Entenda as novas regas do pix que entram em vigor hoje com foco no cambate a fraudes e devolução do dinheiro

A partir desta segunda-feira (2), entra em vigor a nova regra de segurança do Pix, implementada pelo Banco Central, com foco no combate a fraudes, golpes e casos de coerção. A atualização aprimora os mecanismos de rastreamento das transferências suspeitas e busca tornar mais eficiente a recuperação de valores desviados, aumentando a proteção dos usuários do sistema.

A principal mudança está na redução do prazo para devolução do dinheiro às vítimas. Segundo especialistas ouvidos pela CNN Brasil, a expectativa é que os valores sejam restituídos em cerca de 11 dias após a contestação, um avanço significativo em relação ao modelo anterior. A agilidade no processo deve minimizar prejuízos e aumentar a confiança no meio de pagamento instantâneo.

O Mecanismo Especial de Devolução (MED) passa a contar com o bloqueio automático de contas denunciadas por fraude, antes mesmo da conclusão da análise. De acordo com o Banco Central, a medida impede a pulverização rápida dos recursos entre diferentes contas e permite um acompanhamento quase simultâneo do fluxo do dinheiro. Com a comunicação integrada entre instituições financeiras e órgãos de segurança, a estimativa é de uma redução de até 40% nas fraudes bem-sucedidas, além da adoção de critérios mais rigorosos para identificar e interromper transações suspeitas.

Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago nesta segunda. Saiba também valor do seguro desemprego

O novo salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago aos trabalhadores a partir desta segunda-feira (2). O valor, que representa um reajuste de 6,79% — acréscimo de R$ 103 — pode ser conferido no contracheque referente ao mês de janeiro.

O aumento segue a política de valorização do salário mínimo, que considera a inflação medida pelo INPC e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), dentro dos limites do arcabouço fiscal, que restringe o reajuste a até 2,5% acima da inflação do ano anterior. Já os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começaram a receber o novo valor no último dia 26, com pagamentos programados até sexta-feira (6), conforme o número final do cartão, sem o dígito verificador.

Quanto vale o mínimo em 2026

•    Mensal: R$ 1.621;

•    Diário: R$ 54,04;

•    Hora: R$ 7,37.

Como foi calculado

•    Inflação pelo INPC: 4,18%;

•    Somada ao crescimento real do PIB: 3,4%;

•    Adicional de 3,4% limitado a 2,5% pelo arcabouço fiscal;

•    Reajuste total: 6,79%.

Seguro-desemprego

•    Reajustado pelo INPC (3,90%), com vigência desde 11 de janeiro

•    Parcela mínima: R$ 1.621

•    Parcela máxima: R$ 2.518,65

•    Valor varia conforme salário médio dos últimos meses.

Salário-família

•    Salário-família: R$ 67,54 por dependente

•    Pago a quem recebe até R$ 1.980,38 mensais

Preço da alimentação para as famílias voltou a subir em Ribeirão Preto. A alta compromete 48,75% para quem ganha salário mínimo

O custo da cesta básica em Ribeirão Preto registrou alta de 0,97% em janeiro na comparação com dezembro, alcançando o valor médio de R$ 731,01. Apesar do aumento, o reajuste do salário mínimo ajudou a reduzir o impacto no orçamento das famílias. Os dados são do Instituto de Economia Maurílio Biagi da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (IEMB-Acirp), que já considera o novo salário mínimo bruto de R$ 1.621,00, com rendimento líquido estimado em R$ 1.499,43 após desconto previdenciário.

Com esse cenário, o trabalhador que recebe um salário mínimo comprometeu cerca de 48,75% da renda mensal apenas com a alimentação básica em janeiro, o equivalente a 107,28 horas de trabalho. O número representa uma redução de 6,2 horas em relação a dezembro, reflexo direto do aumento da renda. Segundo o economista Lucas Ribeiro, organizador do estudo, a elevação mensal inferior a 1% e os ajustes pontuais em alguns itens ajudaram a suavizar o impacto, embora o nível de gasto com alimentos continue elevado.

A pesquisa também identificou diferenças expressivas nos preços entre as regiões da cidade, com variação de até R$ 150,42 para o mesmo conjunto de 13 itens. A região Central apresentou o maior custo médio da cesta (R$ 831,59) e alta de 2,92% no mês, enquanto a zona Norte registrou o menor valor (R$ 681,17), com crescimento de 1,73%. Já as regiões Leste, Oeste e Sul apresentaram valores médios de R$ 693,50, R$ 705,32 e R$ 744,59, respectivamente, reforçando a importância da pesquisa de preços antes das compras.

