Saiba quando acontecerá a interdição do trecho da Avenida Maurilio Biagi

A RP Mobi informou que, a partir das 9h da próxima quarta-feira, 15 de julho, será necessária a interdição total de um trecho da pista Bairro/Centro da Avenida Dr. Maurílio Biagi, sob o Viaduto Ayrton Senna, em Ribeirão Preto. O bloqueio ocorrerá entre as alças de acesso e saída da Avenida Costábile Romano, em razão de uma obra emergencial da Saerp para substituição de um trecho do interceptor de esgoto localizado entre as avenidas Dr. Francisco Junqueira e Dr. Maurílio Biagi. A previsão é de que os trabalhos sejam concluídos até 18 de setembro.

De acordo com a RP Mobi, a interdição será feita de forma gradativa, acompanhando o avanço da obra. Conforme cada etapa for concluída, os respectivos trechos serão liberados para a circulação de veículos. Durante todo o período de intervenção, a empresa será responsável pela sinalização viária, monitoramento do trânsito, orientação aos motoristas e implantação de rotas alternativas, com o objetivo de garantir a segurança e reduzir os impactos na mobilidade da região.

Os motoristas que trafegam pela pista Bairro/Centro da Avenida Dr. Maurílio Biagi com destino à Avenida Dr. Francisco Junqueira deverão acessar a alça à direita em direção à Avenida Costábile Romano, sentido Havan, seguir pela via, realizar o retorno no canteiro central para a pista oposta, acessar a Travessa José Guerre, virar à esquerda na Rua dos Catetos e, em seguida, entrar na Avenida Dr. Francisco Junqueira. A área contará com cavaletes, cones e placas indicativas dos desvios. A orientação é que os condutores programem seus deslocamentos com antecedência, respeitem a sinalização e reduzam a velocidade ao passar pela região.Saiba

Itamaraty alerta para risco de EUA usar força militar no Brasil

O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) manifestou preocupação com os possíveis desdobramentos da decisão dos Estados Unidos de classificar as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Em respostas encaminhadas a requerimentos de deputados federais, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, alertou que a medida pode abrir precedentes para ações unilaterais dos EUA, incluindo, em cenário extremo, o uso de força militar em território brasileiro.

O documento mais recente, datado de 1º de julho e enviado ao deputado federal Evair Vieira de Melo (Republicanos-ES), destaca que a classificação pode produzir impactos significativos para a soberania do Brasil e para a economia nacional. Segundo Mauro Vieira, autoridades norte-americanas poderiam adotar medidas administrativas e judiciais de alcance extraterritorial contra cidadãos, empresas e organizações brasileiras, com reflexos nos setores financeiro, migratório e penal.

A preocupação do governo brasileiro ganhou força após os Estados Unidos anunciarem, em maio, a inclusão do PCC e do Comando Vermelho na lista de organizações terroristas. Na semana passada, o Departamento do Tesouro norte-americano também aplicou sanções contra duas pessoas e três empresas brasileiras, apontando supostos vínculos com o PCC, ampliando os efeitos práticos da decisão.

Na resposta enviada ao Congresso Nacional, o chanceler reiterou que a classificação unilateral das facções poderá ser utilizada como justificativa para ações extraterritoriais envolvendo instituições brasileiras. O ministro afirmou ainda que existe o risco de eventual uso da força militar por parte dos Estados Unidos em território nacional, embora tenha ressaltado que o Brasil não recebeu qualquer comunicação oficial do governo norte-americano sobre uma possível intenção nesse sentido. Para Mauro Vieira, a medida não traz benefícios concretos para a segurança dos dois países.

