“Na China, homens pagam ‘compensação’ a ex-parceiras quando a relação não termina em casamento.”

Na China, o fim de um relacionamento amoroso pode resultar em um impacto financeiro para os homens, devido a uma prática social conhecida como “taxa de separação”.

Segundo o portal Bossa Nova News, em casos em que um namoro de longa duração não evolui para o casamento, é comum que o homem ofereça uma compensação financeira à ex-companheira. O valor teria como objetivo reconhecer o tempo, o envolvimento emocional e os anos dedicados pela mulher à relação, especialmente quando o compromisso não se concretiza em uma vida estável a dois.

Apesar de não existir respaldo legal para essa cobrança, a prática é socialmente aceita em algumas regiões do país e vista como uma forma madura de encerrar o relacionamento. Para muitos chineses, o pagamento funciona como um acordo informal que ajuda a evitar ressentimentos, acusações ou conflitos emocionais prolongados, permitindo que ambas as partes sigam em frente sem pendências.

Brasil e china discutem cooperação estratégica em medicamentos e vacinas

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE) do Ministério da Saúde recebeu, na última quinta-feira (22), em Brasília, uma comitiva da Sinopharm, maior conglomerado farmacêutico estatal da China. A reunião teve como foco a identificação de oportunidades estratégicas de cooperação bilateral para impulsionar a produção de medicamentos, vacinas e produtos hemoderivados no Brasil.

Segundo a secretária da SCTIE, Fernanda De Negri, a China é um parceiro estratégico do Brasil no desenvolvimento de tecnologias para a saúde. “Queremos fomentar o desenvolvimento tecnológico de novos medicamentos para garantir a soberania científica e tecnológica, que é um objetivo comum aos dois países”, afirmou. A delegação chinesa foi liderada por Huichuang Yang, CEO da China National Biotec Group (CNBG), subsidiária da Sinopharm, e contou com representantes do Beijing Institute of Biological Products (BIBP) e da East Biotech.

Durante o encontro, o secretário adjunto da SCTIE, Eduardo Jorge Valadares Oliveira, apresentou os programas de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) e de Desenvolvimento e Inovação Local (PDIL), principais instrumentos do ministério para fomentar a colaboração com o setor privado e instituições de pesquisa. Na última chamada pública, foram recebidos 322 projetos, sendo 147 propostas de PDPs e 175 de PDIL. “O desafio é conjugar inovação, complexidade tecnológica, valor agregado e redução de preços para o SUS”, destacou Oliveira.

Fonte China Hoje