Veja os resultados da reunião na CBF que clubes da Série A e Série B participaram nesta segunda-feira

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) realizou nesta segunda-feira (10), na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, a terceira reunião com clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro para avançar na criação da Liga do Futebol Brasileiro e aprovou a adoção imediata de novas regras de arbitragem em todas as divisões do Brasileirão, Copa do Brasil e Brasileirão Feminino A1. As medidas seguem diretrizes utilizadas na Copa do Mundo de 2026 e fazem parte de um amplo projeto de modernização do futebol brasileiro, que prevê investimentos de R$ 200 milhões na arbitragem entre 2026 e 2027 e servirá de base para o novo regulamento da temporada de 2027.

O principal objetivo da CBF é aumentar o tempo de bola rolando nas partidas do Campeonato Brasileiro. Atualmente, a Série A registra média de 52 minutos e 54 segundos de jogo efetivo, abaixo da meta estabelecida pela FIFA de 60 minutos. Um estudo desenvolvido em parceria com a CBF Academy e baseado em dados da OPTA Stats Perform apontou que mudanças em reposições de bola, marcação de faltas, atendimentos médicos, checagens do VAR e impedimento semiautomático podem recuperar mais de seis minutos por partida, aproximando o futebol brasileiro dos índices das principais ligas europeias.

Entre as novas regras aprovadas estão o limite de oito segundos para o goleiro permanecer com a bola nas mãos, restrições de tempo para arremessos laterais, tiros de meta e substituições, permanência mínima de um minuto fora de campo para atletas atendidos no gramado, além do princípio de que apenas o capitão poderá dialogar com o árbitro em situações específicas e da ampliação das possibilidades de intervenção do VAR. Segundo estimativa apresentada pela CBF, o conjunto de medidas poderá acrescentar cerca de 5 minutos e 49 segundos de bola rolando por jogo. A próxima reunião do conselho técnico está marcada para 14 de setembro e discutirá a organização das competições nacionais.

Com uma receita de 1,8 bilhões de euros na temporada 2024/2025, o Brasileirão tem arrecadação distante de ligas como Premier League (7,5 bi), La Liga (5,7 bi) e Bundesliga (5,5 bi), por exemplo. Ciente de que atualmente o futebol brasileiro é um produto subvalorizado, dos pontos de vista desportivo e comercial, a CBF vem tomando uma série de medidas para mudar este quadro. Neste esteio, a modernização do regulamento surge como um ponto de partida das melhorias necessárias para o futebol brasileiro.

Botafogo-SP participa nesta segunda-feira de reunião na CBF que abordará regras da Fifa e criação de liga unificada

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) realiza nesta segunda-feira (10), na sede da entidade, no Rio de Janeiro, uma reunião considerada decisiva para o futuro do Campeonato Brasileiro. Representantes dos 40 clubes das Séries A e B participam do encontro, que terá como principais pautas mudanças na arbitragem, o avanço do projeto da liga única e medidas voltadas ao fortalecimento da integridade das competições nacionais.

O tema que deve concentrar maior atenção é a arbitragem. A CBF discutirá com os clubes a possível adoção de diretrizes inspiradas nas utilizadas pela FIFA em competições internacionais, incluindo a repressão ao chamado “bolinho”, quando jogadores cercam o árbitro para pressionar decisões, além da padronização de punições e de critérios disciplinares mais rigorosos durante as partidas. A proposta busca reduzir a pressão sobre os árbitros e aproximar o futebol brasileiro dos padrões internacionais de arbitragem.

Outro ponto estratégico da reunião será a continuidade das tratativas para a criação de uma liga nacional unificada. A entidade e os clubes pretendem avançar nas discussões sobre governança, modelo de administração e divisão de receitas, em um movimento considerado fundamental para a profissionalização e a modernização do Campeonato Brasileiro nos próximos anos.