O tema também havia sido abordado em outro documento, encaminhado em 29 de maio ao deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM). Na ocasião, o ministro avaliou que a reclassificação tende a militarizar o combate ao crime organizado na região, aumentar os custos de conformidade para empresas e instituições financeiras e gerar insegurança jurídica. Segundo o Itamaraty, a legislação antiterrorismo dos Estados Unidos possui alcance amplo e pode criar dificuldades para cidadãos brasileiros, além de comprometer a cooperação policial bilateral ao confundir, sob a ótica da legislação brasileira, dois fenômenos distintos: o terrorismo e o crime organizado.

Brasil deixa a Copa, mas bares e restaurantes mantêm saldo positivo

A saída do Brasil da Copa do Mundo encerra um ciclo de grande movimentação para bares e restaurantes em todo o país. Ao longo dos cinco jogos da seleção, o setor registrou bom desempenho, com aumento de faturamento e maior fluxo de clientes, especialmente em dias de partidas.

O último jogo, contra a Noruega, reforçou esse cenário. Mesmo com a eliminação, a estimativa da Abrasel é que os estabelecimentos tenham tido, em média, crescimento de cerca de 20% no faturamento em relação a um domingo comum, evidenciando o forte apelo da participação brasileira na competição junto ao público.

Além do aumento nas vendas, a Copa também teve um papel importante ao atrair um público novo para bares e restaurantes. A experiência coletiva de assistir aos jogos fora de casa levou mais consumidores a frequentarem esses espaços, ampliando o alcance do setor. Também fica o legado da modernização dos equipamentos para transmissão, como telões e tevês, em muitos estabelecimentos.

“A Copa mostrou mais uma vez a força dos bares e restaurantes como espaços de convivência. Tivemos a conquista de novos clientes durante os jogos, e agora o grande desafio é fidelizar esse público, transformando essa movimentação pontual em hábito”, afirma o líder de conteúdo e inteligência da Abrasel, José Eduardo Camargo.

O impacto dos jogos finais também deve ser positivo, ainda que sem a participação da seleção brasileira. O interesse pela competição, embora menor, segue vivo, e muitos consumidores devem continuar frequentando os estabelecimentos para acompanhar as partidas decisivas.

A final da Copa, principalmente, marcada para o domingo, dia 19, deve concentrar atenção e público. Para a Abrasel, é uma oportunidade para bares e restaurantes promoverem ações e ofertas especiais, fortalecendo o movimento e ampliando o faturamento.

Maricá, no litoral do Rio, registra tremor de terra de magnitude 3.0

Um tremor de terra de magnitude 3,0 foi registrado na costa do estado do Rio de Janeiro na tarde do último sábado (4), a aproximadamente 60 quilômetros do município de Maricá. O abalo sísmico ocorreu às 17h59 e foi monitorado pela Rede Sismográfica Brasileira (RSBR), que classificou o evento como de baixa magnitude. Apesar de chamar a atenção, especialistas afirmam que esse tipo de ocorrência é relativamente comum no litoral do Sudeste brasileiro e, na maioria dos casos, não é percebido pela população.

De acordo com a Rede Sismográfica Brasileira, o tremor foi detectado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP). A análise preliminar apontou que o evento foi um “sismo raso”, ocorrido possivelmente entre 0 e 10 quilômetros de profundidade. Para efeito de comparação, terremotos considerados devastadores, como os registrados recentemente na Venezuela, atingiram magnitudes superiores a 7,0, muito acima da registrada no litoral fluminense.

O sismólogo Gilberto Leite, do Observatório Nacional, explicou que pequenos tremores de terra são frequentes no Brasil devido às tensões tectônicas existentes na crosta terrestre. Segundo ele, a margem sudeste brasileira é considerada a principal região sísmica offshore do país, concentrando diversos eventos de baixa intensidade ao longo do ano. Entre os dias 26 e 30 de junho, por exemplo, foram registrados nove pequenos abalos próximos à cidade de Saquarema, sendo o maior deles de magnitude 2,5.

