeiros três meses de 2025. “Este cenário é decorrente da alta taxa de juros, variação cambial e preço desfavorável das commodities”, diz Estevão.

“A Agrishow demonstra, mais uma vez, a competência e resiliência dos agricultores e fabricantes de máquinas agrícolas do Brasil. Muito embora nós estejamos vivendo, há três anos, um mercado desfavorável, continuamos investindo no que há de melhor para a agricultura tropical no Brasil. E para tanto, acreditamos que este país e o futuro dele vem do agronegócio. E não importa o momento que estamos vivendo, pois sabemos que a agricultura vive de ciclos e este é desfavorável, mas temos convicção que este e os próximos anos serão favoráveis. Estaremos preparados para continuar atendendo à demanda do mercado brasileiro”, afirma João Marchesan, presidente da Agrishow.

Reunião do Copom nesta quarta-feira decide o futuro dos juros da taxa Selic

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central realiza nesta quarta-feira (29) a terceira reunião do ano em meio às pressões inflacionárias provocadas pela guerra no Oriente Médio, que tem impactado os preços dos combustíveis. Apesar desse cenário, analistas do mercado financeiro projetam um novo corte na taxa básica de juros, o segundo consecutivo. Atualmente em 14,75% ao ano, a Selic já esteve em 15% entre junho de 2025 e março de 2026, o maior patamar em quase duas décadas.

A decisão sobre a taxa será anunciada no início da noite, mas o encontro ocorre com desfalques na diretoria do Banco Central. Os mandatos de Renato Gomes e Paulo Pichetti se encerraram no fim de 2025, e seus substitutos ainda não foram indicados ao Congresso. Além disso, o diretor de Administração, Rodrigo Teixeira, não participa da reunião após o falecimento de um parente próximo. Na ata de março, o Copom evitou sinalizar os próximos passos da política monetária, destacando que futuras decisões dependerão da evolução do cenário econômico.

De acordo com o boletim Focus, a expectativa do mercado é de uma redução de 0,25 ponto percentual na Selic, para 14,5% ao ano. No entanto, o comportamento da inflação ainda gera incertezas. Em abril, o IPCA-15 avançou 0,89%, puxado principalmente por alimentos e combustíveis, acumulando alta de 4,37% em 12 meses. Para 2026, a projeção de inflação subiu para 4,86%, acima do teto da meta contínua definida pelo Conselho Monetário Nacional.

A taxa Selic é o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação e influencia todas as demais taxas da economia. Juros mais altos tendem a conter o consumo e encarecer o crédito, enquanto reduções estimulam a atividade econômica. Desde 2025, o país adota o sistema de meta contínua de inflação, que estabelece objetivo de 3% ao ano, com margem de tolerância entre 1,5% e 4,5%, apurada de forma móvel ao longo dos meses.

Rodada do Paulista A4 ajuda o Comercial

Duas equipes da região de Ribeirão Preto dividem a liderança do Campeonato Paulista da Série A4. Ao final da segunda rodada da competição, a Inter de Bebedouro e o São-Carlense ocupam a ponta da tabela, ambos com seis pontos.

A rodada foi positiva para o Comercial. O empate na estreia contra o Ecus ganhou ainda mais valor após a equipe de Suzano vencer o Clube Atlético Taquaritinga por 1 a 0, fora de casa.

Mesmo sem vitória até o momento — com um empate e uma derrota —, o Leão do Norte está a apenas três pontos do quarto colocado, o Ecus, e quinto colocado, o Barretos. O Alvinegro soma um ponto no campeonato e aparece na 11ª posição da tabela.

O Comercial volta a campo nesta quarta-feira (11), às 20h, no estádio Palma Travassos, onde enfrenta o Clube Atlético Taquaritinga.

Fonte Futebol Interior