Entre os itens analisados, o tomate italiano (+19,01%) e a batata inglesa (+9,35%) lideraram as altas em janeiro, enquanto a banana nanica (-12,63%) e o óleo de soja (-13,24%) contribuíram para conter o avanço dos custos. As carnes permaneceram como o principal componente da cesta, representando 47,24% do gasto total. O levantamento foi realizado nos dias 22 e 23 de janeiro de 2026, em supermercados, hipermercados e panificadoras das cinco regiões do município, seguindo os critérios do Decreto-Lei nº 11.936/2024 e da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) 2017-2018.

Quanta você ganha por mês ? Saiba se você pertence as classes A,B,C ou D na economia brasileira

A divisão da população brasileira em classes sociais é uma ferramenta amplamente usada por pesquisadores, economistas, empresas e governos para analisar o consumo, a desigualdade e as condições de vida no país. Apesar de comum no debate público, não existe uma definição única e oficial de classes sociais no Brasil. Os critérios variam conforme a instituição e a metodologia adotada.

Renda é o principal critério

Na maioria dos estudos, o fator central para definir as classes sociais é a renda familiar mensal, ou seja, a soma dos rendimentos de todos os moradores do domicílio. Instituições como a Fundação Getulio Vargas (FGV Social) e institutos de pesquisa econômica utilizam esse critério para agrupar a população em classes A, B, C, D e E.

De forma geral, as faixas de renda mais utilizadas hoje são:

  • Classe A: famílias com renda mensal acima de aproximadamente R$ 14 mil
  • Classe B: renda entre R$ 10,8 mil e R$ 14 mil
  • Classe C: renda entre R$ 2,5 mil e R$ 10,8 mil
  • Classe D: renda entre R$ 1,5 mil e R$ 2,5 mil
  • Classe E: renda de até R$ 1,5 mil

Esses valores são estimativas e podem variar de acordo com o ano da pesquisa, a inflação e o método de cálculo.

Classe C: a chamada “classe média”

A classe C costuma ser chamada de classe média brasileira, por concentrar a maior parte da população. No entanto, especialistas alertam que essa denominação pode ser enganosa. Muitas famílias dessa faixa ainda enfrentam dificuldades para manter padrões básicos de consumo, dependem de serviços públicos e são altamente vulneráveis a crises econômicas.

Outros critérios além da renda

Embora a renda seja o principal fator, alguns estudos consideram também outros indicadores, como:

  • nível de escolaridade
  • acesso a serviços públicos (saúde, educação, saneamento)
  • padrão de consumo
  • condições de moradia

O IBGE, por exemplo, evita classificar a população oficialmente em classes A, B ou C, preferindo análises baseadas em renda per capita, desigualdade social e condições de vida.

Salário mínimo como referência

Outra forma comum de classificação usa o número de salários mínimos por família ou por pessoa, mas essa abordagem também não é padronizada. Com reajustes anuais do salário mínimo, os limites precisam ser constantemente atualizados para não distorcer a realidade econômica.

Por que essa classificação importa?

A definição de classes sociais influencia:

  • políticas públicas
  • estudos sobre pobreza e desigualdade
  • estratégias de mercado e consumo
  • análises eleitorais e sociais

Entender como essas classes são definidas ajuda a compreender melhor os desafios econômicos do país e o impacto das mudanças na renda da população.

Uma divisão em constante mudança

Especialistas ressaltam que as classes sociais não são fixas. Inflação, desemprego, crescimento econômico e políticas sociais podem fazer com que famílias mudem de faixa ao longo do tempo. Por isso, os números devem ser vistos como retratos momentâneos da realidade brasileira.


Se quiser, posso adaptar o texto para:

  • trabalho escolar ou universitário
  • jornal impresso
  • portal de notícias
  • linguagem mais simples ou mais técnica

Juros continuarão alto no Brasil e BC mantém 15% ao ano pela quinta vez seguida

Apesar do recuo recente da inflação e do dólar, o Banco Central decidiu manter os juros inalterados. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 15% ao ano, nível considerado elevado e que já era amplamente esperado pelo mercado financeiro. Esta é a quinta reunião consecutiva sem alteração nos juros básicos da economia.

A Selic permanece no maior patamar desde julho de 2006, quando atingiu 15,25% ao ano. No comunicado divulgado após a reunião, o Copom sinalizou que pode iniciar o ciclo de cortes na taxa de juros já na próxima reunião, em março, desde que a inflação siga sob controle e não haja mudanças relevantes no cenário econômico. O colegiado, no entanto, reforçou que continuará adotando uma política monetária restritiva para garantir a convergência da inflação à meta.