O especialista destacou ainda que, há pouco mais de um mês, em 21 de maio, outro tremor foi registrado na região de Maricá, desta vez com magnitude 3,3. Em ambos os casos, não houve relatos de moradores que tenham sentido os abalos, tampouco registro de danos materiais ou vítimas.

A Rede Sismográfica Brasileira, responsável pelo monitoramento dos tremores em todo o território nacional, é formada pela Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e pelo Observatório Nacional, órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Os especialistas ressaltam que, apesar do monitoramento contínuo, ainda não é possível prever com precisão a evolução da atividade sísmica ou a ocorrência de novos tremores na região.

Jardim Irajá, Jardim São Luiz, Santa Cruz e bairros próximos poderão ficar sem água; entenda

O do Poço Irajá, que fica no bairro que leva mesmo nome passará por manutenção, com o objetivo de recuperar sua capacidade de produção e garantir maior regularidade no abastecimento de água em diversos bairros da zona Sul da cidade. A ação beneficiará moradores do Jardim Irajá, Jardim São Luiz, Santa Cruz, Jardim Sumaré, Alto da Boa Vista e da região da Avenida Professor João Fiúza.

Em funcionamento há mais de 15 anos sem passar por uma manutenção estrutural, o Poço Irajá apresentou redução gradual na sua capacidade operacional devido ao acúmulo de areia e à obstrução dos filtros internos. De acordo com avaliações técnicas realizadas pela Saerp, houve uma diminuição significativa na vazão do sistema, tornando necessária a realização dos serviços. Segundo o secretário da pasta, José Rui Bonatto, a intervenção permitirá recuperar a eficiência do poço e proporcionar mais segurança e estabilidade no abastecimento da região atendida.

A previsão é que os trabalhos sejam concluídos em até 10 dias. Inicialmente, será realizada uma inspeção interna com câmera de alta resolução para avaliar as condições estruturais do poço. Em seguida, serão executadas a limpeza dos filtros e eventuais reparos identificados durante a vistoria. Durante todo o período de manutenção, equipes técnicas acompanharão o sistema em tempo integral, realizando ajustes operacionais para minimizar impactos no abastecimento. Caso seja necessário, caminhões-pipa serão disponibilizados mediante solicitação gratuita pela Central de Atendimento da Saerp, pelo telefone 0800 115 0 115. Após a conclusão dos serviços, o fornecimento de água será normalizado gradativamente.

Ribeirão Preto recebe três novas máquinas para acelerar serviços de infraestrutura

A Prefeitura de Ribeirão Preto recebeu três novos equipamentos que irão reforçar a estrutura operacional da Secretaria de Infraestrutura e Zeladoria, ampliando a capacidade de atendimento dos serviços públicos em diferentes regiões da cidade. O município foi contemplado com uma motoniveladora, uma pá carregadeira e um rolo compactador, que passam a integrar a frota municipal.

Representando o prefeito Ricardo Silva, o vice-prefeito e secretário da Casa Civil, Alessandro Maraca, participou nesta quinta-feira, dia 2, em Campinas, da cerimônia de entrega dos equipamentos, viabilizados pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

As novas máquinas serão utilizadas em serviços de infraestrutura, manutenção de vias urbanas, recuperação de estradas rurais e apoio à execução de obras públicas, proporcionando mais eficiência, agilidade e melhores condições de trabalho às equipes responsáveis pelos serviços de zeladoria e manutenção da cidade.

“Esses equipamentos representam mais agilidade e eficiência para os serviços prestados à população. Com uma estrutura cada vez mais fortalecida, conseguimos ampliar a capacidade de atendimento da Prefeitura e garantir melhores condições para a execução de obras e a manutenção da nossa cidade”, destacou Alessandro Maraca.

A solenidade foi realizada na Fazenda Santa Elisa, unidade do Instituto Agronômico (IAC), em Campinas, e reuniu representantes de diversos municípios paulistas, além de autoridades estaduais e federais.

