As companhias de telefonia lideram o ranking de reclamações. A Claro S.A. aparece na primeira posição, com 118 atendimentos, seguida pela Telefônica Brasil S.A., responsável pela Vivo, com 93 registros, e pela Companhia Paulista de Força e Luz, a CPFL, com 69. Também estão na lista a TIM S.A., com 54 ocorrências; o Banco BMG S.A., com 40; o Grupo Casas Bahia S.A., com 35; Banco Bradesco, Banco Santander e Pefisa, com 32 registros cada; e o Itaú Unibanco, com 26.
Os problemas relacionados à cobrança representam a maior parte das reclamações. Entre as dez empresas mais acionadas, foram registrados 144 casos de cobrança indevida, correspondendo a 27,1% das demandas desse grupo. Considerando todas as ocorrências classificadas na categoria Cobrança/Contestação, o número chega a 380 atendimentos, ou 71,6% do total. Também são frequentes as queixas por cobranças após o cancelamento, inclusão de serviços não contratados, falhas no atendimento e dificuldades para troca ou conserto de produtos em garantia.
O gerente do Procon Ribeirão Preto, Leonardo Thomazini, orienta os consumidores a acompanharem as faturas e manterem contratos, notas fiscais, comprovantes, protocolos e registros de conversas organizados. Em caso de cobrança desconhecida ou realizada após o cancelamento de um serviço, a recomendação é contestar imediatamente junto à empresa e solicitar o protocolo. Caso o problema não seja resolvido, o consumidor poderá procurar o Procon, instalado no Poupatempo, para registrar a reclamação e receber orientações.






