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Excursões organizam encontros anuais entre amigos e famílias, conectam gerações e têm o João Rock como destino

Imagem João Rock
Imagem João Rock

Todos os anos, milhares de pessoas organizam viagens, reencontros e excursões em torno de uma mesma data: o João Rock. Para esta edição, que deve receber 65 mil pessoas, já estão confirmadas mais de 100 excursões vindas de diferentes estados do país. Realizado em Ribeirão Preto (SP), o festival se tornou um ponto de encontro para grupos de amigos, famílias e fãs que passaram a incluir a data em seus calendários.

Entre essas histórias está a da empresária Jaqueline Andrade de Lima Oliveira, natural de Recife (PE), que mora desde 2001 em Porto Ferreira (SP) e acompanha o João Rock há quase duas décadas. “O João Rock se tornou parte da minha trajetória. O que começou com um grupo de amigos viajando juntos virou um compromisso anual, depois um negócio e também acabou atravessando a minha vida pessoal de um jeito que eu jamais poderia imaginar.”

Casamento e camaleão do João Rock tatuado

Segundo a empresária, muitas amizades nasceram a partir do festival, e o grupo de amigos que se reuniu pela primeira vez, em 2008, ganhou mais um integrante ao longo dessa história: o marido de Jaqueline. “Ele era pagodeiro, mas se tornou um verdadeiro fã de rock”, conta.

A relação com o João Rock ganhou tanto significado para o casal que também esteve presente no casamento. “Eu queria deixar minha relação com o festival marcada de alguma forma e tatuei o camaleão, mascote oficial, que representava essa história: colorida, fora dos padrões e nada tradicional”, relembra Jaqueline. “No nosso álbum oficial de fotos, fiz questão de que meu vestido mostrasse essa arte, para que ela me acompanhasse até o altar.”

Com o passar dos anos, Jaqueline também viu a relação com o evento atravessar diferentes gerações. “A ideia era juntar os colegas, mas o festival acabou se tornando uma tradição na vida de muita gente. Hoje, vejo pessoas que participaram das primeiras excursões voltando com os filhos, além de jovens esperando completar 18 anos para viver essa experiência pela primeira vez com os pais ou irmãos. É muito especial perceber como ele conecta gerações”, completa.

“O João Rock construiu uma identidade muito própria ao longo dos anos. Hoje, vemos pessoas que cresceram frequentando o festival, grupos de amigos que se reencontram a cada edição, famílias criando novas memórias e casais que eternizaram suas relações a partir dessa conexão. É muito especial perceber como ele passa a fazer parte da história das pessoas e acompanha diferentes fases da vida delas. Isso vai muito além da música”, afirma Luit Marques, um dos organizadores.

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Todos os anos, milhares de pessoas organizam viagens, reencontros e excursões em torno de uma mesma data: o João Rock. Para esta edição, que deve receber 65 mil pessoas, já estão confirmadas mais de 100 excursões vindas de diferentes estados do país. Realizado em Ribeirão Preto (SP), o festival se tornou um ponto de encontro para grupos de amigos, famílias e fãs que passaram a incluir a data em seus calendários.

Entre essas histórias está a da empresária Jaqueline Andrade de Lima Oliveira, natural de Recife (PE), que mora desde 2001 em Porto Ferreira (SP) e acompanha o João Rock há quase duas décadas. “O João Rock se tornou parte da minha trajetória. O que começou com um grupo de amigos viajando juntos virou um compromisso anual, depois um negócio e também acabou atravessando a minha vida pessoal de um jeito que eu jamais poderia imaginar.”

Casamento e camaleão do João Rock tatuado

Segundo a empresária, muitas amizades nasceram a partir do festival, e o grupo de amigos que se reuniu pela primeira vez, em 2008, ganhou mais um integrante ao longo dessa história: o marido de Jaqueline. “Ele era pagodeiro, mas se tornou um verdadeiro fã de rock”, conta.

A relação com o João Rock ganhou tanto significado para o casal que também esteve presente no casamento. “Eu queria deixar minha relação com o festival marcada de alguma forma e tatuei o camaleão, mascote oficial, que representava essa história: colorida, fora dos padrões e nada tradicional”, relembra Jaqueline. “No nosso álbum oficial de fotos, fiz questão de que meu vestido mostrasse essa arte, para que ela me acompanhasse até o altar.”

Com o passar dos anos, Jaqueline também viu a relação com o evento atravessar diferentes gerações. “A ideia era juntar os colegas, mas o festival acabou se tornando uma tradição na vida de muita gente. Hoje, vejo pessoas que participaram das primeiras excursões voltando com os filhos, além de jovens esperando completar 18 anos para viver essa experiência pela primeira vez com os pais ou irmãos. É muito especial perceber como ele conecta gerações”, completa.

“O João Rock construiu uma identidade muito própria ao longo dos anos. Hoje, vemos pessoas que cresceram frequentando o festival, grupos de amigos que se reencontram a cada edição, famílias criando novas memórias e casais que eternizaram suas relações a partir dessa conexão. É muito especial perceber como ele passa a fazer parte da história das pessoas e acompanha diferentes fases da vida delas. Isso vai muito além da música”, afirma Luit Marques, um dos organizadores.

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