Agrishow 2026 gerou impacto econômico de R$ 49,6 milhões no turismo de Ribeirão Preto, aponta pesquisa

A Agrishow 2026, considerada a maior feira de tecnologia agrícola da América Latina, gerou um impacto econômico direto estimado em R$ 49,6 milhões nos setores ligados ao turismo em Ribeirão Preto. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (1º) pelo Observatório Econômico e Turismo de Ribeirão Preto e Região (Oturp), durante coletiva realizada na Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp), entidade que apoiou a pesquisa. O levantamento reforça a importância da feira para a economia regional e para o fortalecimento do turismo de negócios no interior paulista.

De acordo com a pesquisa “Demanda Turística da Agrishow 2026”, realizada pelo Oturp, 36,7% dos visitantes da feira escolheram Ribeirão Preto para se hospedar durante o evento, o equivalente a mais de um terço do público participante. O estudo também revelou elevados índices de satisfação dos visitantes, consolidando a cidade como um dos principais destinos brasileiros voltados ao agronegócio e à realização de grandes eventos corporativos.

Os indicadores de satisfação apresentados pela pesquisa colocaram tanto a Agrishow quanto Ribeirão Preto em patamares de excelência. A feira alcançou nota média de 9,56 no Net Promoter Score (NPS), enquanto a cidade registrou índice de 9,24. O melhor desempenho foi registrado em 29 de abril, quando a 31ª edição da Agrishow atingiu NPS de 9,86. Além disso, 86,4% dos entrevistados afirmaram ter alta probabilidade de retornar a Ribeirão Preto, enquanto a qualidade e diversidade dos expositores receberam nota média de 4,84 em uma escala de 1 a 5.

O perfil do visitante da Agrishow 2026 revela um público predominantemente qualificado e economicamente ativo. A maioria tem entre 36 e 45 anos, é casada, reside no Estado de São Paulo, possui ensino superior completo e atua como trabalhador autônomo ou assalariado. O levantamento apontou ainda que 47,5% dos participantes já estiveram em pelo menos três edições da feira, demonstrando forte fidelização. O gasto médio turístico foi estimado em R$ 252 por pessoa, considerando despesas com hospedagem, alimentação, compras e lazer. A pesquisa foi realizada entre os dias 27 e 30 de abril, com a aplicação de 500 formulários, e contou com apoio de diversas entidades públicas e privadas ligadas ao turismo, comércio e desenvolvimento regional.

Viajar para São Paulo fica mais caro; pedágios sofrem reajuste. Veja quais são estas rodovias

Os motoristas que utilizam as rodovias concedidas do Estado de São Paulo vão pagar mais caro pelos pedágios a partir da próxima terça-feira, 1º de julho. O reajuste médio autorizado é de 5,31% e será aplicado na maior parte das rodovias estaduais administradas pela iniciativa privada.

A atualização das tarifas foi autorizada pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) e publicada no Diário Oficial do Estado nesta terça-feira (24). A única exceção é a concessionária Entrevias, que aplicará o reajuste a partir do dia 6 de julho.

O percentual de aumento foi calculado com base na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerando o período entre junho de 2024 e maio de 2025.

O reajuste atingirá as rodovias administradas pelas seguintes concessionárias:

  • Autoban (Sistema Anhanguera-Bandeirantes);
  • Intervias (Concessionária de Rodovias do Interior Paulista);
  • Rota das Bandeiras;
  • Renovias;
  • Rodovias das Colinas;
  • CART (Concessionária Auto Raposo Tavares);
  • ViaRondon;
  • SPVias (Concessionária Rodovias Integradas do Oeste);
  • Rodovias do Tietê;
  • Ecovias dos Imigrantes;
  • Ecovias do Leste Paulista;
  • Concessionária do Rodoanel Oeste;
  • SPMar;
  • Rodovia dos Tamoios.