A decisão ocorreu mesmo com o Copom incompleto, após o fim do mandato de dois diretores no final de 2025. As indicações dos substitutos devem ser encaminhadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva apenas com a retomada dos trabalhos do Congresso, em fevereiro. A Selic havia atingido 10,5% ao ano em maio do ano passado, passou a subir em setembro de 2024 e chegou aos atuais 15% em junho, patamar mantido desde então.

Gasolina mais barata em Ribeirão. Entenda o motivo para a redução de preços nas bombas

A Petrobras anunciou nessa segunda-feira (26), uma redução de -5,2% no preço do litro da gasolina A, das refinarias para as distribuidoras, valendo já a partir desta terça-feira (27). Com a medida, a perspectiva é de que o litro do combustível custe, em média, R$ 0,09 centavos mais barato, das distribuidoras para os postos revendedores, lembrando que a gasolina vendida nos postos é a do tipo C, composta por 70% de gasolina A e 30% de etanol anidro.

“A tendência é de que a queda de preço deva chegar às bombas na medida que novas remessas do produto chegarem aos postos com o preço menor”, afirma Fernando Roca presidente da Associação Núcleo Postos Ribeirão Preto, que reúne cerca de 100 revendedores da cidade e região.

O último corte no preço da gasolina ocorreu em outubro de 2025, com redução de iguais R$ 14 centavos/litro (-4,9%) das refinarias para as distribuidoras.


Desde o final de 2025, a Associação Núcleo Postos RP já vinha alertando que havia espaço para uma redução do preço da gasolina. Dados da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis) mostram que, nessa segunda (26), por exemplo, a margem para o corte de preço do combustível girava em torno de 8%, comparando com o cenário global que tem apresentado preços relativamente moderados para o petróleo.

Ainda segundo Roca, “Se há espaço para uma redução, a Petrobras tem de colocá-la em prática o quanto antes. Essa diminuição já podia ter sido anunciada há mais tempo, ainda mais com a disparada do etanol nessa entressafra”, observa.

Pequeno alívio
De acordo com o presidente, a redução do preço da gasolina deve gerar um efeito cascata no setor produtivo nacional. “A diminuição dos custos com transportes deve aliviar a pressão inflacionária embora o preço do diesel não tenha caído dessa vez”.

O que compensa mais?
É importante que o consumidor sempre pesquise pelo melhor preço, abasteça em um posto de confiança e não se esqueça de fazer a conta de paridade. “Se o valor do litro de etanol equivaler a, no máximo, 70% do preço do litro de gasolina, compensará abastecer com etanol”, finaliza Fernando Roca.

Aeroporto Leite Lopes recebeu mais de 700 mil passageiros em 2025

Os aeroportos brasileiros registraram um recorde histórico de movimentação em 2025, ao transportar quase 130 milhões de passageiros, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (19) pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). É a primeira vez que o setor supera a marca de 120 milhões de passageiros em um único ano, consolidando a recuperação e a expansão do transporte aéreo no país.

Ao todo, foram 129,6 milhões de passageiros transportados no ano passado, sendo 101,2 milhões em voos domésticos. O volume total representa um crescimento de 9,4% em relação a 2024, refletindo o aumento da demanda por viagens aéreas e a ampliação da oferta de voos pelas companhias.

Em São Paulo, segundo a Rede Voa os destaques ficaram por conta do Aeroporto de Jundiaí, que ultrapassou os 62 mil movimentos, se consolidando como o principal aeroporto executivo do país, e de Ribeirão Preto, que recebeu 728 mil passageiros, em sua grande maioria na aviação comercial. Ambos tiveram seus terminais ampliados recentemente e agora possuem uma nova estrutura, preparada para crescer ainda mais nos próximos anos.

No mercado internacional, a movimentação alcançou 28,4 milhões de passageiros, alta de 13,4% na comparação com 2024, que até então detinha o recorde do segmento, com 25 milhões. Segundo a Anac, a demanda total dos mercados doméstico e internacional cresceu 11,3% em 2025, enquanto a oferta avançou 10,2%, com destaque para o desempenho das rotas internacionais.

Em dezembro, os aeroportos movimentaram 9,1 milhões de passageiros em voos domésticos, número 9,2% superior ao registrado no mesmo mês de 2024. Já no segmento internacional, foram 2,6 milhões de passageiros, alta de 10,7% na mesma base de comparação, acompanhada pelo crescimento da demanda e da oferta tanto no mercado interno quanto no externo.