A CBF também pretende abordar o crescente número de notas oficiais e manifestações públicas de dirigentes que colocam em dúvida a lisura da competição e contestam decisões da arbitragem. A intenção da entidade é reforçar mecanismos de diálogo institucional e de integridade, buscando reduzir conflitos públicos e preservar a credibilidade do campeonato em um momento de forte pressão por maior transparência e padronização das regras do futebol brasileiro.

Futebol mundial se revolta e FIFA abandona plano de vender direitos da Copa do Mundo

A Fifa anunciou nesta sexta-feira (31) que desistiu do plano de vender parte de seus direitos comerciais a investidores privados. A proposta, chamada de Fifa Forward Enterprise (FFE), previa a criação de uma subsidiária responsável pela gestão de ativos importantes, incluindo a Copa do Mundo, e poderia arrecadar até US$ 4,2 bilhões com a comercialização de 20% das ações da nova empresa.

Apresentado na última terça-feira (28), o projeto provocou forte reação de federações e confederações internacionais. A Uefa ameaçou boicotar competições organizadas pela Fifa, alegando que a medida colocaria interesses financeiros acima da preservação do futebol. A Concacaf rejeitou a proposta por unanimidade, enquanto a Confederação Asiática de Futebol também se posicionou contra o modelo. Já a Conmebol pediu esclarecimentos antes de definir uma posição oficial.

Em comunicado, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, reconheceu que a iniciativa causou divisões dentro do futebol mundial. Segundo o dirigente, após ouvir as diferentes opiniões, ficou evidente que o projeto já não atendia ao objetivo inicialmente estabelecido. A crise também provocou a saída de Carlos Cordeiro, assessor sênior de Infantino, que renunciou ao cargo por discordar da venda de uma participação ligada à Copa do Mundo.

Com o recuo, a Fifa manterá a atual estrutura de gestão de seus torneios e direitos comerciais. A decisão encerra uma crise que durou apenas cinco dias, mas ampliou a pressão política sobre Gianni Infantino e evidenciou a resistência das entidades esportivas à participação de investidores privados nos principais ativos do futebol internacional.

Fifa já dicute Copa do Mundo com 64 seleções em 2030

A Federação Internacional de Futebol (Fifa) deverá analisar, depois da Copa do Mundo de 2026, uma nova expansão do maior torneio de seleções do futebol mundial. A proposta em avaliação prevê o aumento de 48 para 64 equipes participantes, ampliando ainda mais a presença de países na competição.

A informação foi confirmada pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino. Segundo ele, o assunto será examinado pelos órgãos responsáveis da entidade após a realização do Mundial de 2026, que terá como sedes Estados Unidos, Canadá e México. Se a alteração for aprovada, outras 16 seleções passarão a integrar o torneio.

De acordo com Infantino, a possibilidade precisa ser discutida, especialmente diante da avaliação favorável da primeira edição da Copa do Mundo com 48 participantes.

O presidente da entidade ressaltou que o Mundial deve contemplar todos os continentes e abrir espaço para nações que historicamente enfrentam dificuldades para garantir uma vaga. Na visão do dirigente, o crescimento da competição também pode impulsionar o desenvolvimento do futebol em diferentes regiões do mundo.

Copa do Mundo de 2030 pode estrear novo modelo

A hipótese de realizar uma Copa do Mundo com 64 seleções ganhou força devido à edição de 2030, que marcará o centenário do torneio.

A competição será realizada em seis países, espalhados por três continentes. Argentina, Paraguai e Uruguai representarão a América do Sul; Espanha e Portugal serão as sedes europeias; e Marrocos receberá partidas no continente africano.

Conforme o planejamento inicial, Argentina, Paraguai e Uruguai sediarão somente um jogo cada. A maior parte dos confrontos ficará concentrada em Espanha, Portugal e Marrocos. No entanto, uma eventual ampliação do número de equipes poderá permitir que a América do Sul receba uma quantidade consideravelmente maior de partidas.

