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Maricá, no litoral do Rio, registra tremor de terra de magnitude 3.0

Foto -  JooHenrique/Adobe Stock
Foto - JooHenrique/Adobe Stock

Um tremor de terra de magnitude 3,0 foi registrado na costa do estado do Rio de Janeiro na tarde do último sábado (4), a aproximadamente 60 quilômetros do município de Maricá. O abalo sísmico ocorreu às 17h59 e foi monitorado pela Rede Sismográfica Brasileira (RSBR), que classificou o evento como de baixa magnitude. Apesar de chamar a atenção, especialistas afirmam que esse tipo de ocorrência é relativamente comum no litoral do Sudeste brasileiro e, na maioria dos casos, não é percebido pela população.

De acordo com a Rede Sismográfica Brasileira, o tremor foi detectado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP). A análise preliminar apontou que o evento foi um “sismo raso”, ocorrido possivelmente entre 0 e 10 quilômetros de profundidade. Para efeito de comparação, terremotos considerados devastadores, como os registrados recentemente na Venezuela, atingiram magnitudes superiores a 7,0, muito acima da registrada no litoral fluminense.

O sismólogo Gilberto Leite, do Observatório Nacional, explicou que pequenos tremores de terra são frequentes no Brasil devido às tensões tectônicas existentes na crosta terrestre. Segundo ele, a margem sudeste brasileira é considerada a principal região sísmica offshore do país, concentrando diversos eventos de baixa intensidade ao longo do ano. Entre os dias 26 e 30 de junho, por exemplo, foram registrados nove pequenos abalos próximos à cidade de Saquarema, sendo o maior deles de magnitude 2,5.

O especialista destacou ainda que, há pouco mais de um mês, em 21 de maio, outro tremor foi registrado na região de Maricá, desta vez com magnitude 3,3. Em ambos os casos, não houve relatos de moradores que tenham sentido os abalos, tampouco registro de danos materiais ou vítimas.

A Rede Sismográfica Brasileira, responsável pelo monitoramento dos tremores em todo o território nacional, é formada pela Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e pelo Observatório Nacional, órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Os especialistas ressaltam que, apesar do monitoramento contínuo, ainda não é possível prever com precisão a evolução da atividade sísmica ou a ocorrência de novos tremores na região.

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De acordo com a Rede Sismográfica Brasileira, o tremor foi detectado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP). A análise preliminar apontou que o evento foi um “sismo raso”, ocorrido possivelmente entre 0 e 10 quilômetros de profundidade. Para efeito de comparação, terremotos considerados devastadores, como os registrados recentemente na Venezuela, atingiram magnitudes superiores a 7,0, muito acima da registrada no litoral fluminense.

O sismólogo Gilberto Leite, do Observatório Nacional, explicou que pequenos tremores de terra são frequentes no Brasil devido às tensões tectônicas existentes na crosta terrestre. Segundo ele, a margem sudeste brasileira é considerada a principal região sísmica offshore do país, concentrando diversos eventos de baixa intensidade ao longo do ano. Entre os dias 26 e 30 de junho, por exemplo, foram registrados nove pequenos abalos próximos à cidade de Saquarema, sendo o maior deles de magnitude 2,5.

O especialista destacou ainda que, há pouco mais de um mês, em 21 de maio, outro tremor foi registrado na região de Maricá, desta vez com magnitude 3,3. Em ambos os casos, não houve relatos de moradores que tenham sentido os abalos, tampouco registro de danos materiais ou vítimas.

A Rede Sismográfica Brasileira, responsável pelo monitoramento dos tremores em todo o território nacional, é formada pela Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e pelo Observatório Nacional, órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Os especialistas ressaltam que, apesar do monitoramento contínuo, ainda não é possível prever com precisão a evolução da atividade sísmica ou a ocorrência de novos tremores na região.

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