Brasileiros esqueceram de sacar R$ 10 bilhões de reais esquecidos em bancos e outras instituições financeiras

Quase R$ 10 bilhões seguem disponíveis para saque por pessoas físicas e empresas em todo o país, de acordo com dados divulgados pelo Banco Central (BC) nesta terça-feira (13). Os valores podem ser consultados e resgatados por meio do Sistema de Valores a Receber (SVR) e se referem a recursos esquecidos em bancos e outras instituições financeiras até novembro de 2025.

Segundo o BC, R$ 7,8 bilhões pertencem a aproximadamente 49,3 milhões de pessoas físicas. Já as empresas têm direito a cerca de R$ 2,2 bilhões, distribuídos entre 4,9 milhões de CNPJs. Os recursos permanecem parados em instituições como bancos, consórcios, cooperativas de crédito e instituições de pagamento.

Até novembro, o Banco Central informou que R$ 12,9 bilhões já foram devolvidos aos beneficiários. Desse total, R$ 9,5 bilhões foram pagos a pessoas físicas e R$ 3,4 bilhões a empresas.

Valores pequenos

A maior parte dos valores a receber é considerada baixa. De acordo com o levantamento do BC, 65,2% dos beneficiários têm até R$ 10 disponíveis para saque. Por outro lado, quantias acima de R$ 1 mil representam apenas 1,85% do total.

Os bancos concentram a maior parcela dos recursos esquecidos, seguidos por administradoras de consórcios, cooperativas e instituições de pagamento.

Não há prazo pa retirada

O Ministério da Fazenda esclareceu que não existe prazo limite para a retirada dos valores, diferente do que havia sido divulgado anteriormente. Assim, o dinheiro continuará disponível para saque por tempo indeterminado.

Desde 27 de maio, o Banco Central também passou a permitir a habilitação de uma solicitação automática de resgate pelo sistema. A adesão é opcional e não altera as demais funcionalidades do SVR.

Para maiores informações acesse o site do Banco Central

Ribeirão Preto foi a décima terceira cidade do estado que mais gerou emprego com carteira assinada em 2025

O estado de São Paulo criou 31,1 mil vagas de emprego com carteira assinada em novembro de 2025, o equivalente a mais de mil vagas por dia. Os dados são da Fundação Seade, com base nas informações do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Ribeirão Preto ficou em décimo segundo lugar na geração de emprego com carteira assinada nos primeiros onze meses do ano. De janeiro a novembro, foram mais de 530 mil vagas de emprego formais criadas.

De janeiro a novembro, foram mais de 530 mil vagas de emprego formais criadas. No acumulado de 12 meses, foram 342 mil oportunidades.

Assim, o estado criou 36% do total de vagas com carteira assinada do país em novembro, 28% do total em 11 meses.

  1. São Paulo: 107.530
  2. Osasco: 26.964
  3. Guarulhos: 14.113
  4. Barueri: 8.949
  5. Santos: 7.106
  6. São José dos Campos: 6.871
  7. Sorocaba: 6.221
  8. Santo André: 5.684
  9. São Bernardo do Campo: 4.898
  10. Campinas: 4.861
  11. Bauru: 4.542
  12. Taubaté: 4.242
  13. Ribeirão Preto: 4.116
  14. Jundiaí: 3.967
  15. Sumaré: 3.962
  16. Matão: 3.815
  17. Cajamar: 3.036
  18. Tatuí: 3.010
  19. Mauá: 2.938
  20. São José do Rio Preto: 2.599
  21. Atibaia: 2.597
  22. São Caetano do Sul: 2.583
  23. Presidente Prudente: 2.449
  24. Mogi das Cruzes: 2.264
  25. Cotia: 1.985
  26. São Carlos: 1.953
  27. Jacareí: 1.948
  28. Diadema: 1.889
  29. Mogi Guaçu: 1.889
  30. Birigui: 1.813
  31. Botucatu: 1.774
  32. Monte Mor: 1.729
  33. Monte Azul Paulista: 1.691
  34. Franco da Rocha: 1.673
  35. Bebedouro: 1.622
  36. Itaquaquecetuba: 1.607
  37. Marília: 1.588
  38. Araraquara: 1.570
  39. Piracicaba: 1.485
  40. Araçatuba: 1.450
  41. Louveira: 1.327
  42. Embu das Artes: 1.301
  43. Cabreúva: 1.286
  44. Franca: 1.268
  45. Limeira: 1.236
  46. São Roque: 1.162
  47. Carapicuíba: 1.136
  48. Cubatão: 1.095
  49. Guaratinguetá: 1.092
  50. Lençóis Paulista: 992