Conmebol apoia aumento de participantes

A proposta conta com o apoio da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), que considera a expansão uma maneira de tornar a edição comemorativa dos 100 anos da Copa do Mundo ainda mais abrangente e inclusiva.

Com a presença de 64 seleções, a América do Sul poderia sediar aproximadamente 18 jogos, em substituição às três partidas previstas no formato atual.

A sugestão foi apresentada inicialmente pelo dirigente uruguaio Ignacio Alonso e recebeu o respaldo do presidente da Conmebol e vice-presidente da Fifa, Alejandro Domínguez. O dirigente definiu a iniciativa como um sonho para o futebol mundial.

O tema chegou a ser incluído na pauta de uma reunião do Conselho da Fifa em 2025, mas não foi debatido naquela ocasião.

Como seria a Copa do Mundo com 64 seleções

Se a proposta receber aprovação, o Mundial seria dividido em 16 grupos, cada um formado por quatro equipes. As duas seleções mais bem colocadas de cada chave avançariam diretamente para a etapa eliminatória.

Esse formato acabaria com a necessidade de classificar os melhores terceiros colocados, sistema adotado na Copa com 48 equipes para completar a fase de mata-mata.

A quantidade de partidas na fase de grupos também subiria de 72 para 96. Com isso, a competição teria um calendário mais longo e exigiria uma estrutura logística ainda maior dos países responsáveis pela organização.

Proposta encontra resistência entre confederações

Embora tenha o apoio da Conmebol, a possível expansão enfrenta oposição entre representantes do futebol internacional.

Dirigentes da Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf) e da Confederação Asiática de Futebol (AFC) já manifestaram posicionamento contrário à proposta.

A resistência mais significativa, entretanto, parte da União das Associações Europeias de Futebol (Uefa). A entidade entende que um novo aumento no número de participantes poderá intensificar os obstáculos logísticos e ampliar ainda mais a duração do campeonato.

Expansão será colocada em prática em 2026

A Copa do Mundo de 2026 já será responsável pela maior transformação da história do torneio, com o crescimento de 32 para 48 seleções participantes.

Para a Fifa, a experiência é avaliada de maneira positiva, reforçando o argumento de que a competição poderá continuar se expandindo e disponibilizando mais vagas para países de diferentes continentes.

A definição sobre a realização de uma Copa do Mundo com 64 equipes ainda não foi tomada. A proposta será examinada pelos dirigentes da Fifa após o término do Mundial de 2026 e poderá inaugurar uma nova etapa na história da principal competição de seleções do planeta, justamente na edição que comemorará seu centenário.

Abertura da Copa 2026 terá eventos simultâneos em três países

A Copa do Mundo de 2026 será o pontapé inicial para um novo padrão a ser adotado na competição que ocorre a cada quatro anos. É o que promete a Fifa, entidade máxima do esporte mais popular do planeta.

Além de ser considerada a Copa mais inclusiva da história, com a participação de 48 seleções nacionais, há outras curiosidades envolvendo a atual edição.

Por exemplo, o jogo de abertura repetirá o confronto entre México e África do Sul, o mesmo que iniciou a Copa de 2010. É a primeira vez que isso acontece desde que a competição passou a ter formato com uma partida inaugural, em vez de vários jogos simultâneos.

Outra curiosidade é que o Estádio Azteca será o primeiro da história a sediar três aberturas de Copa do Mundo (1970, 1986 e 2026).

A edição também inaugura outro marco: será disputada simultaneamente em três países: México, Estados Unidos e Canadá, ampliando a dimensão territorial do torneio e a participação direta das torcidas em diferentes regiões.

Cerimônia de abertura

A Fifa organizou um evento inédito de contagem regressiva com shows simultâneos em três cidades: Cidade do México, Toronto e Los Angeles. 