Um dos exemplos do reajuste pode ser observado no Sistema Anchieta-Imigrantes, administrado pela Ecovias. Para os veículos de passeio que saem da capital paulista com destino ao litoral sul, a tarifa passará dos atuais R$ 36,80 para R$ 38,70.

De acordo com a Artesp, a atualização anual das tarifas está prevista nos contratos de concessão e tem como objetivo recompor os valores conforme a inflação acumulada no período.

Regularização de fios de telecomunicações chega na Avenida Treze de Maio

A Prefeitura de Ribeirão Preto, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Zeladoria, deu início nesta quarta-feira (1º) aos trabalhos de regularização dos cabos de telecomunicações soltos na Avenida Treze de Maio. A iniciativa faz parte de um novo cronograma de ações que abrangerá as principais avenidas do município, com foco em ampliar a segurança, organizar a infraestrutura aérea e melhorar o aspecto urbano da cidade.

Os serviços serão realizados ao longo de toda a extensão da Avenida Treze de Maio e, posteriormente, seguirão para a Avenida Capitão Salomão, que também integra o planejamento da força-tarefa.

O cronograma de execução foi definido pela Comissão de Infraestrutura Aérea de Ribeirão Preto (COINFARP), coordenada pela Secretaria de Infraestrutura e Zeladoria. A comissão revisou as prioridades de atendimento, concentrando as intervenções em corredores com grande circulação de veículos e pedestres.

Segundo o secretário municipal de Infraestrutura e Zeladoria, Claudio Almeida, a readequação do cronograma busca garantir mais segurança e uma melhor organização visual da cidade. “Nosso objetivo é priorizar as regiões com maior fluxo de pessoas e veículos, promovendo mais segurança e contribuindo para uma cidade mais organizada visualmente. Por isso, ajustamos o planejamento e iniciamos os trabalhos pelas principais avenidas de Ribeirão Preto”, afirmou.

Após a conclusão dos serviços nas avenidas Treze de Maio e Capitão Salomão, a próxima etapa da operação será realizada na Avenida Francisco Junqueira, um dos principais corredores viários do município.

A regularização dos cabos de telecomunicações é coordenada pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Zeladoria, por meio da COINFARP, e realizada em parceria com a CPFL e as empresas de telecomunicações responsáveis pela rede aérea. A ação tem como objetivo eliminar fios irregulares e soltos, ampliando a segurança da população e contribuindo para a melhoria da paisagem urbana.

Saiba quais são as cidades que os pedágios ficam mais baratos a partir de 1 de julho

A partir desta quarta-feira (1º), as tarifas de pedágio ficam mais baratas nos municípios de Jaguariúna, Águas da Prata, Estiva Gerbi, Espírito Santo do Pinhal, Itobi, Casa Branca, Mococa e Aguaí, no interior de São Paulo. A medida faz parte da política do Governo de São Paulo de modernização das concessões e de justiça tarifária.

A praça de Jaguariúna terá a maior redução no valor da tarifa, que passará de R$ 17,60 para R$ 8,80, queda de 50%. Em Águas da Prata, a tarifa passa de R$ 6,30 para R$ 4,60 (27%); Estiva Gerbi, de R$ 10,50 para R$ 7,80 (26%); Espírito Santo do Pinhal, de R$ 13,10 para R$ 10,45 (20%); e Itobi, de R$ 13,40 para R$ 10,75 (20%).

Outras praças também terão valores menores. Em Casa Branca, a tarifa será reduzida de R$ 9,40 para R$ 8,15, (13%). Mococa passará de R$ 8,90 para R$ 8,10 (9%); Aguaí, de R$ 6,60 para R$ 6,30 (5%). Em São João da Boa Vista, a tarifa será mantida em R$ 7,40.

A mudança também substitui o atual sistema de ponto a ponto, limitado a um trecho específico da rodovia, por um modelo mais amplo de cobrança para todos os usuários que passarem nas praças, e não só os anteriormente cadastrados.