Os chamados Countdown Concerts foram concebidos como uma experiência integrada entre os três países, com apresentações musicais em tempo sincronizado e transmissões cruzadas, reunindo artistas locais e internacionais no dia anterior ao início do torneio.

A abertura oficial seguirá essa lógica ampliada. Pela primeira vez, haverá três cerimônias de abertura, uma em cada país-sede, conectadas por um conceito comum que une futebol, música e identidade cultural.

No México, que recebe o jogo inaugural, a apresentação destacará elementos tradicionais, com música, dança e referências à cultura local, incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo.

Artistas

Entre os artistas confirmados pela Fifa para a cerimônia no Estádio Azteca estão Shakira, Burna Boy, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.

Nos Estados Unidos, a cerimônia em Los Angeles terá apresentação de artistas como Katy Perry, Future, Anitta, Lisa, Rema e Tyla, de acordo com a Fifa. 

No Canadá, os artistas destacados são Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.

Rodada de 32

Com um número maior de seleções participantes (48 em vez de 32), a Copa de 2026 se torna a mais inclusiva de todas as Copas do Mundo. Serão 104 partidas, o maior número da história, distribuídas em 12 grupos com quatro equipes cada.

Avançam ao mata‑mata os dois primeiros de cada grupo e os oito melhores terceiros colocados, formando uma fase eliminatória com 32 times. Até o nome desta segunda etapa é uma novidade. Em vez de oitavas, será chamada de “Round of 32” (Rodada de 32).

Com isso, para ser campeã, a seleção vencedora terá de disputar oito jogos – um a mais do que no formato anterior.

Fifa lança marca da Copa Feminina 2027 em evento no Rio de Janeiro

A 515 dias da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será disputada no Brasil, a Fifa apresentou neste domingo (25), em um hotel no Rio de Janeiro, o emblema e o slogan oficiais do torneio. A marca une as letras M e W — referências a “mulher” e “mundo”, em português e inglês — formando um losango que remete à bandeira brasileira e à geometria de um campo de futebol. O troféu do Mundial aparece em destaque à frente do símbolo.

O slogan GO EPIC™ convida torcedores de todo o mundo a participarem de uma jornada memorável no país. Na ocasião, a Fifa também lançou a identidade sonora da competição, inspirada em ritmos brasileiros, com forte presença de percussões ligadas ao samba e à herança afro-brasileira.

O evento foi conduzido pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, e reuniu autoridades do esporte, lendas do futebol e atletas do futebol feminino. “O Brasil vive e respira futebol, e já dá para sentir a empolgação em receber o mundo todo para sediar um evento histórico”, afirmou Infantino. A ex-jogadora Formiga, hoje diretora de Políticas de Futebol e Promoção do Futebol Feminino no Ministério do Esporte, participou do lançamento ao lado da atacante Cristiane e destacou a importância de fortalecer a estrutura da modalidade.

Ícones do futebol masculino, como Cafu e Ronaldo Fenômeno, também marcaram presença para simbolizar o apoio ao torneio. Além da cerimônia oficial, a praia de Copacabana foi palco de ações abertas ao público, com pinturas artísticas representando as cidades-sede e uma partida amistosa com lendas da Fifa e ex-jogadoras, acompanhada por crianças de projetos sociais. O evento foi considerado o pontapé inicial para o primeiro Mundial Feminino realizado na América do Sul.

Fifa pede isenção de tributos para realização Copa Do Mundo Feminina de 2027

O governo federal avalia a concessão de incentivos fiscais para a realização da Copa do Mundo Feminina de Futebol de 2027, que ocorrerá no Brasil. O Ministério da Fazenda informou que estuda a possibilidade de isenção de tributos nos moldes adotados na Copa de 2014, após solicitação formal da Federação Internacional de Futebol (Fifa). Segundo a pasta, o tema ainda está em análise e não há detalhes definidos sobre a proposta.

A iniciativa deve ser acompanhada por uma nova versão da Lei Geral da Copa, que está sendo elaborada pelo Ministério do Esporte. A legislação deverá estabelecer regras sobre as responsabilidades dos organizadores, segurança do evento, exclusividade comercial e uso de direitos de imagem, seguindo o padrão adotado em grandes competições esportivas realizadas no país.

Entre as exigências encaminhadas pela Fifa estão a concessão de isenções tributárias sobre receitas da entidade, serviços de transmissão e bens e serviços ligados ao evento, além da adequação dos incentivos às normas da reforma tributária sobre o consumo. A entidade também solicitou que não sejam aplicadas restrições da legislação eleitoral, que em anos de eleição, como 2026, limitam a concessão de benefícios públicos — ponto que já gerou questionamentos no passado, embora o Supremo Tribunal Federal tenha validado medidas semelhantes em 2014.

Experiências anteriores indicam impactos relevantes nas contas públicas. Na Copa do Mundo de 2014, as isenções resultaram em renúncia fiscal superior a R$ 1 bilhão, segundo o Tribunal de Contas da União, enquanto os Jogos Olímpicos de 2016 geraram uma perda estimada de R$ 3,8 bilhões. O governo avalia que o aumento do turismo e o aquecimento do setor de serviços possam compensar parte dessas perdas. A Copa Feminina de 2027 será disputada em junho e julho, com jogos em oito cidades — Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Recife e Fortaleza — utilizando majoritariamente a infraestrutura da Copa de 2014.

Seleção Brasileira encerra 2025 na 5ª posição do ranking de seleções da Fifa

O Brasil encerra o ano de 2025 na 5ª colocação do ranking de seleções da Fifa, anunciou a entidade máxima do futebol nesta segunda-feira (22). A Espanha aparece na liderança da lista, com a atual campeão mundial Argentina na vice-liderança e a França na 3ª posição.

A 4ª colocada é a Inglaterra, enquanto Portugal (6ª), Holanda (7ª), Bélgica (8ª), Alemanha (9ª) e Croácia (10ª) completam o Top 10.

Faltando pouco mais de seis meses para o início da Copa do Mundo de 2026, que será realizada entre 11 de junho e 19 de julho no México, no Canadá e nos Estados Unidos, foram reveladas também as posições dos adversários da seleção brasileira na primeira fase do Mundial.

O Marrocos, diante de quem o Brasil faz a sua estreia no Grupo C da Copa do Mundo de 2026 (no dia 13 de junho no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h de Brasília), está na 11ª colocação do ranking.

Já o Haiti está na 84ª posição. A seleção brasileira mede forças com os caribenhos no dia 19 de junho no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 22h.

O terceiro adversário na primeira fase do Mundial é a Escócia, que ocupa a 36ª colocação da relação. O Brasil enfrenta os europeus no dia 24 de junho no Hard Rock Stadium, em Miami, às 19h.

Imagem Rafael Ribeiro – CBF

Confira a lista de árbitros brasileiros que integrarão quadro FIFA em 2026

A FIFA divulgou nesta sexta-feira (19) a lista com os árbitros brasileiros que integrarão o quadro da entidade máxima do futebol no ano de 2026. Além dos árbitros, assistentes e árbitros de vídeo.

Vale destacar que, até 2025, o Brasil tinha apenas sete vagas para árbitras no quadro feminino da FIFA. Para o próximo ano, serão oito representantes brasileiras. A vaga foi preenchida por Gleika Oliveira Pinheiro, a primeira árbitra do Pará a alcançar o nível internacional.

O presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Rodrigo Cintra, destacou a importância de ter mais uma árbitra brasileira no quadro da FIFA, levando em conta o aumento do número de jogos nas competições femininas.

No quadro masculino, a única alteração foi a substituição do árbitro assistente de vídeo, Igor Benevenutto (MG), que se mudou para o Oriente Médio, por Caio Max (GO).

Confira a lista dos profissionais FIFA que estarão na arbitragem no estádios brasileiros em 2026

ÁRBITROS

Ramon Abatti Abel

Raphael Claus

Wilton Pereira Sampaio

Anderson Daronco

Rafael Rodrigo Klein

Rodrigo Jose Pereira de Lima

Matheus Delgado Candançan

Paulo Cesar Zanovelli da Silva

Flavio Rodrigues de Souza

Bruno Arleu de Araújo

Edina Alves Batista

Deborah Cecilia Cruz Correia

Charly Wendy Straub Deretti

Daiane Caroline Muniz dos Santos

Rejane Caetano da Silva

Thayslane de Melo Costa

Andreza Helena Siqueira

Gleika Oliveira Pinheiro

ÁRBITROS ASSISTENTES

Danilo Ricardo Simon Manis

Bruno Boschilia

Bruno Raphael Pires

Rodrigo Figueiredo Henrique Correa

Guilherme Dias Camilo

Neuza Ines Back

Rafael da Silva Alves

Nailton Junior de Sousa Oliveira

Alex Ang Ribeiro

Victor Hugo Imazu dos Santos

Fabrini Bevilaqua Costa

Luanderson Lima dos Santos

Leila Naiara Moreira da Cruz

Maíra Mastella Moreira

Anne Kesy Gomes de Sá

Fernanda Nandrea Gomes Antunes

Brigida Cirilo Ferreira

Fernanda Kruger

Gizeli Casaril

Daniella Coutinho Pinto

VAR

Wagner Reway

Marco Aurélio Augusto Fazekas

Rodrigo D’Alonso Ferreira

Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro

Daiane Caroline Muniz dos Santos

Rodolpho Toski Marques

Daniel Nobre Bins

Charly Wendy Straub Deretti

Diego Pombo Lopez

Rodrigo Nunes de Sá

Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral

Caio Max de Almeida Ferreira

Seleção Brasileira já escolheu locais onde quer ficar na Copa Do Mundo, mas definição depende da Fifa

O Departamento de Seleções da CBF completou na última semana as visitas técnicas a hotéis e centros de treinamento dos Estados Unidos que poderão abrigar a seleção brasileira durante a Copa do Mundo de 2026. Logo após o sorteio realizado em Washington, no último dia 5, a comitiva liderada pelo Coordenador Executivo de Seleções Masculinas, Rodrigo Caetano, e pelo técnico Carlo Ancelotti viajou pelo país para vistoriar locais onde a seleção deverá se hospedar e treinar no período de disputa do mundial.

Foram visitados seis centros de treinamento e 10 hotéis em Nova Jersey, Filadélfia e Miami, em localidades selecionadas pela Fifa como “Base Camp” para a Copa. O relatório final com a indicação das preferências já foi encaminhado para a entidade máxima do futebol, que deverá anunciar a decisão definitiva no dia 16 de janeiro. A CBF trabalha com diferentes cenários, tendo em vista a concorrência com outras seleções classificadas.

Esta não foi a primeira vez em que representantes da seleção vistoriaram instalações nos EUA. Tão logo a Amarelinha assegurou a vaga no Mundial, o departamento de seleções fez diversas inspeções em possíveis cidades-sede buscando as melhores estruturas de treinamento, hospedagem, além de analisar aspectos como logística, segurança, clima e até a presença de brasileiros nos locais. O gerente de seleções masculinas, Cícero Souza, ressalta o cuidado da CBF com o planejamento:

Participaram das visitas, além de Rodrigo Caetano e Ancelotti, Cícero Souza (gerente-geral técnico de seleções masculinas), Sérgio Dimas (supervisor-geral), Juan Santos (coordenador técnico), Guilherme Passos (fisiologista), Fábio Seixas (diretor de comunicação) e Bernardo Bessa (diretor de marketing de seleções).